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Braga

Estudam rotina e furtam apuro de milhares de euros em habitação de enfermeiro em Braga

Em Palmeira

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Foto: DR / Arquivo

Uma habitação situada em Palmeira, Braga, foi alvo de assalto na quinta-feira, com os larápios a retirarem por completo o recheio, desde valores a mobiliário, com o apuro do assalto a ascender aos milhares de euros.

Ao que apurou O MINHO junto de fonte do comando distrital de Braga da Guarda Nacional Republicana (GNR), o assalto deu-se em hora não determinada entre as 14:30 e as 23:30,

Os larápios terão anotado a rotina do morador, atuando durante o período em que o enfermeiro estaria no emprego, na Santa Casa da Misericórdia, em Vila Verde.

Acabaram por atuar à vontade, visto tratar-se de uma zona isolada. Ao que tudo indica, entraram pelas traseiras da habitação.

A GNR encontra-se a proceder diligências para apurar a identidade dos assaltantes.

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Braga

Festival de Outono promove ligação da UMinho às cidades onde se encontra

10.ª edição arranca quarta-feira

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Foto: DR / Arquivo

A 10.ª edição do Festival de Outono da Universidade do Minho (UMinho) arranca quarta-feira, em Guimarães, e quer “promover hábitos culturais” e a ligação com as cidades onde está implantada.

Organizado pela UMinho em parceria com a Rádio Universitária do Minho (RUM) e a Associação Académica da Universidade do Minho, o festival decorre até sábado, pretende mostrar, “sobretudo aos novos alunos”, a “importância da cultura” no percurso académico, ao mesmo tempo que constitui uma “saudação que assinala” mais um ano letivo e promove o envolvimento com a comunidade.

“A ideia visa promover os hábitos culturais dos nossos estudantes, mas não é só isso, e por essa razão decorre basicamente fora dos ‘campi'”, explicou a vice-reitora da UMinho para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins.

Segundo a responsável, “a ideia também é que a universidade se ofereça no fundo à sociedade e aos cidadãos das cidades em que a UMinho está implantada”.

“Trata-se de uma saudação que assinala mais um ano académico em que a Universidade do Minho está envolvida com toda a comunidade”, assinalou.

Ao todo, o festival terá 15 eventos, entre Braga e Guimarães, vocacionado “em especial aos novos estudantes”, contando com tertúlias e concertos de nomes como de X-Wife, Marta Ren & The Groovelvets, Paraguaii, Captain Boy e a Orquestra da Universidade do Minho.

O festival abre em Guimarães, com um sarau musical dos grupos culturais da UMinho, sendo depois o palco entregue a dois projetos vimaranenses – Captain Boy, que vai apresentar o seu novo álbum “Memories and bad photographs”, e os Paraguaii -, com DJ SET de WD-40 no bar Oub’Lá a fechar a noite.

Já em Braga, o salão medieval do Largo do Paço recebe, às 22:00, um concerto da Orquestra da Universidade do Minho, com o maestro Hans Casteleyn, espetáculo retomado na noite seguinte, à mesma hora, na Igreja de São Francisco, em Guimarães.

Na sexta-feira, o Largo do Paço acolhe um Ensemble de Percussão do Instituto Confúcio da UMinho (18:00), um sarau dos grupos culturais da UMinho (19:00), à noite, o blues-rock dos Bed Legs e ainda o soul-funk de Marta Ren & The Groovelvets.

Sábado, o festival começa as 18:00, no salão nobre do Largo do Paço, com a tertúlia “Livros com RUM”, onde Álvaro Laborinho Lúcio vai apresentar o seu terceiro romance, “O Beco da Liberdade”.

Após o jantar, o exterior do edifício será preenchido com o rock e a eletrónica dos QUADRA e X-Wife e, tal como na véspera, a ‘after-party’ está agendada para o café concerto da RUM, no espaço GNRation.

O Festival de Outono da UMinho tem o apoio dos municípios de Braga e de Guimarães, do Instituto Confúcio da UMinho e da Ordem Terceira de São Francisco.

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Braga

Homem que terá matado a mulher em Vieira do Minho acusado de homicídio qualificado

Caso chocou o país

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou de homicídio qualificado um homem que terá matado a mulher por asfixia na residência do casal em Salamonde, Vieira do Minho, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página, aquela procuradoria refere que o crime ocorreu em 06 de março, tendo o arguido “apertado o pescoço” da mulher, “com o que lhe causou a morte por asfixia”.

