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Região

Locais emblemáticos de Braga, Viana e Guimarães invadem carteirinhas de açúcar dos cafés Christina

Coleção “Olhar o Norte” reúne sete locais do Minho, num total de 12 ‘spots’ escolhidos

em

Foto: Divulgação

A marca portuguesa de cafés torrados mais antiga da Nestlé, Cafés CHRISTINA, convidou a fotógrafa e instagrammer Teresa Freitas a captar, através do seu olhar, alguns dos locais mais emblemáticos da região Norte.


Do Santuário de Santa Luzia ou da Casa da Praça, em Viana do Castelo, subindo o Bom Jesus do Monte, passeando pela Avenida da Liberdade e visitando a Casa dos Biscaínhos ou o Arco da Porta Nova, em Braga, em Braga, ou contemplando a Casa do Arco, em Guimarães, são sete, de um total de doze, os locais representados nesta edição de pacotes de açúcar da marca, denominada Olhar o Norte, que passa, ainda, pelo Porto (quatro locais) e Santa Maria da Feira (um).

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Apaixonada pelo Norte de Portugal, Teresa Freitas, natural de Lisboa, é designer gráfica e uma instagrammer com mais de 140 mil seguidores.

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Braga

Rebentamento de gás nas obras do Burger King corta trânsito em Braga

Em São Vicente

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O rebentamento de uma conduta de gás nas obras de uma loja do Burger King, em São Vicente, Braga, condicionou o trânsito à entrada da cidade, apurou O MINHO no local.

Por motivos ainda por apurar, uma das condutas sofreu uma fuga, com o gás a ser visível a olho nu enquanto era descarregado dos tubos.

Para o local foi acionada uma equipa dos Bombeiros Sapadores de Braga com seis elementos e duas viaturas. Esteve também o piquete da empresa de gás responsável pela conduta.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O trânsito, junto ao nó de Ínfias, esteve condicionado durante mais de uma hora, chegando a haver corte de via coordenada pela PSP.

Não há registo de feridos.

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Alto Minho

BE questiona Governo sobre impactos da construção de linha de alta tensão no Alto Minho

Polémica

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Foto: Ilustrativa / DR

O Bloco de Esquerda quer saber qual o impacto da construção da linha dupla de alta e muita alta tensão, que vai desde Fonte Fria, Galiza, e abrange cinco concelhos do Alto Minho, na população e na paisagem local.

Numa pergunta dirigida ao ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, hoje enviada à Lusa, os deputados Maria Manuel Rola e Jorge Costa dizem “poder estar em causa impactes negativos causados pela linha elétrica na saúde das populações, na paisagem e no território”, desde Ponte de Lima até Melgaço.

O projeto está em consulta pública desde o dia 15 de junho até ao dia 24 de julho.

“O projeto de traçado desta linha dupla de alta e muito alta tensão de 400 quilovolt [kV] incide em áreas de valor incalculável e extremamente sensível, como o Parque Nacional Peneda-Gerês, áreas da Rede Natura 2000, Sítios de Importância Comunitária e monumentos nacionais de paisagem cultural”, sustentam os deputados do Bloco.

Os deputados do BE alertam que “as linhas que a Rede Elétrica Nacional (REN) quer implantar preveem o transporte de energia numa potência inaudita em Portugal, num traçado que até agora foi apresentado de forma pouco rigorosa (intencionalmente ou não) quanto à proximidade a locais povoados, sem que as várias Juntas de Freguesia tenham recebido o estudo de Impacte Ambiental e sem que as populações afetadas tenham sido devidamente informadas”.

Destacam que “a implantação da nova dupla linha de 51 quilómetros, totalizando 6.029 hectares, passa por seis concelhos, Vila Verde (Braga), Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Monção e Melgaço (Viana do Castelo), totalizando 55 freguesias”.

No requerimento frisam que “recentemente a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez aprovou, por unanimidade, três moções de rejeição ao projeto de linha de alta e muito alta tensão”, adiantando que “este projeto tem causado a indignação de autarcas e da população no Alto Minho e na Galiza”.

Os deputados do Bloco de Esquerda querem saber se o Governo, face ao “elevado impacto da instalação de uma linha de muito alta tensão e a falta de esclarecimento sobre esta matéria junto das autarquias e populações afetadas, vai alargar o prazo de consulta pública do projeto e se vai exigir à REN que a proposta de traçado seja apresentada de forma rigorosa, com identificação clara dos núcleos populacionais, edifícios e respetivos usos, património cultural e ambiental, que possam vir a ser sobrepostos pela mencionada linha de muito alta tensão”.

