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Região

Mãe homicida “tenta” evitar cadeia com recurso junto da Relação de Guimarães

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Susana Pereira e o filho Carlinhos

Mãe homicida de Barcelos quer evitar cadeia e já interpôs recurso junto do Tribunal da Relação de Guimarães. Mesmo que seja dada como “curada”, a mulher quer cumprir pena numa prisão para inimputáveis.

Susana Pereira, que viu vida mediatizada depois de se ter lançado ao Rio Cávado, de ponte em Rio Côvo Santa Eugénia em junho do ano passado, com filho de seis anos ao colo, está internada na Casa de Saúde do Bom Jesus, em Nogueira, Braga, onde cumpre pena de 10 anos de prisão pela morte do filho Carlinhos, que não resistiu à queda que o levou ao afogamento.

No entanto, a mulher quer que a pena seja reduzida ao mínimo, acrescentando ainda um detalhe caso fique curada da alegada doença do foro psiquiátrico que a mantém internada, ou seja, que a pena seja integralmente cumprida num estabelecimento destinado a inimputáveis, mesmo que esta seja dada como curada dos problemas do foro psiquiátrico antes de terminar o prazo da pena.

Basicamente, Susana Pereira quer, alegadamente, evitar um estabelecimento prisional. A mulher de 37 anos foi condenado pelo coletivo de juízes pelo crime de homicídio qualificado, mas acabou por ver o tribunal condená-la por “homicídio simples” face à “imputabilidade diminuída”.

O crime remonta a 17 de junho e chocou Barcelos, quando Susana Pereira se lançou com Carlinhos – medicado previamente com calmantes – ao colo da ponte sobre o Rio Cávado em Rio Côvo Santa Eugénia. A mãe acabou resgatada com vida, já Carlinhos foi encontrado sem vida um dia depois.

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Guimarães

Mulher de 28 anos sofre queimaduras graves em restaurante de Guimarães

Em Selho São Jorge

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Foto: DR / Arquivo

Uma mulher, com 28 anos, sofreu ferimentos graves na sequência de um acidente num restaurante, esta sexta-feira à noite, em Selho São Jorge, concelho de Guimarães, disse a O MINHO fonte do CDOS de Braga.

Ao que apurámos junto de fonte dos bombeiros, a vítima terá sofrido queimaduras de 1.º e 2.º grau, na face, no tórax e nos membros superiores, ao que tudo indica, provocadas por um acidente de trabalho, ocorrido no estabelecimento da Rua Padre José Gonçalves.

No local, estiveram dois operacionais dos Bombeiros de Guimarães com uma ambulância, transportando a vítima para o Hospital de São João, no Porto, em estado considerado “grave”.

A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Famalicão fez acompanhamento médico da ocorrência.

A GNR registou o incidente, cujas causas estão ainda por apurar. O alerta foi dado cerca das 22:00.

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Braga

Montenegro indigna militantes ao falar em autarca da Póvoa de Lanhoso que morreu há um ano

Eleições PSD

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Foto: DR / Arquivo

Cartas personalizadas enviadas por Luís Montenegro a militantes do PSD no distrito de Braga estão a causar uma onda de indignação por entre os apoiantes de Rui Rio.

Numa dessas missivas, enviada aos eleitores da Póvoa de Lanhoso, Montenegro recorda Manuel Baptista, antigo presidente da Câmara que morreu em fevereiro de 2019.

“O seu legado e visão são hoje continuados pelo nosso amigo Avelino Silva [atual presidente da Câmara eleito pelo PSD], com quem conto incondicionalmente para ajudar na difícil tarefa que temos em mãos: revigorar o PSD e mobilizar Portugal”, pode ler-se no documento.

Em declarações ao jornal Observador, o vice-presidente da distrital da JSD de Braga, Alexandre Coimbra Peixoto, tece críticas por considerar que Montenegro está a “utilizar o nome de alguém” que é “muito querido” para “capitalizar votos de militantes”. “Isso indignou-me não só a mim, mas a militantes que apoiam as duas candidaturas”, disse o dirigente da jota.