Segundo a nota, o MP o requereu igualmente a “indignidade sucessória” do arguido, relativamente à sucessão aberta pela morte do cônjuge.

Requereu ainda o arbitramento de uma quantia a título de reparação pelos prejuízos sofridos pelos familiares, na circunstância de não vir a ser, por estes, deduzido um pedido de indemnização civil.

O MP deu também início às diligências necessárias a aferir da verificação dos pressupostos legais para o adiantamento dessa indemnização pela Comissão de Proteção às Vítimas de Crime Violento.

O arguido, motorista profissional, está em prisão preventiva.

Segundo avançou na altura a Polícia Judiciária, o crime registou-se num quadro de violência conjugal.

Na noite do crime, o marido da vítima foi entregar-se à GNR de Braga.

Durante a madrugada, o suspeito deixou um comentário à notícia na página de Facebook de O MINHO. Imagem: Facebook

“Cerca das 02:35 do dia seguinte (dia 7), através do perfil de Facebook “Ana Paula António Fidalgo”, o arguido postou um comentário na notícia com o título “Mulher assassinada pelo marido em Vieira do Minho”, publicada online pelo jornal “O Minho”, com os seguintes dizeres “Um casamento a três não funciona foi feito um pedido para além se afastar não o fez dei nisto”, pode ler-se na acusação.

O advogado do suspeito disse que este assumiu o crime de violência doméstica e não o de homicídio.

“O meu cliente não assumiu, nem assume, a autoria do homicídio. Disse que agrediu a mulher, nunca disse que a matou”, referiu o advogado João Magalhães, à Lusa.

Acrescentou que, quando o homem abandonou o local, a mulher ainda estaria viva.

Disse ainda que, no local do crime, também se encontrava o alegado “amante” da vítima, tendo sido este quem deu o alerta às autoridades.

Segundo João Magalhães, o marido terá tido uma discussão com a vítima, acusando-a de infidelidade.

“A mulher ainda terá tentado tirar-lhe uma avultada quantia em dinheiro que ele tinha no bolso da camisa, houve zaragata, agressões, estaladas”, acrescentou.

O casal esteve emigrado duas décadas em Inglaterra, mas voltou a Portugal em 2017, abrindo em Vieira do Minho uma unidade de alojamento local e um restaurante.

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Braga

Homologado projeto de recuperação de regadios em Terras de Bouro e Amares

Ministério da Agricultura

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério da Agricultura anunciou esta quarta-feira que homologou os projetos de recuperação de cinco regadios tradicionais localizados na região Norte, num investimento global de cerca de 400 mil euros, que beneficia 170 explorações.

Os projetos vão beneficiar o regadio do Soutelo, no concelho de Águeda, o regadio de Montedouro e da Foz, o regadio da Vizinhança da Balança, o Regadio da Levada de Cima de Cabaninhas, estes em Terras de Bouro, bem como o regadio da Levada de Enxurigo, em Amares.

Em comunicado, a tutela aponta que a estes projetos corresponde um investimento público global de cerca de 400 mil euros, que beneficia 170 explorações, numa área de 100 hectares.

“O objetivo é recuperar e tornar estas estruturas mais eficientes no uso da água”, indica a nota do gabinete do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

Com a homologação de projetos para estes regadios, o Ministério indica que sobe para 325 o número de projetos aprovados no âmbito do Programa Nacional de Regadios (PNRegadios), projeto ao qual corresponde um financiamento público de 347 milhões de euros a fundo perdido, cuja execução está prevista até 2023.

O PNRegadios, cuja primeira fase está já em execução, visa a mitigação dos efeitos das alterações climáticas sobre a agricultura.

No comunicado, a tutela descreve que o objetivo deste programa é “dotar o país de mais reservas de água e de melhores e mais eficientes sistemas de aproveitamento”.

“Outro dos objetivos é o aumento da produtividade e da competitividade da agricultura nacional, contribuindo para o aumento das exportações e para a substituição de importações por produção nacional”, acrescenta a tutela.

O Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural estima que até 2023 esteja concluída a primeira parte do PNRegadios, com a criação de 100 mil novos hectares de regadio, a que corresponde um investimento público de 560 milhões de euros e a criação de mais de 10.500 novos postos de trabalho permanentes.

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