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Atletismo

Luís Saraiva (SC Braga), melhor português na São Silvestre do Porto

26.ª edição

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Foto: Divulgação

O espanhol Alejandro Fernández, do Ourense Atletismo, venceu, este domingo, a 26.ª S. Silvestre Cidade do Porto, na distância de 10 quilómetros, tendo concluído a corrida em 29 minutos e 53 segundos. Luís Saraiva, do SC Braga, foi o melhor português, ao terminar em segundo da geral.


Mónica Silva, do Centro Desportivo S. Salvador do Campo, em Santo Tirso, ganhou a competição feminina, com o tempo de 35.17 minutos.

A organização, a cargo da Runporto, diz que esta é “a maior” S. Silvestre nacional devido ao número de participantes, que este ano foram 12 mil na corrida de 10 quilómetros e seis mil na caminhada de cinco pelas ruas da cidade.

A organização disse à agência Lusa que terminaram esta prova 9.277 atletas, um número que fica aquém do recorde obtido em 2015, ano em que 10.880 atletas cortaram a meta.

Alejandro Fernández, um estreante e especialista nesta distância, impôs-se à concorrência e cortou a meta isolado, deixando o segundo classificado, Luís Saraiva, do Sporting de Braga, a quatro segundos, e o terceiro, Nuno Costa, do Maia, a 39.

Oito vezes vencedor da corrida, o sportinguista Rui Pedro Silva teve um desempenho discreto e ficou-se pelo 14.º lugar, com 32 minutos e 26 segundos.

Na corrida feminina, Mónica Silva passou em terceiro lugar a meio, chegou depois ao segundo posto e foi já na ponta final, no túnel da Rua de Ceuta, a poucas centenas de metros da meta instalada na via ascendente da Avenida dos Aliados, no Porto, que subiu ao primeiro posto.

Mónica Silva ganhou esta prova pela primeira vez, depois de já ter sido segunda e terceira classificada em edições anteriores, e por isso foi grande a sua satisfação com o triunfo obtido, mais do que com o tempo alcançado, com aliás confessou.

Milhares de pessoas seguiram de perto esta prova, tanto na partida e na chegada, na Avenida dos Aliados, como durante o percurso pelas ruas da cidade.

A edição de 2019 reuniu participantes de 42 países e, “pelo terceiro ano consecutivo, o evento foi distinguido com cinco estrelas pela Associação Europeia de Atletismo”, informou ainda a organização.

– Classificações:

– Masculinos:

1. Alejandro Fernández, Ourense Atletismo, 29.53 minutos

2. Luís Saraiva, Sporting de Braga 29.57

3. Nuno Costa, Maia AC, 30.32

– Femininos:

1. Mónica Silva, CD S. Salvador do Campo, 35.17 minutos

2. Daniela Cunha, individual, 35.30

3. Marisa Barros, Salgueiros, 35.43

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Atletismo

Patrícia Mamona renova com o Sporting

Triplo salto

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Foto: DR / Arquivo

A atleta Patricia Mamona, 11 vezes campeã nacional de triplo salto, renovou com o Sporting, que representa desde 2011, anunciou hoje o clube na rede social Facebook.

“Estou muito feliz por prolongar a minha ligação ao Sporting. É um orgulho enorme fazer parte desta família e poder continuar a lutar por títulos neste clube”, refere a recordista nacional da especialidade (14,65 metros).

Patrícia Mamona, de 31 anos, conta no seu palmarés com uma medalha de ouro no Europeu2016, em Amesterdão, nos Países Baixos, e uma de prata alcançada em Helsínquia, na Finlândia, em 2012.

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Atletismo

Campeonatos Portugal de atletismo sábado em cinco pistas em simultâneo. Uma em Braga

Lisboa, Braga, Madeira e duas nos Açores

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Foto: DR / Arquivo

Cinco localidades diferentes vão ser palco em simultâneo, no sábado, dos Campeonatos de Portugal de atletismo, uma realidade que reflete a situação de exceção originada pelo combate à pandemia de covid-19.

A maior parte dos atletas vai estar no Estádio Universitário, em Lisboa, mas também se competirá em Braga, na Madeira (Ribeira Brava) e nos Açores (Ponta Delgada e Angra do Heroísmo).