O “presidente Batista morreu há menos de um ano e está muito presente na memória dos povenses”, por isso utilizar o nome é “uma atitude que não abona a favor de Luís Montenegro”, explica Coimbra Peixoto.

Eleições no PSD: Resultados nas maiores concelhias

Fala ainda em “profunda demonstração de falta de carácter e de vergonha” quando “insinua o apoio do presidente da Câmara, Avelino Silva, à sua candidatura”. Luís Montenegro conquistou apenas 19 votos nesta secção, contra 149 votos para Rui Rio.

Referência a eurodeputado

Na concelhia de Vila Verde, as cartas falavam em José Manuel Fernandes (JMF), atual eurodeputado eleito pelo PSD e apoiante manifesto de Rui Rio desde a primeira volta.

Carta enviada por Luís Montenegro aos militantes PSD de Vila Verde

Depois de receberem cartas com referência ao antigo presidente da autarquia, JMF enviou uma SMS aos militantes de Vila Verde, apelando ao voto em Rui Rio.

“Apoio Rui Rio a presidente do PSD. É o melhor. Para Vila Verde e Portugal. Sábado (14h-20h), vota Rui Rio. Portugal precisa do PSD forte. José Manuel Fernandes”, dizia a mensagem escrita. Em Vila Verde, 482 votaram em Rui Rio, contra 142 de Luís Montenegro.

Ao mesmo jornal, fonte da candidatura de Montenengro nega que as cartas sugiram apoio de quem é mencionado: “As cartas pretendem apenas dizer que contamos com todos no dia a seguir às eleições. Que não excluímos ninguém”.

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Alto Minho

Queixas de moradores força mudança de local do Festival Sonic Blast em Moledo

Nova localização discutida na terça-feira

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Foto: Facebook de Sonic Blast

O presidente da Câmara de Caminha disse, esta sexta-feira, que as queixas da população de Moledo estão na origem da mudança de local do Sonic Blast e que na terça-feira haverá uma reunião para analisar um novo espaço para o festival.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Alves adiantou ter recebido um abaixo-assinado de moradores de Moledo, lançado após à edição de 2019, queixando-se do “barulho e dos danos que o som excessivo causava nas habitações mais próximas do evento”.

O autarca reconheceu a “dimensão e projeção interessante” que o festival de rock psicadélico e ‘stoner rock’ atingiu, adiantando que a nova localização deverá ficar resolvida na reunião que irá decorrer na Câmara de Caminha, na terça-feira, pelas 15:00.

Contactado pela Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Moledo, Joaquim Guardão, confirmou as reclamações dos moradores, adiantando que “as pessoas não estão contra o festival, mas contra o local onde decorre”, em pleno centro da freguesia.

“Não têm descanso e, além de não dormirem antes, durante e depois de cada dia do festival [que decorre em agosto], queixam-se de que o som forte lhes provoca danos nas casas”, referiu.

Joaquim Guardão explicou que “a Câmara de Caminha e a junta estão a desenvolver todos os esforços para encontrar um novo local, mais longe das casas, para instalar um festival muito importante para a freguesia e que, este ano, terá a sua décima edição”.

“É uma mais-valia para Modelo e para Caminha. Não queremos que o festival saia do concelho. Acredito que da reunião da próxima terça-feira sairá fumo branco”, afirmou o autarca.

Joaquim Guardão especificou que as últimas nove edições do festival decorreram “na Rua da Costa, próximo do edifício da junta de freguesia, no espaço de um parque infantil, bem no centro de Moledo”.

O novo espaço em estudo “fica situado nas proximidades da antiga estrada velha”, como é localmente conhecida, “mais distante do centro de Moledo, mas igualmente bem localizado”.

A Lusa contactou o organizador do festival, Ricardo Rios, que se escusou a fazer comentários, remetendo uma posição sobre o assunto para um comunicado que irá emitir, sem, no entanto, especificar quando.

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