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Braga

Mais de 400 empresas de Braga já pediram apoio e aconselhamento face à pandemia

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Braga

São mais de 400 as empresas que já receberam apoio da Associação Comercial de Braga no âmbito do serviço de apoio e aconselhamento disponibilizado pela ACB acerca das medidas de apoio às empresas criadas pelo Estado Português, no âmbito da crise epidémica de covid-19.


Segundo o diretor-geral da ACB, Rui Marques, “desde o início desta crise a ACB tem vindo a receber um elevado número de solicitações, maioritariamente de micro e pequenas empresas, o que levou a que fosse criado um Help Desk com o suporte técnico e legal de uma das conceituadas sociedades de advogados da península ibérica – a Antas da Cunha ECIJA – musculando, assim, a capacidade de resposta da ACB”.

Até dia 24 de abril, foram registados e concluídos 420 pedidos de apoio, dos quais 202 foram efetuados através de chamada telefónica e 218 através de email ou outros meios digitais. As empresas dos setores do comércio e turismo (restauração e alojamento) são as que mais têm recorrido a este serviço, registando-se uma procura menos acentuada dos setores dos serviços e da indústria.

A maioria das empresas está sediada no concelho de Braga, mas registam-se também pedidos de apoio de empresas oriundas dos concelhos de Amares, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde.

As áreas que mais dúvidas suscitam estão relacionados com a Legislação Laboral e as medidas de apoio ao emprego, as medidas de flexibilização fiscal e contributiva e, por fim, as Linhas de crédito, moratórias bancárias e moratória no pagamento de rendas.

Informação disponibilizada diariamente aos associados

Para além do serviço de apoio, a ACB disponibiliza diariamente no seu site as principais notícias relacionadas com as novidades legislativas, sistemas de incentivos do Portugal 2020, informação sobre a evolução da atividade económica e outros assuntos de interesse empresarial, e procede, também, ao envio de e-newsletters aos associados destacando os assuntos de maior relevância.

“Desde o início desta crise, já publicamos mais de 70 artigos no site e expedimos mais de 20 newsletters aos nossos associados, procurando disponibilizar a informação da forma mais rápida e simples possível aos nossos associados para que possam tomar, atempadamente, as melhores decisões”, salienta Rui Marques.

Formação disponível para empresas em regime de e-learning

Não sendo possível estimar a duração desta crise epidémica, a ACB adaptou a sua oferta formativa dirigida a empresas e profissionais para um regime de formação à distância, de forma a que as empresas possam aproveitar este difícil período de redução, suspensão ou de encerramento da sua atividade para formar as suas equipas e reorganizarem os seus processos e planos de ação futuros.

Durante os próximos quatro meses, a ACB estima envolver mais de 500 quadros de empresas da região em ações de formação profissional.

Facilitar a adoção de processos de digitalização e promover negócios

A ACB está a desenvolver esforços, em parceria com algumas entidades regionais e nacionais, para apoiar as micro e pequenas empresas do setor do comércio e da restauração a aderir a processos rápidos de digitalização das suas operações, de forma a aumentar a sua capacidade de gerar receitas durante o período de encerramento ao público.

Neste âmbito, a ACB desenvolveu, em parceria com o Grupo ERRE, a plataforma Comprar em Braga, que regista, à data, a participação de 147 empresas, com o objetivo de dar visibilidade aos Associados da ACB que se encontram em funcionamento durante o período de estado de emergência, ao mesmo tempo que impulsiona a compra dos consumidores no comércio local.

Foram, ainda, estabelecidas parcerias com as Plataformas ‘Quietinho em Casa’ (com 53 empresas aderentes através da ACB), ‘Preserve’ (com 36 empresas aderentes da área de intervenção da ACB) e o marketplace ‘Dott’ – para apoiar o comércio local a vender online, sem qualquer custo de adesão.

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Braga

Homem acusado de tentar violar uma mulher na Póvoa de Lanhoso

Ministério Público

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público acusou de coação sexual um homem que tentou manter relações sexuais à força com uma mulher na via pública em Taíde, Póvoa de Lanhoso, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página na Internet, aquela procuradoria refere que o arguido está também acusado de dano, por ter socado e pontapeado o carro da vítima.

Os factos remontam à madrugada de 07 de janeiro deste ano, quando, segundo o Ministério Público, o arguido parou o veículo automóvel em que se transportava junto àquele em que se encontrava uma mulher, na via pública.

“Dirigiu-se à mesma, agarrando-a pelo cabelo, apalpando-lhe os seios e instando-a a manter com ele trato sexual de cópula”, descreve a acusação.