O Bloco quer igualmente ser informado sobre a intenção do Governo de “proceder à realização de um estudo que avalie a possibilidade da colocação subterrânea dos cabos da linha elétrica, tal como recomendou, em 2018, uma resolução da Assembleia da República”.

Naquela recomendação, a AR pede ainda ao Governo que “suspenda a construção da linha de muito alta tensão em Barcelos e em Ponte de Lima, enquanto não forem conhecidas as conclusões do referido estudo”, e reclama “a regulamentação urgente dos níveis máximos de exposição humana admitidos a campos eletromagnéticos derivados das linhas, instalações ou equipamentos de alta e muito alta tensão”.

Em causa está a construção de uma linha elétrica de 400 kV desde Fontefria, em território galego, Espanha, até à fronteira portuguesa, com o seu prolongamento à rede elétrica nacional, no âmbito da Rede Nacional de Transporte operada pela empresa REN.

Em 2015, o projeto foi “recalendarizado” para ser submetido a novos estudos.

De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental, o troço nacional deste projeto prevê a construção de duas novas linhas duplas trifásicas de 400 kV, atravessando, potencialmente, 121 freguesias.

A proximidade desta linha, aérea, às casas, as consequências dos campos eletromagnéticos gerados na saúde humana ou o impacto visual de torres 75 metros com margens de segurança de 45 metros para cada lado são as principais preocupações das populações de ambos os lados da fronteira.

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Região

Municípios vão participar na gestão do Parque Nacional da Peneda-Gerês

Ambiente

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Foto: Gonçalo Barros

O ministro do Ambiente anunciou hoje que o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) vai passar a ser gerido também pelos municípios que o integram, sublinhando que a proximidade é um fator “absolutamente fundamental” para a valorização daquela área protegida.

No Gerês, em Terras de Bouro, João Pedro Matos Fernandes presidiu também à formalização da contratação de 50 elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais alocados ao PNPG, que assim passam a ser funcionários do Estado.

Para o governante, o grande incêndio que em 2016 consumiu cerca de 7.700 hectares do PNPG fez soar os alarmes e esteve na origem da “revolução” na forma de gerir aquele que é o único parque nacional do país.

“Os parques eram geridos muito à distância, a partir de Lisboa”, referiu, sublinhando que nunca se reviu na “figura majestática” de diretor de parque, que apelidou de uma espécie de “autarca não eleito”.

Uma situação que foi alterada com a nova lei orgânica do Instituto para a Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e com a chamada dos municípios para participarem na gestão dos espaços naturais.

“A proximidade é um valor fundamental na gestão do território”, sublinhou.

Assim, e até ao final do ano, os municípios de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, Montalegre, distrito de Vila Real, e Terras de Bouro, distrito de Braga, vão começar a participar na gestão do PNGP, conjuntamente com o ICNF.

Este instituto manterá todas as suas responsabilidades em termos de licenciamentos, cabendo aos municípios uma atuação mais no campo da valorização dos territórios.

Trata-se de um modelo de cogestão, que já está a ser implementado no Parque do Tejo Internacional.

Numa primeira fase, o presidente do PNPG será o autarca de Arcos de Valdevez (distrito de Viana do Castelo), João Esteves.

Paralelamente, o ICNF assumiu hoje a contratação, para os seus quadros, dos 50 elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais que estavam no terreno desde os incêndios de 2016.

São 10 equipas, de cinco elementos cada, que serão distribuídas pelo Parque para vigilância, prevenção e primeira intervenção e que já estão no terreno desde os incêndios de 2016.

“O PNPG estava despido de recursos humanos, de pessoas para trabalhar no terreno”, disse Matos Fernandes.

Adiantou que, com o trabalho dos agentes florestais, a área ardida no PNGP passou de 7.700 hectares em 2016 para 200 a 300 nos dois últimos anos.

“Agora passam a ser funcionários do Estado, e criar 50 empregos estáveis em territórios de baixa densidade é, de facto, uma coisa invulgar”, enfatizou o governante.

Segundo Matos Fernandes, desde 2016 o investimento no PNPG ascende já a 8,4 milhões de euros.

Hoje mesmo foi inaugurada a obra de beneficiação do Caminho Florestal entre Leonte e a Portela do Homem, com o valor de 533 mil euros.

Foram ainda assinados protocolos entre o Fundo Ambiental, as cinco autarquias e o ICNF, referentes ao “Projeto de Melhoria das condições de visitação nos cinco municípios do Parque Nacional da Peneda-Gerês”, que, no global, se traduzem num apoio no valor de cerca de 550 mil euros.

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