A Federação Portuguesa de Atletismo faz por seguir as restrições definidas para a utilização de recintos desportivos e para a realização da prática desportiva, ao mesmo tempo que minimiza deslocações, necessidades de alojamento e refeições fora do local de residência de atletas, treinadores, dirigentes, juízes e pessoal de apoio.

Quem mais vai sentir a diferença de formato serão certamente os atletas das ilhas, com algumas provas em que haverá mesmo um só atleta em ação, no estádio.

Com a única exceção dos 100 metros, todas as corridas se vão disputar por séries, havendo depois o cruzamento de marcas para as classificações finais. Regra idêntica vale para os concursos.

Em última análise, até pode acontecer um pódio composto por atletas que estiveram em ação em três estádios diferentes.

Na prática, os mais cotados vão estar em Lisboa, nomeadamente a representar o Sporting e o Benfica.

Em ano atípico, sem o estímulo de preparar a ida aos Jogos Olímpicos de Tóquio ou os Europeus de Paris – ambos adiados, esta será a ocasião para ver os melhores portugueses da modalidade, mesmo sendo certo que a forma não deverá ser a melhor.

Com a qualificação olímpica suspensa até novembro, o objetivo não passa pelas marcas, mas por medalhas que possam enriquecer o palmarés individual.

O foco, mais uma vez, deverá ser o triplo salto. Pedro Pichardo (Benfica) e Nelson Évora (Sporting), em masculinos, e Susana Costa (Academia Fernanda Ribeiro), Patrícia Mamona e Evelise Veiga (Sporting) estarão todos em Lisboa.

Auriol Dongmo (Sporting), recente recordista nacional do peso, procura o seu primeiro título nacional absoluto. Em masculinos, a luta deverá ser entre Francisco Belo e Tsanko Arnaudov, ambos do Benfica e os dois acima dos 20 metros, este ano.

Na velocidade, Lorene Bazolo (Sporting) é favorita para 100 e 200 metros e Cátia Azevedo (Sporting) para os 400, enquanto que na mesma distância, mas com barreiras, deverá confirmar-se o bom regresso este ano de Vera Barbosa (Sporting).

Marta Pen (Sporting) está inscrita nas distâncias entre os 400 metros e os 1.500 metros, para decidir no dia.

Para o lançamento do disco, o duelo em Lisboa é entre Liliana Cá (N Luz) e Irina Rodrigues, enquanto que nas provas de 3.000 metros marcha deve ser grande a superioridade de Ana Cabecinha (Pechão) e João Vieira (Sporting).

A nível de meio-fundo, o facto de não se correr acima dos 3.000 metros levou ao desinteresse generalizado dos melhores, mas ainda assim pode haver um despique interessante na pista de Braga – entre a bracarense Mariana Machado e a sportinguista Sara Moreira.

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Atletismo

FPA prolonga integração no Projeto de Alto Rendimento até março de 2021

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) prolongou a integração de atletas e treinadores no Projeto de Alto Rendimento (PAR) até março de 2021, “considerando o contexto de pandemia” de covid-19, que provocou a interrupção da atividade desportiva.

A decisão do organismo federativo, anunciada na quinta-feira, visa os atletas de nível quatro e cinco que já estavam no início da pandemia integrados no PAR, programa que é financiado, entre outros, pelo Instituto Português de Desporto e Juventude (IPDJ) e o Comité Olímpico de Portugal (COP).

“Esta decisão permite que os atletas tenham a possibilidade de defender o seu nível de integração, através da participação num período competitivo e da possibilidade de participarem nos trabalhos de setor previstos normalmente para final o do ano”, explicou o presidente da FPA, Jorge Vieira.

O plano de apoio ao alto rendimento foi desenvolvido pela FPA, com o objetivo de melhorar as condições de preparação dos atletas portugueses com vista aos Jogos Olímpicos Rio2016 e Tóquio2020, adiados para 2021 devido à pandemia.

São integrados no PAR os atletas e os seus treinadores que obtenham determinadas classificações em competições internacionais, ou que alcancem determinadas marcas de acordo com as tabelas de prestação desportiva, atualizadas anualmente.

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