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Killimanjaro na nova campanha publicitária da WTF

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A banda Killimanjaro, de Barcelos, dá som à nova campanha publicitária da WTF.

O tema “December”, do álbum “Hook”, é a banda sonora escolhida para publicitar “Instagram à borla”.

Os Killimanjaro “nasceram” em 2011, são descritos como uma banda do género “heavy-rock” e contam com dois álbuns editados.

A WTF foi a primeira marca lançada pela Optimus no mercado após a fusão com a ZON ter sido aprovada pela Autoridade da Concorrência. Destina-se ao segmento jovem e pretende “alterar radicalmente a forma dos jovens comunicarem entre si no telemóvel”.

A marca arrancou no mercado com um produto que oferece aos jovens a possibilidade de utilização ilimitada das aplicações móveis WhatsApp, Viber, Skype, Facebook Messenger, Blackberry Messenger, iMessage e Facetime. Agora, também Instagram.

Kilimanjaro

http://nervos.pt/killimanjaro

Posted by KILLIMANJARO on Quinta-feira, 27 de Março de 2014

 

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Menina de Esposende precisa de ajuda para ser tratada nos Estados Unidos

Solidariedade

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Foto: Facebook

João Félix, Oblak e Felipe Augusto (Atlético de Madrid), Lindelof (Manchester United), Sérgio Oliveira (FC Porto), Raul Silva (SC Braga), Yves Baraye (Gil Vicente), Vinícius (Benfica), Emanuel Silva (canoísta, Sporting) e João Benta (ciclista, Rádio Popular) são alguns dos atletas que doaram as suas camisolas para um leilão cujas receitas têm o objetivo de permitir a uma menina de três anos, de Esposende, ser tratada a um neuroblastoma nos Estados Unidos da América.

Os leilões decorrem na página de Facebook Pelo Sorriso da Constança, criada em fevereiro deste ano pelos pais, com o objetivo de angariar o dinheiro necessária para o referido tratamento.

“Em setembro de 2018, a dias de completar dois anos de idade, Constança foi diagnosticada com um neuroblastoma de alto risco”, tendo sido, desde então, “submetida a um total de 14 ciclos de quimioterapia, a uma longa cirurgia, a um autotransplante de medula óssea e a 14 sessões de radioterapia”, explica a família na página de Facebook.

Chegada à última fase do tratamento, a imunoterapia, Constança “não reagiu bem”, o que levou os pais a procurarem alternativas.

“Começámos a pesquisar, a entrar em contacto com outros pais de meninos com neuroblastoma, e descobrimos esse tratamento nos Estados Unidos, mais propriamente Centro de Cancro Memorial Sloan-Kettering (MSK), em Nova Iorque. Falámos com a nossa médica que nos deu o consentimento, no sentido de termos a colaboração dela”, explica a O MINHO a mãe, Carina Branco.

“Os resultados desse tratamento têm sido muito promissores e reduz substancialmente o risco de recidiva, que é elevadíssimo nesta doença, principalmente sem imunoterapia”, sublinha a mãe de Constança, acrescentando que irá tentar também que a filha complete em Espanha um tratamento de imunoterapia “diferente do que temos em Portugal”.

Os pais de Constança ainda não apuraram o valor que será necessário para o tratamento da menina em concreto, o qual será divulgado na página. “Queremos saber o valor exato para divulgarmos, porque queremos ser honestos desde o início”, sublinha a mãe.

Porém, tendo em conta outros casos, o valor deverá ascender a centenas de milhares de euros.

Atualmente, Constança continua a ser medicada e acompanhada no IPO do Porto.

A situação de excecionalidade provocada pela covid-19 fez com que as atividades programadas para ajudar a causa fossem canceladas ou adiadas. “Estamos completamente condicionados devido ao coronavírus. Tínhamos muitas atividades e eventos organizados por amigos, não só em Esposende como noutras cidades, mas com esta situação foi tudo adiado ou cancelado”, realça Carina Branco.

A iniciativa que dá para manter, nestes tempos de pandemia, é o leilão das t-shirts de atletas que solidariamente se juntaram à causa. Em breve, adianta a mãe de Constança, será feito um novo sorteio de rifas.

Quem quiser contribuir pode fazê-lo através do IBAN: PT 50 0007 0000 0049 0416 0932 3
e NIB: 0007 0000 0049 0416 0932 3 (Nome: Constança Branco Costa).

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Antigo quartel da GNR de Esposende transformado em Arquivo Municipal

Investimento de 500 mil euros

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Foto: Divulgação / CM Esposende

O antigo quartel da GNR de Esposende vai ser remodelado e transformado em Arquivo Municipal, num investimento de cerca de 500 mil euros, foi hoje anunciado.

