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Futebol

Liga Europa: Portugal só venceu um jogo, mas ficou mais perto da Rússia no ‘ranking’

Ranking da UEFA

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Foto: DR / Arquivo

Portugal somou apenas um triunfo na segunda jornada da fase de grupos das taças europeias de futebol, mas, junto com um empate, deu para ficar ainda mais perto do ‘milionário’ sexto lugar do ‘ranking’ da UEFA da Rússia.

O Sporting, que bateu em casa o LASK por 2-1, com enorme sofrimento e depois de ter estado a perder, e o SC Braga, ‘empatado’ em casa pelo Slovan Bratislava (2-2) após ter estado duas vezes a vencer, deram 0,6 pontos a Portugal.

Este registo deu para aproximar da Rússia, que somou apenas 0,333 pontos, também de um único triunfo – mais os mesmos três desaires de Portugal -, o do Zenit na receção ao Benfica, por 3-1, quarta-feira, na segunda jornada do Grupo G da Liga dos Campeões.

Além dos ‘encarnados’, também não pontuaram um perdulário FC Porto (0-2 na casa do Feyenoord), que vinha numa série de oito triunfos consecutivos em todos as provas, e o Vitória SC (0-1 na receção ao Eintracht Frankfurt).

Por seu lado, as outras formações russas esbarraram na receção a três equipas espanholas: na ‘Champions’, o Lokomotiv perdeu por 2-0 com o Atlético de Madrid, culpa em grande parte de João Félix, e, na Liga Europa, o CSKA Moscovo caiu perante o Espanyol (0-2) e o Krasnodar face ao Getafe (1-2).

Desta forma, a distância encurtou de 0,367 pontos (43,216 contra 42,849) para escassos 0,1 (43,549 contra 43,449), o que significa que Portugal, que só precisava de mais uma vitória, já só necessita de mais um empate do que os russos.

As formações lusas estão em maioria (cinco contra quatro) na fase de grupos e todos os pontos que somarem (dois por vitória e um por empate) são divididos por cinco (0,4 por vitória e 0,2 por empate), enquanto os russos têm de dividir os seus por seis (0,333 por triunfo e 0,166 por igualdade).

Portugal, que já sabe que em 2020/21 (sétimo nas contas entre 2014/15 a 2018/19) manterá a situação atual – uma entrada direta na ‘Champions’ e outra na terceira pré-eliminatória -, está bem posicionado para acabar a presente temporada no sexto posto e conseguir, em 2021/22, recuperar uma segunda entrada direta.

– ‘Ranking’ da UEFA:

1. Espanha 89,283 (7/7 equipas em prova)

2. Inglaterra 77,605 (7/7)

3. Alemanha 61,212 (7/7)

4. Itália 60,225 (6/7)

5. França 51,748 (5/6)

6. Rússia 43,549 (4/6)

7. PORTUGAL 43,449 (5/5)

8. Bélgica 35,300 (4/5)

9. Holanda 32,750 (4/5)

10. Ucrânia 31,900 (3/5)

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Futebol

Equipas da I Liga vão poder fazer cinco substituições até final da temporada

Pandemia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

As equipas da I Liga portuguesa de futebol vão poder fazer cinco substituições e ter nove jogadores suplentes nos restantes encontros da edição 2019/20, anunciou hoje a Liga de clubes.

“No remanescente da época desportiva 2019/20, os clubes devem designar em cada jogo até nove suplentes, podendo, em três momentos do tempo regulamentar e no intervalo, efetuar até cinco substituições de jogadores sem distinção das posições em que jogam e independentemente de os substituídos se encontrarem ou não lesionados”, lê-se no comunicado da Liga de clubes.

Esta medida, permitida pelo International Board (organização que define as regras do futebol), já foi adotada por outras ligas, como a alemã, o primeiro dos principais campeonatos europeus a retomar a competição, após a interrupção devido à pandemia de covid-19.

A I Liga vai ser reatada sob fortes restrições e sem público nos estádios em 03 de junho, com o encontro entre Portimonense e Gil Vicente, naquele que vai ser o primeiro dos 90 jogos das últimas 10 jornadas, até 26 de julho

Após 24 jornadas, o FC Porto lidera a competição, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.

Além do principal escalão, também a final da Taça de Portugal, entre Benfica e FC Porto, integra o plano de desconfinamento face à pandemia de covid-19, ainda em data e local a designar.

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Futebol

AdC veta não contratação de futebolistas que rescindam unilateralmente

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Autoridade da Concorrência (AdC) impôs hoje à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) uma medida cautelar para pôr fim ao impedimento de contratação de jogadores que rescindam contrato unilateralmente devido à pandemia de covid-19.

“A AdC ordenou à LPFP a suspensão imediata da deliberação que impede a contratação pelos clubes da I e II Ligas de futebolistas que rescindam unilateralmente o contrato de trabalho invocando questões provocadas pela pandemia de covid-19”, pode ler-se no comunicado da autoridade.

