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Liga dos Bombeiros considera nova lei orgânica da Proteção Civil “desajustada da realidade”

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Foto: DR

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) classificou hoje como “completamente desajustada da realidade do país” a nova lei orgânica da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), considerando que a proposta vai interferir na autonomia das associações de bombeiros.

O conselho executivo da LBP esteve hoje reunido de urgência para apreciar o pacote legislativo na área da proteção civil aprovado no Conselho de Ministros de 25 de outubro, nomeadamente a nova lei orgânica da ANPC, que vai passar a designar-se Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

No final da reunião, o presidente da LBP, Jaime Marta Soares, disse à agência Lusa que a nova legislação “é uma tomada de assalto” aos bombeiros portugueses, manifestando-se contra a proposta da nova lei orgânica da Proteção Civil.

Para aquele responsável, trata-se de uma “intromissão e ingerência” na atividade das associações humanitárias dos corpos de bombeiros, que “em nada beneficiam” a sua disponibilidade e capacidade operacional na prestação de socorro às populações.

Jaime Marta Soares sustentou também que a proposta “é uma interferência na autonomia” das associações humanitárias dos bombeiros.

A nova lei orgânica da Proteção Civil acaba com os comandos distritais de operações e socorro (CDOS) e cria um modelo de base metropolitana ou intermunicipal.

Para o presidente da LBP, esta alteração vai “estrangular uma organização” que existe há anos.

“Esta lei orgânica da nova Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil é totalmente inconsequente, incompetente e completamente desajustada da realidade do nosso país”, disse.

A LBP vai reunir, no sábado, em Bragança, o conselho nacional, do qual fazem parte as federações distritais dos bombeiros, para tomar posição sobre as novas medidas aprovadas pelo Governo na área da proteção civil.

O Conselho de Ministros aprovou em 25 de outubro 18 diplomas com o objetivo de consolidar a estratégia de defesa da floresta e prevenção e combate a incêndios.

Entre outras medidas, foi aprovado um decreto-lei que define a orgânica da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), com um sistema de concurso para dirigentes e um modelo de base metropolitana ou intermunicipal, bem como uma carreira própria para os bombeiros profissionais, que vão passar a poder reformar-se mais cedo.

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Rui Rio em Braga: Orçamento com “número elevado” de cativações “acaba por ser uma mentira”

Afirmou o presidente do PSD, comentando a notícia do “Diário de Notícias” que contabilizava as cativações feitas pelo atual Governo, que atingiram os 2. 000 milhões em três anos, numa reunião com militantes.

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Foto: Facebook de Rui Morais

O líder do PSD afirmou hoje que um Orçamento do Estado (OE) com um “número elevado” de cativações “acaba por ser uma mentira” porque o parlamento aprova um documento, “mas, depois, o Governo executa daquilo o que lhe apetece”.

“É preciso que as pessoas entendam isso, é que o OE quando tem um número elevado de cativações acaba por ele próprio ser uma mentira porque é aprovado um OE no parlamento, mas, depois, o Governo executa daquilo o que lhe apetece, não executa tudo”, afirmou Rui Rio, em Braga, comentando a notícia do Diário de Notícias que contabilizava as cativações feitas pelo atual Governo, que atingiram os 2. 000 milhões em três anos.

À margem de uma reunião com militantes do distrito, o líder social-democrata referiu ainda que a questão das cativações de despesa deve preocupar em particular bloquistas e comunistas.

“Esta mentira é grave para todos os portugueses, mas é particularmente grave para o BE e o PCP que andaram a negociar um determinado Orçamento com o Governo, mas o Governo nem cumpre o que acordou com os seus parceiros”, apontou.

Quanto ao PSD, Rio referiu que o partido tem que encarar a questão de uma forma diferente do BE e do PCP.

“Nós estamos numa perspetiva diferente, estamos numa perspetiva dos portugueses e, portanto, o Orçamento que é aprovado no parlamento, enfim, vale o que vale, o Governo depois lá dirá o que quer”, salientou.

Rui Rio apontou como exemplo a questão do défice inscrito no OE e no previsto pelo executivo como prova da “mentira” que aquele documento pode ser.

“Este Governo, neste orçamento, a ser assim como está, vai ser aprovado um défice de 975 milhões de euros e o Governo diz que só vai ser 385. Para que isso seja verdade, muito daquilo que está como despesa já sabemos de antemão que não vai ser executado”, explicou.

“Ou então, há uma segunda mentira, que é a mentira do próprio défice que é muito superior aquilo que o Governo diz que é. É uma trapalhada”, concluiu.