Segundo o anúncio do concurso público para a obra, hoje publicado em Diário da República, o prazo de execução será de 300 dias.

“No verão de 2011, teremos o novo arquivo pronto”, disse à Lusa o presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira.

O edifício do antigo quartel da GNR é propriedade da União de Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra, com quem o município celebrou um contrato de comodato para avançar com a candidatura da obra a fundos comunitários.

No entanto, e segundo Benjamim Pereira, está a ser preparada uma permuta, ficando a Câmara com a propriedade do antigo quartel e a União de Freguesias com a propriedade da sua sede, que pertence ao município.

Atualmente, o Arquivo Municipal de Esposende está instalado na cave dos Paços do Concelho, havendo ainda documentos espalhados por edifícios arrendados.

“A falta de espaço é manifesta”, referiu o presidente da Câmara.

Segundo Benjamim Pereira, no edifício do antigo do quartel será dada prioridade ao arquivo histórico do concelho, proporcionando boas condições de consulta.

A recuperação do edifício, situado no centro da cidade e devoluto há cerca de uma década, cumpre ainda o propósito de reabilitação urbana.

A intervenção decorrerá no âmbito do Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) e o investimento será comparticipado em 85% por fundos comunitários.

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Fabricava notas falsas em Esposende para vender na internet

Contafação

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de Coimbra começa a julgar na segunda-feira o alegado líder de um grupo que se dedicava à contrafação de notas de euro, após uma investigação que levou à apreensão de mais de 20 mil notas por toda a Europa. Inicialmente, as notas eram fabricadas em Fão, no concelho de Esposende.

O arguido, de 34 anos, é acusado de liderar um grupo de quatro pessoas que se dedicava à produção e envio de notas de euro contrafeitas, tendo sido apreendidas e detetadas, entre início de 2017 e agosto de 2019, 24.775 notas de 50 euros e 10 euros criadas por esta organização, refere o Ministério Público, na acusação a que a agência Lusa teve acesso.

Os restantes quatro arguidos estão a ser julgados noutro processo, que começou no dia 18, também no Tribunal de Coimbra, e que conta já com leitura de sentença marcada para 15 de junho, às 13:30.

O alegado líder do grupo, que está em prisão preventiva, está a ser julgado num processo separado por ter requerido tribunal de júri, estando os restantes a ser julgados por um coletivo de juízes.

De acordo com a acusação, o grupo dedicava-se à contrafação de notas de euro e à sua venda na ‘darknet’, enviando para destinos na Europa, como Montenegro, Irlanda, Alemanha, Inglaterra, França, Áustria, Luxemburgo, Bélgica ou República Checa, sendo as encomendas pagas em ‘bitcoin’ (criptomoeda).

O grupo ter-se-á formado nos finais de 2016, sendo constituído pelo arguido, a companheira que teve entre 2016 e 2018, e os pais desta, aos quais se juntou um outro homem em 2019.

Segundo o Ministério Público, o líder do grupo tratava de publicitar a venda das notas na Internet (vendia a dez euros cada nota de 50), orientando depois os restantes membros para tratar de produzir as quantidades pretendidas e enviar as notas, que ao início eram fabricadas na residência da sua companheira e dos seus pais, em Fão, Esposende, bem como num anexo de uma casa que estes tinham em Valadares, Vila Nova de Gaia.

No início de 2018, o líder do grupo mudou-se para a Colômbia, mas manteve a atividade do grupo, contactando com a ex-companheira através de plataformas como o Signal e o Whatsapp.

Em 2019, o grupo passou a produzir as notas no concelho de Cantanhede, altura em que se juntou mais um elemento à organização.

O Ministério Público (MP) afirma que as notas começaram a ser identificadas logo em janeiro de 2017, a circular em Montenegro e na Irlanda, sendo depois detetadas ainda nesse ano também em Portugal, nas cidades do Porto e de Leiria.

Em junho de 2019, foram apreendidas várias encomendas com diversos destinos europeus, inclusive uma com 605 notas contrafeitas de 50 euros, inseridas dentro de uma câmara de vigilância, que tinham como destino a Inglaterra.

Nessa altura, nota o MP, a atividade estava a expandir-se ao ponto de o grupo estar à procura de “um serviço de estafetas para efetuar o envio pelos correios”, altura em que a operação da PJ pôs termo à sua atividade.

Para além das 24.775 notas de 50 e 10 euros detetadas entre 2017 e agosto de 2019, foram ainda apreendidas 287 notas de 50 euros e 87 notas de 10 euros nas buscas realizadas.

O líder do grupo, tal como os restantes arguidos, é acusado de um crime de contrafação de moeda e um crime de passagem de moeda falsa.

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