Mais de 160 obras vão estar em exposição na Bienal de Arte de Cerveira

A 20.ª Bienal de Arte de Cerveira, que vai decorrer entre 10 de agosto e 23 de setembro, em Vila Nova de Cerveira, vai expor 162 obras de 143 artistas, de 26 nacionalidades, revelou esta segunda-feira a organização.

Em comunicado, a Fundação Bienal de Cerveira (FBAC), que organiza o evento, adiantou que aquelas obras foram selecionadas pelo júri do concurso internacional da XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, entre “717 obras de artistas oriundos de 43 países”.

O coordenador artístico da XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, Cabral Pinto, citado naquela nota de imprensa, destacou “o acréscimo, em relação a 2017, de 111 autores e de 131 peças a concurso”.

Segundo a FBAC as obras agora selecionadas, de artistas “maioritariamente provenientes de países como Portugal, Brasil, Espanha, Perú e Rússia”, serão expostas no castelo de Vila Nova de Cerveira.

“Os trabalhos dos concorrentes, juntamente com outras obras de artistas convidados, estarão sujeitos aos Prémios Câmara Municipal (aquisição), num total de 20 mil euros”, adiantou a fundação.

O júri de seleção foi composto por artistas, investigadores e professores do ensino superior da área da arte contemporânea, nomeadamente, Albuquerque Mendes, António Olaio, Cabral Pinto, Jaime Silva, Ignacio Barcia Rodríguez, Miguel Carvalhais e Sandra Vieira Jürgens.

A XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, com o tema “Artes Plásticas Tradicionais e Artes Digitais – O Discurso da (Des)Ordem”, “manterá o formato adotado desde a primeira edição, em 1978, afirmando-se como um local de encontro, debate e investigação de arte contemporânea, num programa concertado com o ensino superior das artes a nível Europeu”.

Em 2018, o evento vai assinalar os 40 anos de existência e homenagear o pintor Cruzeiro Seixas, considerado “um dos expoentes máximos do surrealismo português”.

O evento integrará uma mostra retrospetiva da sua obra plástica e poética.

A 19.ª edição, que decorreu entre julho e setembro de 2017, recebeu 100 mil visitantes nos 14 espaços que acolheram 600 obras de arte, assinadas por cinco centenas de artistas de 35 países.

A edição de 2017 ocupou uma área de 8.300 metros quadrados de espaço expositivo, só na vila onde nasceu em 1978, e estendeu-se aos municípios vizinhos de Paredes de Coura e Caminha, e às localidades galegas de Vigo e Ourense, na Galiza.

 
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