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Mais de 1,1 milhões de mortos no mundo desde início de pandemia

Covid-19

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Foto: DR

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.105.691 mortos no mundo desde que o novo coronavírus foi descoberto em dezembro, na China, segundo um balanço referente às 12:00 em Lisboa, divulgado pela agência France-Presse (AFP).


No mesmo período, registaram-se 39.368.710 casos de infeção, dos quais mais de 27 milhões foram dados como curados.

Nas últimas 24 horas, registaram-se 6.118 mortos e 403.629 novos casos de covid-19.

Os países que registaram mais mortes no último dia foram a Índia (837 óbitos), os Estados Unidos (796) e o Brasil (754).

Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 218.602 mortos entre 8.050.385 casos, segundo o balanço da universidade Johns Hopkins citado pela AFP.

Pelo menos 3.197.539 pessoas foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países com mais vítimas mortais são o Brasil com 153.214 mortos em 5.200.300 casos, a Índia com 112.998 mortos (7.432.680 casos), o México com 85.704 mortes (841.661 infetados) e o Reino Unido com 43.429 mortes (689.257 casos).

Entre os países mais afetados, o Peru é o que conta com mais mortos em relação à sua população, 102 por cada 100.000 habitantes, seguido da Bélgica (89), da Bolívia (72) e da Espanha (72).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) declarou um total de 85.659 casos (13 nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortos (nenhum no último dia), e 80.766 pessoas curadas.

A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje 377.952 mortos em 10.402.140 casos, a Europa 248.695 mortes (7.185.938 infetados), os Estados Unidos e o Canadá 228.323 mortos (8.243.966 casos), a Ásia 157.980 mortos (9.595.343 infetados), o Médio Oriente 52.445 mortes (2.284.760 casos), África 39.293 mortos (1.623.444 casos) e a Oceânia 1.003 mortos (33.126 infetados).

O número de casos diagnosticados só reflete, contudo, uma fração do número real de infeções. Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de limitadas capacidades de despistagem.

O balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial de Saúde.

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Três mortos em ataque com faca em França

Em Nice

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Foto: Reuters

O número de mortos após um ataque com faca em Nice, no sudeste de França, subiu para três e a procuradoria antiterrorista anunciou a abertura de uma investigação por assassínio e tentativa de assassínio, noticia a AFP.

Fonte policial disse à agência francesa que duas pessoas, um homem e uma mulher, foram mortas na igreja de Notre-Dame, onde ocorreu o ataque, e uma terceira vítima, gravemente ferida, morreu num bar perto da igreja, onde se tinha refugiado.

A procuradoria antiterrorista anunciou a abertura de uma investigação por “assassínio” e “tentativa de assassínio” após o ataque, em que pelo menos uma das vítimas mortais foi degolada e várias outras pessoas ficaram feridas.

Os factos ocorreram por volta das 09:00 no local (08:00 em Lisboa) perto da Igreja de Notre-Dame, no centro de Nice, acrescentou uma fonte policial.

Muitos polícias e bombeiros estão no local, referiu um jornalista da AFP que se encontra fora do perímetro de segurança e a algumas dezenas de metros da igreja.

O tráfego dos elétricos foi interrompido nesta área movimentada.

“A situação está sob controlo, não devemos entrar em pânico”, disse a polícia local.

“As detonações que ouvem são causadas pela operação de desminagem”, acrescentou a porta-voz da polícia Florence Gavello.

O Ministro do Interior, Gérald Darmanin, anunciou na rede social Twitter a realização de uma “reunião de crise” em Paris, enquanto a Assembleia Nacional decidiu guardar um minuto de silêncio em solidariedade com as vítimas e os seus parentes.

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, saiu de urgência da Assembleia Nacional, onde compareceu para esclarecer sobre o novo confinamento devido à pandemia do novo coronavírus, para se dirigir à unidade de crise.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, também vai estar presente nesta reunião, anunciou o palácio do Eliseu.

Nice esteve enlutada em 2016 depois de um ataque que deixou 86 mortos na famosa avenida Promenade des Anglais, em 14 de julho, em pleno feriado nacional.

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Antiviral remdesivir já rendeu à fabricante 766 milhões de euros

Covid-19

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Foto: DR

O medicamento antiviral remdesivir, utilizado para doentes hospitalizados com covid-19, já rendeu à fabricante, a Gilead Sciences, quase 900 milhões de dólares (766 milhões de euros) no terceiro trimestre do ano, anunciou hoje a empresa farmacêutica.

Devido às vendas do remdesivir, inicialmente desenvolvido em vão contra a febre hemorrágica do Ébola, o grupo viu o seu volume de negócios trimestral aumentar 17%, para 6,58 mil milhões de dólares.

A empresa voltou também novamente a ser rentável.

Em 22 de outubro a Direção-Geral da Saúde anunciou que vai adquirir entre este mês e março de 2021 mais de 100.000 frascos do medicamento, com a designação comercial Veklury, para tratamento de doentes com covid-19.

A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e anunciada pela ministra da Saúde, Marta Temido, que explicou que “a aquisição de mais de cem mil frascos” terá um custo de cerca de 35 milhões de euros, uma vez que cada um custa 345 euros.

O remdesivir é indicado para o tratamento de doentes adultos e adolescentes com pneumonia que necessitem de oxigénio suplementar e foi autorizado na União Europeia para a covid-19, lembrou Marta Temido.

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Instagram anuncia alterações às suas políticas de nudez

Em causa fotos com seios

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Foto: DR

A rede social Instagram anunciou que vai atualizar a sua política de nudez, nomeadamente em relação às fotos de seios, em resposta a uma campanha de uma modelo de tamanho grande, que se queixou de discriminação.

A plataforma é regularmente acusada de excesso de pudor e, sobretudo, de falta de objetividade na aplicação das suas regras sobre a nudez.

As regras proíbem “grandes planos de nádegas totalmente expostas” e “mamilos de mulheres descobertos”, mas em vários casos a moderação removeu fotografias de mulheres nuas mostrando as suas formas e protuberâncias ou cobrindo os seus seios.

Estas regras tinham sido denunciadas numa campanha liderada pela supermodelo britânica Nyome Nicholas-Williams, entre outros, que promove a moda inclusiva.

Com a nova atualização, o conteúdo em que uma pessoa abraça ou simplesmente segura os seus seios será permitido.

“Esperemos que esta mudança de política acabe com a censura dos corpos negros e gordos”, disse a modelo, na sua conta de Instagram.

A porta-voz da rede social frisou que “ter o ´feedback` dos membros da comunidade ´+corpo positivo+`” ajudou o Instagram “a compreender as limitações desta política” e como poderia ser melhorada.

A iniciativa foi também elogiada pela DJ Leslie Barbara Butch, cuja foto de primeira página na revista francesa Télérama, sobre discriminação de pessoas com peso a mais, tinha sido censurada pela rede social.

“Esta regra finalmente caiu” e “estará realmente em vigor na quarta-feira”, a DJ numa publicação em língua francesa sobre o Instagram, desafiando os seguidores a verificar se o funcionamento da rede social está em conformidade com as medidas anunciadas.

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