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Braga

Covid-19: Sobe para três o número de mortes em lar de Braga e há 42 infetados

Asilo S. José

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Três idosos acolhidos no Asilo de S. José, em Braga, morreram nos últimos dias com covid-19, havendo outros 23 utentes infetados, disse hoje o presidente da direção à Lusa.


Segundo José Cunha, a terceira morte registou-se na tarde de hoje, no Hospital de Braga, onde a vítima estava internada há cerca de uma semana. As outras duas mortes ocorreram igualmente no hospital. Os testes realizados a 19 utentes revelaram-se inconclusivos, pelo que serão repetidos.

De acordo com o mesmo responsável, 18 funcionários estão igualmente infetados.

“A nossa grande prioridade agora é encontrar pessoal que possa vir trabalhar, para substituir as funcionárias que estão há uma semana a fazer 12 horas por dia”, disse José Cunha.

Para o efeito, estão a ser feitas diligências junto de várias entidades, como Centro de Emprego, Cruz Vermelha, Segurança Social e bolsas de voluntariado, no sentido de conseguir as 15 pessoas necessárias para assegurar o funcionamento do lar nos próximos 15 dias.

Entretanto, o lar vai resolver “internamente” o problema dos infetados.

No logradouro, foram instaladas duas tendas para acolher os funcionários.

Os utentes infetados que não têm autonomia serão acolhidos no salão polivalente do lar, que assim se tornará numa espécie de enfermaria.

Os que não têm autonomia permanecerão em isolamento nos seus quartos.

O lar conta, neste momento, com 103 utentes, de idade elevada.

“São todos de idade elevada, com 107 anos, com 100, com 90 e muitos, muitos deles com várias patologias associadas, o que torna a situação muito, muito complicada, mas nós estamos, naturalmente, a fazer tudo o que está ao nosso alcance para tratar dos nossos utentes”, disse ainda José Cunha.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000.

Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes, mais 19 do que na véspera (+19%), e registaram-se 5.962 casos de infeções confirmadas, mais 792 casos em relação a sábado (+15,3%).

Dos infetados, 486 estão internados, 138 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Braga

Centenas contra o racismo em Braga (com máscara mas sem grande distanciamento social)

FOTOGALERIA

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Fotos: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O protesto solidário pela morte do norte-americano George Floyd, ocorrido no passado dia 25 de maio, às mãos de um agente de polícia, decorreu este sábado na Avenida Central, no centro de Braga, à semelhança das restantes maiores cidades do país.


Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Com testemunhos de vítimas de racismo e preconceito, dezenas de cartazes com mensagens e gritos de protesto, a manifestação juntou cerca de 200 pessoas, todas com máscara, mas sem grandes regras de distanciamento social, apesar do esforço da organização.

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Braga

Todos os bombeiros de Amares infetados já recuperaram da covid

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os seis operacionais assalariados dos Bombeiros Voluntários de Amares que estavam infetados com covid-19 já recuperaram e regressaram ao trabalho.


O MINHO falou com Domingos Ferreira, responsável do comando daquela associação humanitária, que confirmou a ‘boa nova’, dando conta de que regressaram com “todas as medidas de segurança”.

O comandante-adjunto acrescenta ainda que já está formado uma equipa de combate a incêndios integrada no dispositivo especial, em prontidão, caso surja algum incêndio no concelho, algo que ainda não aconteceu desde que foi estabelecida.

Recorde-se que os primeiros casos de bombeiros contagiados ocorreu a 02 de maio, com dois casos positivos. Foram, entretanto, confirmados mais quatro casos, mas já todos recuperaram.

Durante o mês de maio, a sombra de novos contágios pairou sobre o corpo ativo, com o receio de que o quartel tivesse de ser encerrado, face à falta de operacionais. Mas a questão foi contornada com o serviço a ser assegurado em exclusivo por elementos voluntários.

Segundo o relatório da DGS por concelho de sexta-feira, existiam no concelho de Amares 78 casos confirmados de contágio pelo novo coronavírus.

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Braga

Primeira feira junto ao Estádio Municipal de Braga decorre sem incidentes

Feiras e mercados

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Foto: DR / Arquivo

A primeira feira semanal dos comerciantes que operavam no exterior do mercado de Braga está a decorrer, hoje, “sem incidentes” na Alameda do Estádio.


A vereadora do setor, Olga Pereira revelou hoje a O MINHO que a feira está a ter uma afluência “razoável” estando a ser realizada de acordo com as regras de segurança impostas pela Direção Geral de Saúde e que passam por uma distância de dois metros entre cada tenda, por corredores próprios para a entrada e a saída de pessoas e pelo uso de máscara.

“A Câmara congratula-se com a realização da feira. Ao contrário do que, por vezes foi dito, a nossa intenção sempre foi a de dar a oportunidade aos vendedores de exercerem a sua atividade noutro local, já que a zona exterior do mercado não tinha condições para que as regras de segurança fossem cumpridas”, salientou.

No local está, também, uma força da Polícia Municipal “para ajudar a que tudo corra bem” e para que cada feirante ocupe o lugar que lhe está determinado.

Recorde-se que os feirantes realizaram vários protestos em frente ao edifício dos Paços do Concelho exigindo que o Município lhes passasse um documento em como voltariam para o exterior do mercado.

A vereadora recusou-se a passar o dito documento, dizendo que a palavra da autarquia é suficiente, mas, em resposta a um abaixo-assinado entregue pelos feirantes, presidente da Câmara reafirmou que o direito ao regresso estava garantido, o que levou o grupo a desistir do protesto e a aceitar a ida para junto do estádio.

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