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Viana do Castelo

Autarquia abate 110 carros abandonados nas ruas de Viana

33 foram entregues aos donos

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

A Câmara de Viana do Castelo identificou, em oito anos, 881 veículos que ocupavam indevidamente o espaço público do concelho, tendo enviado para abate 110 em estado de abandono, informou hoje a autarquia.


Em comunicado, a Câmara da capital do Alto Minho adiantou que, “do total de veículos removidos, 177 foram retirados pelo município, 33 foram entregues aos donos, 692 removidos por iniciativa dos proprietários, decorrendo para os restantes os necessários procedimentos de remoção”.

Na nota, a autarquia explica que aquela ação decorreu “entre 2011 e novembro de 2019, em cumprimento do Regulamento Municipal de Remoção e Recolha de Veículos”.

“Recentemente, a autarquia retirou mais cinco viaturas da via pública. Dos veículos removidos, três estavam estacionados em estado de abandono na freguesia de Darque”, na margem esquerda do rio Lima.

Contactado pela agência Lusa, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Luís Nobre, admitiu hoje que o município não conseguiu cobrar as taxas previstas no regulamento, mas sublinhou que “o principal objetivo do município é o de garantir a qualidade do ambiente urbano e a sustentabilidade ambiental”.

O município esclareceu que aquele regulamento, aprovado em 2011, “pretende regular o estacionamento indevido ou abusivo de viaturas na via pública, e permitiu já que centenas de veículos fossem identificados e removidos pelos próprios proprietários”.

Com aquele regulamento, “a Câmara Municipal pretende criar condições efetivas para o cumprimento das exigências ambientais e, do mesmo modo, promover a melhoria do estacionamento, da segurança e circulação em espaço público”.

O documento “estabelece o regime a que ficam sujeitos os veículos que apresentem sinais exteriores evidentes de abandono ou de impossibilidade de se deslocarem em segurança, mas também os estacionamentos indevidos ou abusivos, assim como a sua remoção e recolha considerando as disposições ambientais, as disposições do Código da Estrada e outra legislação”.

Está “igualmente definido o processo de identificação de veículos, a forma de aviso e notificação dos proprietários, os prazos para entrega ou remoção e ainda as taxas decorrentes de todos os procedimentos enquanto a fiscalização fica a cargo da Câmara Municipal”.

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Viana do Castelo

Apreendidas 10 toneladas de tintureira e tubarão anequim em Viana do Castelo

Pesca ilegal

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Foto: Divulgação / GNR

A Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR apreendeu, em Viana do Castelo, cerca de 10 toneladas de espécies de tubarão com o valor estimado de 11.300 euros, tendo identificado dois armadores, revelou hoje aquela força.

Em comunicado enviado à imprensa, a GNR explica que os “militares da Guarda apuraram que dois navios de pesca estavam a capturar tintureira ou tubarão-azul, ‘Prionace glauca’, e tubarão anequim, ‘Isurus oxyrinchus’, sem estarem licenciadas para tal”.

“Por se encontrarem com as autorizações de pesca suspensas, estas embarcações incorrem em infrações puníveis com coimas máximas de 37.500 euros. No total, foram apreendidos 9.021 quilos de tintureira e 911 quilos de tubarão anequim”, especifica a nota sobre a apreensão daquele pescado, realizada na quinta-feira.

Além da identificação dos mestres das duas embarcações, de 48 e 58 anos, os militares da GNR elaboraram dois autos por contraordenação, por pesca destas espécies sem licença, sendo posteriormente vendido em lota.

A operação decorreu numa ação conjunta da Direção-Geral de Recursos Naturais Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

Já na quarta-feira, também em Viana do Castelo, a UCC da GNR apreendeu 3.213 quilogramas de tintureira, com o valor estimado de 6.426 euros e identificou o mestre da embarcação por pesca sem licença.

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Alto Minho

Novo ‘clip’ de Chico da Tina (trapstar do Alto Minho) com 100 mil ‘views’ em 24 horas

Fenómeno musical

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Foto: DR

Um dos maiores fenómenos da música nacional é de Viana do Castelo. Chama-se Chico da Tina (abreviatura de Francisco da Concertina) e, num só dia, o seu novo videoclipe teve mais de 100 mil visualizações no YouTube.

“Resort” foi lançado ontem e esta quinta-feira já tem cerca de 122 mil visualizações, números ‘astronómicos’ que mostram o interesse que o “trapstar do Alto Minho” desperta no panorama musical português.

Chico da Tina estreou-se com o EP “Trapalhadas” em 2019 e no mesmo ano lançou o primeiro longa-duração “Minho Trapstar”.

O músico minhoto ganhou maior visibilidade após ganhar o Prémio de música realizado pelo festival Mimo de Amarante, no ano passado.

Fortemente influenciado pelos sons e vivências do Minho, criou uma combinação inédita entre o trap (subgénero do rap), a concertina e as gírias regionais, unindo a tradição e a modernidade.

“É uma proposta meta-irónica do trap subvertido ao linguajar e costumes do universo minhoto. No entanto, para além desta “colagem” estética entre dois polos que à primeira vista poderiam ser opostos, há um atrevimento lírico que se pretende afirmar pelo desafio ao politicamente correcto e aos limites da linguagem que ultimamente se têm vindo a estreitar”, refere a sua descrição na página do festival Mimo.

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Viana do Castelo

GNR apreende em Viana do Castelo mais de três toneladas de tintureira

UCC

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Foto: Divulgação / GNR

A Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR anunciou a apreensão, hoje, em Viana do Castelo, de 3.213 quilogramas de tintureira, com o valor estimado de 6.426 euros, e a identificação do mestre da embarcação por pesca sem licença.

Em comunicado enviado à imprensa, a GNR explicou ter-se tratado de uma operação conjunta da Unidade de Controlo Costeiro (UCC), através do Destacamento de Controlo Costeiro (DCC) de Matosinhos, e a Direção-Geral de Recursos Naturais Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

“Informações da DGRM, permitiram verificar que havia fortes indícios da prática de contraordenação por parte de um navio de pesca, por captura de tintureira sem estar licenciada para tal, em virtude de se encontrarem suspensas as autorizações de pesca da mesma embarcação pela DGRM, constituindo infração punível com coima máxima de 37.500 euros”, especifica a nota.

A tintureira, Prionace glauca, ou tubarão-azul, é uma espécie que habita em zonas profundas dos oceanos, em águas temperadas e tropicais.

O pescado hoje apreendido foi posteriormente vendido em lota.

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