O presidente social-democrata mostrou ainda disponibilidade para votar propostas de alteração ao Orçamento de Estado do BE e da CDU, nomeadamente as que sirvam no combate à especulação imobiliária e aquelas que forem favoráveis às empresas, mas salientou que o PSD “é um partido com responsabilidade” e que aprovação daquelas alterações não pode ter como consequência “rebentar o Orçamento [de Estado]”.

Sobre a proposta do PCP que vai contra o aumento da tributação sobre as frotas das empresas, Rui Rio afirmou estar de acordo com o princípio defendido pelos comunistas.

“Essa proposta é uma proposta com a qual eu concordo, que não haja um agravamento da tributação autónoma sobre viaturas nas empresas. Concordo com isso”, disse.

“Em função da forma como forem decorrendo as votações na especialidade, imagine que a maioria vai reprovando todas as nossas propostas, nós estamos completamente à vontade para votar essa. De raiz queremos votar, mas não queremos rebentar com o Orçamento”, avisou.

Quando à tributação de mais-valias como combate à especulação imobiliária, área na qual BE e PSD apresentaram propostas, Rio afirmou que “se elas tiverem antagonismos” os sociais-democratas não podem votar a favor da proposta do BE.

“Se elas não tiverem antagonismos não é por ser do BE que eu voto contra, isso podem ter a certeza”, garantiu.

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Quatro a cinco pessoas submersas após estrada ter abatido no Alentejo

Há dois mortos confirmados.

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A Proteção Civil suspeita que quatro a cinco pessoas poderão ter ficado submersas hoje numa pedreira na zona de Borba, no distrito de Évora, depois de uma estrada ter abatido, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.

A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou que, na sequência de um aluimento de terras entre Borba e Vila Viçosa, a estrada abateu para dentro da pedreira, que fica contígua.

Foto: “Rádio Campanário”

“Há a suspeita de quatro a cinco vítimas que estarão submersas no interior da pedreira”, relatou a fonte, referindo que o alerta foi dado às 15:45.

As operações de socorro mobilizavam pelas 17:00 28 operacionais e 10 veículos das autoridades, além de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

A pedreira está localizada junto à Estrada Nacional (EN) 255.

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Rod Stewart atua em Lisboa a 01 de julho do próximo ano

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O cantor britânico Rod Stewart regressa a Portugal em julho, para um concerto em Lisboa, no âmbito da digressão de apresentação do novo álbum, “Blood Red Roses”, anunciou hoje a promotora Everything is New.

“‘Rod Stewart Live In Concert’ arranca em Southampton a 31 de maio, e tem passagem confirmada em Portugal no dia 01 de julho, na Altice Arena. Esta será a primeira ’tour’ que Rod faz em três anos, após o sucesso das digressões ‘The UK Hits Stadium Tour’ e ‘From Gasoline Alley to Another Country Hits’, completamente esgotadas em 2016”, refere a promotora num comunicado hoje divulgado.

Rod Stewart, de 73 anos, editou em setembro o 30.º álbum de originais, “Bllod Red Roses”, que dá mote à digressão europeia que passará por Portugal e se inicia a 31 de maio, em Southampton, no Reino Unido.

“Os espectáculos de Rod em 2019 prometem estar recheados de clássicos da sua brilhante carreira assim como novos hits do seu mais recente disco”, refere a promotora, que descreve “Blood Red Roses” como “um trabalho bastante pessoal composto por 13 faixas originais e três ‘covers’, que é editado quase 50 anos à data em que assinou o seu primeiro contrato a solo”.

O cantor, que nasceu em Londres, iniciou a sua carreira nos Jimmy Powell and the Five Dimensions, em 1963.

Rod Stewart passou ainda por dois outros agrupamentos antes de, em 1965, integrar o Jeff Beck Group e, em 1969, os The Faces, quando atinge a ribalta do rock britânico.

Em 1975 abandonou o grupo, iniciando um percurso a solo, pontuado por êxitos como “Maggie May”, “Tonight’s the night” ou “Do you think I’m sexy”.

Os bilhetes para o concerto em Lisboa estarão à venda na sexta-feira, a partir das 10:00.
Antes disso, a partir das 09:00 de terça-feira, haverá uma pré-venda para os membros do clube de fãs Rod Stewart.

Na quarta-feira, haverá ainda uma pré-venda exclusiva nas lojas FNAC, entre as 10:00 e a 00:00.

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