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Alto Minho

Mais 4 confirmações para o Vodafone Paredes de Coura 2016

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O electro-pop de Chvrches, o indie folk de The Tallest Man on Earth, a veterana do R&B Sharon Jones e o prodigioso Ryley Walker são as novas confirmações para o Vodafone Paredes de Coura 2016, que decorre de 17 a 20 de agosto.

Quando o trio de Glasgow, Chvrches, editou o álbum de estreia, em 2013, poucos sabiam o seu nome, mas muito mudou nos últimos anos. Depois de mais de 500 mil álbuns vendidos, de esgotarem concertos por todo o mundo e de conquistarem o sucesso entre o público e a crítica, a banda regressa ao Vodafone Paredes de Coura com “Every Open Eye”. O álbum de 2015, gravado no mesmo estúdio caseiro do primeiro LP, partiu de algumas ideias que a banda juntou enquanto esteve na estrada.

Também da Europa, mas da Suécia, chega Kristian Matsson, mais conhecido como The Tallest Man on Earth. Depois dos primeiros registos marcados pela sua voz e guitarra acústica, Matsson foi adicionando, nos últimos álbuns, várias camadas de instrumentalização. “Dark Bird Is Home” (2015), considerado o seu álbum mais pessoal, apresenta um mundo de sonhadores e viajantes com luzes, sombras, fantasmas, árvores e pássaros.

Enquanto muitos artistas vão e vêm, o ritmo e sentimento dos The Dap-Kings e a energia e alma honesta de Sharon Jones não desaparecem. Entre apresentações ao vivo eletrizantes e álbuns com aclamação da crítica e deleite do público, a banda já se apresentou por todo o mundo, além de ter colaborado com alguns dos maiores nomes da música, incluindo David Byrne e Michael Bublé. Em 2013, e a lutar contra um cancro, Sharon Jones teve energia suficiente para concluir “Give People What They Want”, editado em 2014. Um ano mais tarde, foi a vez de estrear o filme sobre a vocalista, “Miss Sharon Jones!”, no Festival Internacional de Toronto e de editar “It’s a Holiday Soul Party”, uma coleção de músicas de Natal e Hanukkah.

Ryley Walker é a reencarnação do verdadeiro guitarrista americano. O cantor e compositor até pode ter começado a sua carreira por acaso, mas o seu sucesso não é um acidente. Dificuldades e contratempos só parecem instigá-lo criativamente. “Primrose Green”, o último álbum editado o ano passado, começa onde “All Kinds Of You” termina, mas rapidamente viaja para mais longe. O título pastoral e pitoresco esconde qualidades que a prática interminável e a disciplina transformam numa obra-prima. Ninguém sabe o que o futuro reserva para Ryley Walker. Por agora, a banda que mistura novos e velhos talentos de Chicago está pronta para apresentar “Primrose Green” no Vodafone Paredes de Coura.

novas confirmacoes paredes de coura cartaz

Estes nomes juntam-se aos já confirmados LCD Soundsystem, Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods e The Bohicas.

Os passes gerais para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em BOL.pt, Ticketscript, Seetickets e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés, Worten,…) pelo preço de 90,00 euros.

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Viana do Castelo

Acidente na Bulgária mata jovem de Viana

Acidente terá envolvido um veículo ligeiro e um autocarro

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Foto: DR

Um português, oriundo de Viana do Castelo, morreu, esta segunda-feira, na Bulgária após um acidente de viação na província de Blagoevgrad.

Segundo o Jornal de Notícias, a vítima mortal é Nuno Barbosa, de 36 anos, residente em Meadela, naquele concelho do Alto Minho.

Com o português, viajavam mais duas pessoas que sofreram ferimentos. Uma fonte da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas avançou que, apesar das mazelas, se encontram ambas “fora de perigo”.

Na noite de terça-feira, nas redes sociais, a onda de luto e os votos de condolência aos amigos e família do condutor português multiplicavam-se.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros prestou já as devidas condolências à família do vianense tendo disponibilizado todo o “apoio nos procedimentos inerentes à realização dos exames forenses e à trasladação do corpo para Portugal”.

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Ponte de Lima

O melhor do sarrabulho em certame de Ponte de Lima

Fins-de-Semana Gastronómicos

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Foto: Divulgação

Ponte de Lima recebe, de sexta-feira e domingo, a XIII Feira do Porco e as Delicias do Sarrabulho, anunciou a autarquia em comunicado.

O evento visa promover a gastronomia da região, uma das mais distintas em Portugal e também responsável pelo crescimento da economia local.