Esta medida cautelar incide sobre um acordo, comunicado pela Liga em 07 de abril, alcançado pelos clubes das divisões profissionais, comprometidos em não contratar atletas que tenham invocado a pandemia como razão para rescisões.

Para a AdC, o veto “impõe-se perante o potencial impacto grave e irreparável de uma prática suscetível de lesar as regras da concorrência”, razão pela qual foi ainda instaurado um inquérito à LPFP.

Esta atuação da Autoridade da Concorrência tem efeitos imediatos, anulando a deliberação da LPFP, que está agora obrigada a comunicar a suspensão dessa decisão.

“Por cada dia de atraso na adoção das medidas cautelares determinadas, a LPFP fica condenada ao pagamento no valor de seis mil euros”, nota a AdC.

“Através de um acordo de não contratação, as empresas abstêm-se de contratar os trabalhadores umas das outras, deste modo renunciando à concorrência pela aquisição de recursos humanos, para além de privarem os trabalhadores da mobilidade laboral”, acrescenta a autoridade.

A nota refere ainda que este comportamento leva a “condições de atuação no mercado que não correspondem às suas normais condições de funcionamento”, o que pode provocar “um impacto negativo para a economia e para os consumidores”.

Este tipo de acordos, alerta ainda a AdC, são “puníveis nos termos da Lei da Concorrência”, e têm sido “considerados restrições graves da concorrência” por parte de autoridades norte-americanas e europeias.

A pandemia de covid-19, e as medidas extraordinárias tomadas para lhe fazer frente, e em particular ao seu impacto nos variados setores da economia, não podem ser “objeto de concertação entre empresas concorrentes, que continuam impedidas de fazerem acordos entre si para repartir mercados, definir preços ou outras condições comerciais”, além de não poderem renunciar à concorrência por recursos humanos.

Em 07 de abril, os clubes da I Liga portuguesa de futebol comprometeram-se a não contratar qualquer jogador que tenha rescindido ou rescinda unilateralmente o contrato de trabalho devido à pandemia da covid-19.

“Nenhum clube irá contratar um jogador que rescinda unilateralmente o seu contrato de trabalho evocando questões provocadas em consequência da pandemia de covid-19 ou de quaisquer decisões excecionais decorrentes da mesma, nomeadamente da extensão da época desportiva”, escreveu a LPFP, em comunicado. No dia seguinte, os emblemas da II Liga também assumiram igual compromisso.

O tipo de acordo a que se referem os clubes, conhecido por acordo de não contratação ou ‘no-poach’, em inglês, são celebrados entre empresas concorrentes e estabelecem um compromisso de impedimento de contratação de trabalhadores entre os signatários.

Trazem impactos para os mercados de trabalho “e resultam numa redução do poder negocial dos trabalhadores face aos empregadores”, podendo levar à redução do nível salarial e de mobilidade laboral, reduzindo ainda “a intensidade concorrencial entre empresas no mercado a jusante”, deteriorando “as condições de concorrência e eficiência nos mercados, em detrimento do bem-estar dos consumidores”.

A I Liga vai ser reatada sob fortes restrições e sem público nos estádios em 03 de junho, com o encontro entre Portimonense e Gil Vicente, naquele que vai ser o primeiro dos 90 jogos das últimas 10 jornadas, até 26 de julho

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 346 mil mortos e infetou mais de 5,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Quase 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.342 pessoas das 31.007 confirmadas como infetadas, e há 18.096 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

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Futebol

Defesa ganês é o primeiro reforço do Vizela para a próxima temporada

II Liga

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Foto: DR / Arquivo

O Vizela, clube que foi promovido à II Liga portuguesa de futebol, anunciou hoje a contratação do defesa ganês Richard Ofori, que alinhava no Fafe.

O lateral esquerdo, de 27 anos, assinou um contrato válido por duas épocas, sendo o primeiro reforço anunciado pelos vizelenses para a próxima temporada, que marca o regresso do clube aos escalões profissionais.

“Trabalharei muito para ajudar o Vizela a alcançar os objetivos. Prometo que darei o meu melhor para ajudar o clube. Contamos que os adeptos possam vir em grande número para nos apoiarem. Juntos, vamos conseguir algo”, disse o jogador em declarações ao site do clube.

Richard Ofori jogou os últimos três anos no Fafe, do Campeonato Portugal, mas conta ainda no seu currículo com passagens por Académica de Coimbra, Sporting da Covilhã e Beira Mar.

Além da contratação deste defesa esquerdo, os vizelenses já tinham anunciado, na segunda-feira, a renovação com o lateral direito João Pedro.

O Vizela, a par do Arouca, foi indicado pela Federação Portuguesa de Futebol para a subida à II Liga portuguesa de futebol, depois do Campeonato Portugal, no qual militava, ter sido interrompido, devido à pandemia de covid-19.

À data da suspensão da prova, o Vizela liderava a Série A com 60 pontos (mais oito do que o segundo classificado Fafe), enquanto o Arouca estava em primeiro lugar na Série B com 58 pontos (mais oito do que o Lusitânia de Lourosa).

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