Como a mulher se tivesse debatido, lograsse libertar-se e começasse a gritar por socorro, o arguido, antes de abandonar o local, socou e pontapeou o carro da vítima, causando-lhe um prejuízo de 3.665 euros.

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Braga

Câmara de Braga rejeita novas competências na educação e saúde em 2021

Devido ao “forte impacto” financeiro

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Foto: Facebook de Município de Braga

A Câmara de Braga rejeitou hoje, por unanimidade, assumir novas competências em 2021 nas áreas da saúde e da educação, face ao “forte impacto” financeiro e funcional previsto.

Segundo o presidente da Câmara, Ricardo Rio, antes de assumir novas competências do Estado é “crucial” desenvolver um estudo detalhado que permita identificar os impactos mais relevantes, sobretudo no que respeita aos compromissos futuros decorrentes de recursos financeiros, patrimoniais e humanos.

“Gostaríamos de assumir competências nestas áreas se elas viessem devidamente clarificadas e dotadas dos recursos necessários para o podermos fazer em benefício dos cidadãos”, referiu.

O autarca sublinhou que estão em causa “duas áreas particularmente delicadas”, havendo já histórico de “má gestão” na transferência de competências na educação.

“Enquanto pudermos, rejeitamos [a transferência de competências], salvo se houver alteração das condições de enquadramento dessa descentralização”, disse.

Na reunião camarária, o vereador da CDU, Carlos Almeida, afirmou que o partido rejeita o modelo desenhado pelo Governo para descentralizar competências.

“O modelo não serve, não garante os recursos para que os serviços possam ser prestados na melhor qualidade às populações”, referiu, sublinhando que o caminho deveria ser a regionalização.

Os vereadores do PS votaram igualmente pela rejeição das competências, sublinhando que se trata de um processo que deve ser discutido, pelos impactos financeiros e organizacionais dele decorrentes.

“O município deve perceber em que caminhos se vai meter, compreendemos as cautelas em relação a este dossiê”, referiu o vereador socialista Artur Feio.

Para os socialistas, “é preciso que o caminho se faça” para que o município saiba de antemão quais são os impactos financeiros e organizacionais decorrentes da assunção de novas competências.

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Braga

Autarca de Braga aplaude candidatura de ex-reitor da UMinho à CCDR Norte

Ricardo Rio apoia António Cunha

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Foto: Divulgação / CM Braga

O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, congratulou-se hoje com a candidatura do ex-reitor da Universidade do Minho à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), sublinhando tratar-se de uma “excelente solução”.

Falando na reunião de Câmara, Ricardo Rio (PSD) apelou mesmo a todo o executivo para subscrever o termo de subscrição da candidatura, que considera “positiva” para o concelho, para a região e para o país.

“É uma excelente solução final. É uma personalidade de enormíssima capacidade, tem-no demonstrado nos diversos contextos em que intervém, quer enquanto reitor da Universidade do Minho e na interação com os vários domínios empresariais e científicos em que tem estado envolvido”, referiu.

O ex-reitor da Universidade do Minho António Cunha disse hoje à Lusa que é candidato à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), tendo o seu nome sido proposto pelo PS e pelo PSD.

“Sou candidato. Houve um acordo entre os dois partidos [PS e PSD] em relação ao meu nome, fui convidado e aceitei o convite que me foi feito”, referiu.

Para o presidente da Câmara de Braga, António Cunha “é um concretizador” e tem capacidade de mediação e interlocução com todos os agentes

Ex-reitor da UMinho candidata-se à presidência da CCDR Norte

“Eu, como presidente de câmara e cidadão, revejo-me nesta candidatura e irei apoiá-la, e julgo que os meus colegas do executivo também o deveriam fazer, porque acho que não é só positivo para Braga, é também positivo para a região e para o país”, acrescentou.

Os vereadores do PS e da CDU na Câmara de Braga escusaram-se a tomar posição sobre a candidatura, por não terem ainda conhecimento oficial da mesma e por considerarem que terão de ser os partidos a pronunciar-se.

As eleições indiretas para um presidente e um vice-presidente para cada uma das CCDR foram convocadas para 13 de outubro, entre as 16:00 e as 20:00, segundo um despacho publicado no Diário da República na quinta-feira.

A eleição decorrerá por um colégio eleitoral de autarcas, constituído pelos presidentes das câmaras municipais, presidentes das assembleias municipais, vereadores e deputados municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia da respetiva área geográfica.

Até agora, os presidentes das cinco CCDR – Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve – eram nomeados pelo Governo.

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