A iniciativa, a ter lugar no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima, vai receber produtores regionais de comida e artesanato, assim como, cantares tradicionais, provas de vinho e vários workshops.

A música ficará a cargo de Bárbara Tinoco e Marco Rodrigues, figuras conhecidas da música popular portuguesa.

O município promove, para este acontecimento, alojamento local, para as noites em que decorre a feira, com 10% de desconto.

A Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho enquadra-se ainda nos Fins-de-Semana Gastronómicos, iniciativa promovida pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal.

 

 

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Alto Minho

Minho e Galiza unem-se para melhorar previsões e aumentar segurança de portos

Instalação e aperfeiçoamento de radares de observação

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Foto: DR / Arquivo

Entidades do Norte de Portugal e da Galiza uniram-se para, através da instalação e aperfeiçoamento de radares de observação, melhorarem a “capacidade das previsões atmosféricas” e com isso contribuírem para uma maior segurança dos portos e da população.

“Este projeto pode melhorar e muito a capacidade operacional dos portos”, disse, em declarações à Lusa, José Carlos Matos, responsável pela área da energia eólica do Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI), no Porto.

A parceria entre o INEGI e as várias entidades galegas surgiu há “quase 10 anos” no âmbito dos RAIA, projetos de observação oceânica de “média dimensão” que integram o Programa de Cooperação INTERREG V-A Espanha-Portugal (POCTEP) e que culminaram, agora, num projeto de maior enfoque: o “RADAR ON RAIA”.

Iniciada em julho de 2019 e financiado em mais de um milhão de euros pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), esta colaboração transfronteiriça visa “reforçar a capacidade de observação” e, com isso, “melhorar as previsões atmosféricas”.

“Quando falamos em capacidade de observação estamos a falar essencialmente de radares que nos permitem a observação de condições atmosféricas e de ondulação a uma distância elevada da costa”, explicou o responsável, adiantando que estas observações vão permitir “corrigir as previsões”.

“Ao juntarmos as observações às previsões atmosféricas, vamos poder corrigir as previsões e melhorar a sua precisão significativamente. Isto torna-se muito útil quando, por exemplo, uma autoridade portuária está a planear operações de entrada e saída de barcos”, exemplificou José Carlos Matos.

A monitorização das embarcações de pesca e de recreio, ou a organização de eventos náuticos são alguns dos exemplos e das aplicações que o projeto poderá vir a ter assim que as infraestruturas de observação oceânicas (rede de radares de alta frequência), já existentes na Galiza, começarem a ser implementadas no Norte de Portugal.

Segundo o responsável, além das duas torres de observação que já existem a sul da zona de Ovar, no distrito de Aveiro, e que vão auxiliar no processo de observação, está prevista a instalação, “até ao final do semestre”, de mais três torres meteorológicas nos portos de Aveiro, Leixões e Viana do Castelo.

“Estamos em processo de aquisição das torres e em negociações com as administrações dos portos, na tentativa de assegurar as condições logísticas necessárias para que operem sem problemas”, afirmou José Carlos Matos, fazendo referência àquela que é a tarefa do INEGI no âmbito desta colaboração transfronteiriça.

Além da criação da rede de torres, o INEGI vai desenvolver “modelos de assimilação”, tendo por base os dados provenientes dos radares, ou seja, das observações acerca de correntes, vento e ondulações, e as previsões meteorológicas, com vista à elaboração de “mapas em tempo real”.

À semelhança do INEGI, integram este projeto o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), no Porto, que vai desenvolver “uma infraestrutura de dados para receber toda a informação”, e o Instituto Hidrográfico, que é responsável pela recuperação de radares e pela compra de equipamentos.

“Tudo isto está inserido numa lógica de segurança das pessoas e dos equipamentos. Depois há outros aspetos que não decorrem do projeto em si, mas que ele adquire, que é toda esta questão de conseguirmos alimentar as previsões com observações para serem mais precisas e que podem ter um sem número de aplicações a nível de domínios que não este do mar”, concluiu José Carlos Matos.

O “RADAR ON RAIA” – que tem como coordenador o Centro Tecnológico del Mar e como parceiros galegos o Instituto tecnológico para el control del medio marino de Galicia, a Agencia Estatal Consejo Superior de Investigaciones Científicas, o Organismo Público Puertos del Estado, a Universidade de Vigo e a Universidade de Santiago de Compostela – tem uma duração prevista de 36 meses, isto é, até 2021.

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