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Vila Verde

Largo de Santo António em Vila Verde encheu para se cantarem os Reis

Segunda edição realiza-se no próximo fim de semana

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Fotos: CM Vila Verde

Em dia de Reis e neste que foi o 1º fim de semana do 13º Encontro de Cantares de Reis 2018, Vila Verde recebeu centenas de pessoas para assistir aos vinte grupos que atuaram no palco da Praça de Santo António.

A iniciativa começou com o desfile dos participantes ao longo da Praça 5 de Outubro, onde mulheres, homens e crianças juntaram as suas vozes aos sons dos tambores, violas, cavaquinhos, rec-rec’s, ferrinhos e concertinas.

Vindos de várias freguesias do concelho de Vila Verde, os grupos atuaram ao longo de toda a tarde, dando as boas vindas ao novo ano, ao nascimento do Menino Jesus, aos bons proveitos agrícolas e aos “amigos” habitantes da freguesia.

Esta é já a 13ª edição do Encontro de Cantares de Reis, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Verde, organizada pela Loja Interativa do Turismo.

A Vereadora da Cultura, Educação e Ação Social, Júlia Fernandes, marcou presença no evento, afirmando que “além destes grupos que vão atuar aqui hoje, há muitos outros que percorrem as nossas freguesias a cantar os reis, a manter viva esta belíssima tradição. É muito importante que aquilo que nós temos de mais bonito, que nos caracteriza como povo, não morra”.

“Quero agradecer a todos os grupos folclóricos, grupos corais, grupos de escuteiros e grupos informais que se vão reunindo em prol desta tradição. Obrigada a todos por levarem o nome de Vila Verde mais longe, não deixarem morrer os nossos costumes e continuarem a manter o concelho na linha da frente no que toca ao desenvolvimento cultural”. sublinhou a autarca

Mais uma vez, face ao elevado número de participantes, a organização definiu dois dias para a atuação dos grupos inscritos, sendo que no próximo domingo, dia 13, à mesma hora e no mesmo local, atuam os restantes.

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Vila Verde

Homem morre em despiste em Vila Verde

Em Cabanelas

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Foto: O MINHO

Um homem de 77 anos, natural da freguesia de Cervães, morreu ao início da tarde deste domingo, na sequência de um despiste, na zona junto à Churrascaria Pimpão, na freguesia de Cabanelas, em Vila Verde. O alerta foi dado pelas 12:38.

Abel Pereira, terá, alegadamente, sofrido, uma paragem cardiorrespiratória, quando seguia ao volante. O carro entrou em despiste e embateu num muro de uma moradia não tendo provocado mais nenhuma vítima.

Foto: O MINHO

Os Bombeiros de Vila Verde estiveram no local com uma viatura de desencarceramento e uma ambulância. A GNR de Prado tomou conta da ocorrência.

Notícia atualizada às 16h19.

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Vila Verde

Caminhada solidária ‘Juntos pela Dora’ entre Prado e Braga, esta noite

Saída às 20:00 da igreja nova de Prado

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Foto: Facebook da organização

Uma caminhada solidária está marcada para hoje entre a igreja nova de Prado e a capela de S. Bento em Braga. Com saída às 20:00, a iniciativa, de cariz solidário e religioso, pretende criar uma corrente de fé pela pradense Dora Fernandes, que luta contra uma doença.

A família agradece de coração todos os esforços que venham a ser feitos. “Hoje por ela… Amanha por nós. Um obrigado contamos convosco”, refere a organização.

Será entregue uma camisola e uma vela a cada pessoa, oferecidas pela família mas “se alguém quiser doar alguma coisa será entregue por escolha da Dora à instituição ‘O Joãozinho’”, acrescentam, pedindo que os participantes levem um colete refletor, roupa confortável e quente.

Quem tiver dificuldade no transporte da vinda (Braga/Prado) a família disponibilizou-se para o fazer e estarão disponíveis três autocarros.

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Vila Verde

28 recursos de condenados nas cartas de condução enviados para a Relação

Arguidos dizem que condenação foi feita sem provas e pedem pena por “crime continuado”

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Os cinco principais arguidos no processo de corrupção nas cartas de condução no antigo Centro de Exames de Vila Verde, da ANIECA – uma das associações de industriais do setor – recorreram, para o Tribunal da Relação de Guimarães, das condenações decididas pelo de Braga.

Ao todo, são 28 os recursos enviados para a Relação.

No recurso, estes arguidos, nomeadamente o examinador de condução Joaquim Oliveira, tido como o cérebro do esquema de corrupção e sentenciado por 35 crimes de corrupção passiva, pedem a nulidade do acórdão condenatório, dizendo que foi proferido “com base em indícios e não em factos provados”.

Sustentam que o tribunal coletivo promoveu, já no final do julgamento, “uma alteração substancial dos factos sem a fundamentar” e pedem que, em caso de condenação, lhes seja aplicada uma pena por “crime continuado” e não a resultante da soma dos crimes individuais alegadamente praticados. O que, daria uma pena inferior a cinco anos,
que, como tal, poderia ser suspensa na sua execução.

O argumento final é o de que, os juízes não tiveram em conta que o Centro de Exames da ANIECA funcionava ilegalmente, o que impediria a condenação, por corrupção passiva, enquanto examinadores equiparados a funcionários públicos.

“Prova foi produzida”

Em resposta, a magistrada do Ministério Público Natacha Borges de Pinho contrapõe que “inexiste de todo em todo qualquer erro de julgamento na apreciação da prova”, e rejeita qualquer vício jurídico no acórdão.

Sublinha que contém matéria suficiente para a incriminação, acentuando que “o Tribunal pode decidir em face da prova indiciária”, como sucedeu no julgamento com a “efetiva verificação da ocorrência dos factos”.

Diz que os examinadores exerciam funções administrativas equiparadas às dos funcionários do Estado – dadas as funções que estavam atribuídas ao Centro de Exames pelo Estado – e rejeita que tenha havido violação do princípio jurídico de matriz romana “in dubio pro réu”, ou seja, na dúvida há que decidir a favor do arguido.

Os recursos vão agora ser analisados, caso a caso, pelos juízes da Relação.

Condenações

Os cinco examinadores foram condenados a penas que variam entre, quatro e três meses e os dez anos.

Seis dos arguidos ficaram, ainda, obrigados a entregar 700 mil euros ao Estado, verba que terá sido recebida de forma ilícita. Joaquim Oliveira já se desligou dos exames de condução, vivendo, agora, em Alenquer, de onde é natural. Mas alguns dos condenados continuam em funções no Centro de Exames que se mudou de Vila Verde para Braga.

O Tribunal condenou, ainda, 40 outros arguidos, mas a penas suspensas, com o compromisso, imposto a quase todos, de pagarem entre cinco e mil euros a várias associações sociais da zona.

Entre estes 40 arguidos, estão mais quatro examinadores, mas também donos de escolas de condução, instrutores e alunos. Alguns alunos terão de entregar a carta obtida de forma fraudulenta. Houve, ainda, dois arguidos absolvidos.

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