Seguir o O MINHO

País

Mais de 50% dos portugueses querem que Centeno continue no Governo

Sondagem

em

Mário Centeno. Foto: DR / Arquivo

Mais de 50% dos potugueses querem que Mário Centeno continue como ministro de Estado e das Finanças, segundo um estudo em que 69% dos inquiridos acham que António Costa “fez bem” em apoiar a recandidatura presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa.


O estudo da Eurosondagem, para o semanário Sol e o Porto Canal, indica que 55,5% dos entrevistados acham que Centeno “deve continuar como ministro” do executivo liderado por António Costa, contra 25,2% que apoiam a sua ida para governador do Banco de Portugal e 19,3% que têm dúvidas, não sabem ou não quiseram responder.

Questionados sobre o apoio implícito de Costa à recandidatura de Marcelo a Belém, manifestado durante uma visita à fábrica Autoeuropa, em Palmela, em maio, 69,0% dos inquiridos responderam que o primeiro-ministro “fez bem”, contra 21% com a opinião contrária e 10% que disseram ter dúvidas ou não sabem ou querem responder.

O prolongamento do ‘lay-off’ simplificado “por mais algum tempo”, para acorrer à crise económica e social provocada pela pandemia da covid-19, é apoiado por 66,6% dos entrevistados, contra 11,1%, que estão contra, e 23,3% que têm dúvidas, não sabem ou não querem responder.

Relativamente às intenções de voto, o estudo da Eurosondagem coloca o PS na frente, com 38,0%, seguido do PSD (29,3%), BE (8,0%), CDU (5,3%), Chega (4,1%), PAN (3,0%), CDS-PP (2,7%) e Iniciativa Liberal (1,1%). No estudo, 8,5% dos inquiridos manifestaram a intenção de votar no Livre, Branco ou Nulo.

O estudo da Eurosondagem para o Sol e o Porto Canal foi realizado entre os dias 01 e 04 de junho através de 1.021 entrevistas telefónicas validadas e tem um erro máximo de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95,0%.

Anúncio

País

Covid-19: Mais doze mortos, 963 infetados e 486 recuperados no país

Pandemia

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Portugal regista hoje mais doze mortos e 963 novos casos de infeção por covid-19, em relação a sexta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 78.247 casos de infeção confirmados e 1.995 mortes.

Há ainda 49.845 recuperados, mais 486 do que ontem.

Continuar a ler

País

Ministro da Defesa anula diretiva da linguagem não discriminatória nas Forças Armadas

Política

em

Foto: DR / Arquivo

O ministro da Defesa anulou, na sexta-feira, a diretiva que proibia as Forças Armadas de utilizar linguagem discriminatória, alegando tratar-se de um “documento de trabalho” que carecia de “aprovação superior”.

A decisão de João Gomes Cravinho sobre a “Diretiva para a Utilização de Linguagem Não Discriminatória” foi tornada pública pela AOFA – Associação de Oficiais das Forças Armadas, que publicou na sua página de Facebook o despacho do ministro.

O documento é assinado por João Gomes Cravinho e foi enviado ao Estado-Maior-General das Forças Armadas, Exército, Marinha e Força Aérea, bem como a todos os órgãos e organismos da Defesa Nacional.

No despacho pode ler-se: “Tomei conhecimento do envio pela secretaria-geral dos ofícios (…) com o título ‘Diretiva Sobre a Utilização de Linguagem Não Discriminatória’, dirigido ao EMGFA, aos Ramos, e aos serviços centrais do Ministério (…). Por carecer de aprovação superior, e por se tratar de um documento de trabalho que não evidencia um estado de maturação adequado, devem considerar-se anulados os referidos ofícios”.

Em causa está uma proposta de diretiva elaborada pela secretaria-geral do Ministério da Defesa Nacional com orientações para uma “linguagem não discriminatória” e mais igualitária nas Forças Armadas, na qual se propõe, por exemplo, que em vez de escrever “o coordenador”, deverá utilizar-se “a coordenação”, em vez de “os participantes”, “quem participa”, ou até o “sejam bem-vindos” deve ser trocado por “boas vindas a todas as pessoas”.

Este documento causou mal estar entre os militares e suscitou indignação e críticas no setor, tendo o ministro da Defesa vindo então relativizar o impacto da diretiva, considerando serem “mais relevantes” outras medidas em curso.

“O que é verdadeiramente importante é o trabalho que está a ser feito na promoção da igualdade de género dentro das Forças Armadas”, afirmou o governante, na altura, em declarações à Lusa, acrescentando que as questões linguísticas são um aspeto “absolutamente menor”, que “não tem relevância nenhuma”.

“Do meu lado, confesso que não pretendo passar muito tempo a pensar nessa matéria”, acrescentou João Gomes Cravinho.

Na publicação da AOFA no Facebook, em que é dado a conhecer o teor do despacho, a associação considera a diretiva “humilhante”, “desajustada” e “inoportuna”, e lamenta que o bom senso não tenha prevalecido e que “tudo se tenha ‘resolvido’ com base na Força Bruta da Razão e dos Danos Políticos que o mediatismo exacerbado certamente provocou nas últimas 48 horas”.

Os oficiais das Forças Armadas justificam que o documento era humilhante por permitir que o secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional (MDN) desse ordens às chefias militares, desajustado porque inaplicável às Forças Armadas enquanto “exemplo de equidade e igualdade de género”, e “inoportuna” por se sobrepor a “dezenas de problemas graves que o MDN nada faz por resolver nas Forças Armadas”.

A AOFA manifesta ainda algumas reservas quanto a este assunto, afirmando que apesar de a questão estar resolvida em termos técnicos, “resta saber que eventuais outras consequências daqui resultarão”.

Continuar a ler

País

Governo disponível para aumentar salário mínimo em 23 euros

Salário Mínimo Nacional

em

Foto: DR

Duarte Cordeiro, secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, disse hoje, em conferência de imprensa no Parlamento, que o Governo está disponível para aumentar o salário mínimo nacional “em linha com os aumentos da última legislatura”.

De acordo com a TVI, o aumento será de 23,75 euros, aumentando assim o salário para o valor total de 658,75 euros.

Esta proposta deverá ser apresentada nas negociações para o Orçamento do Estado para 2021.

Continuar a ler

Populares