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Alto Minho

Junta em Arcos de Valdevez vai ornamentar campas de quem não pode ir ao cemitério

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A Junta de Freguesia de Cabana Maior, em Arcos de Valdevez, decidiu ornamentar as campas que, por causa da pandemia (e não só), vão ficar ‘abandonadas’ durante os cinco dias de restrição de circulação face ao elevado perigo de contágio da covid-19.


Em declarações a O MINHO, o presidente da Junta, Joaquim Campos, aponta que algumas sepulturas estão “em abandono total” e que esta ação serve para “homenagear as pessoas sepultadas” que não estão a ter acompanhamento pelos familiares.

O autarca explica que, face à pandemia, algumas pessoas deixaram de ornamentar as campas, havendo várias com flores secas e ar de descuido.

“Muitas dessas pessoas estão no estrangeiro e não podem cá vir”, existindo ainda várias famílias que vivem noutros concelhos e não se vão poder deslocar pela altura dos Finados aquele cemitério.

Joaquim Campos refere que o cemitério não vai encerrar naqueles dias, mas existirá um limite máximo de 25 pessoas em simultâneo, para além de outras restrições.

“Vamos ter uma pessoa à porta do cemitério a indicar quais as medidas a adotar”, como o uso de máscara, desinfeção com álcool-gel à entrada e saída e e assegurar o distanciamento social entre diferentes agregados familiares.

Entre 30 de outubro e 03 de novembro estará proibida a circulação entre concelhos, e quem o fizer necessita de uma declaração, sendo as exceções as mesmas que foram aplicadas na Páscoa.

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Alto Minho

Alto Minho com mais quatro óbitos e 380 novos casos em 48 horas

Covid-19

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Foto: DR

O Alto Minho tem, atualmente, 1.888 casos ativos de covid-19, mais 243 desde a passada quarta-feira, segundo dados recolhidos por O MINHO junto da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, atualizados às 17:30 de hoje.

O distrito de Viana do Castelo soma, desde o início da pandemia, 4.466 casos, mais 380 desde o último balanço. Há a lamentar 98 óbitos, mais quatro. Contam-se ainda 2.480 recuperados, mais 133.

A maior subida verificou-se em Viana do Castelo, com aumento de 112 casos ativos, contando o município com 605 doentes com infecao ativa.

Segue-se Arcos de Valdevez com 145 casos ativos (+30), Ponte de Lima com 435 ativos (+27) e Caminha com 204 (+20).

Também Monção sofreu um aumento de 18 casos, registando agora 97 infeções ativas, assim como Ponte da Barca que, com mais 15, soma 63 casos ativos.

Valença tem mais nove casos ativos, contabilizando 210. Segue-se Melgaço 40 (+11) e Cerveira 57 (+1).

Só Paredes de Coura não sofreu qualquer oscilação no número de casos ativos, mantendo 32.

 

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Viana do Castelo

Concelho de Viana com mais 139 casos e dois óbitos em 48 horas

Covid-19

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Foto: DR

O concelho de Viana do Castelo regista mais 139 casos de infeção por covid-19 e dois óbitos desde a última atualização dos dados da ULSAM, publicados na quarta-feira.

Segundo o relatório daquela unidade pública da Saúde, o concelho vianense regista hoje 1.469 casos de infeção desde o início da pandemia.

Viana conta nesta sexta-feira com 605 casos ativos, mais 112 do que no balanço feito há 48 horas.

Em termos de óbitos, há mais dois a lamentar desde quarta-feira, atingindo agora o número de 24 mortos associados à covid-19 desde o início da pandemia.

Já no que diz respeito às recuperações, há 25 doentes curados nas últimas 48 horas, subindo o número total de recuperados para 840.

A nível distrital, o Alto Minho conta com 4.466 casos confirmados desde o início da pandemia. Há 2.480 casos recuperados, 98 óbitos e 1.888 casos ativos.

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Viana do Castelo

Capuz-de-frade é a milésima espécie registada em plataforma de Viana

Ambiente

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Foto: DR

A plataforma de ciência-cidadã BioRegisto, lançada em 2028 pela Câmara de Viana do Castelo, chegou, esta semana, à observação número 1.000 com o registo da espécie capuz-de-frade (Arisarum simorrhinum) pela observadora Sandra Nunes, foi hoje divulgado.

Em comunicado hoje enviado às redações, a autarquia da capital do Alto Minho adiantou o principal objetivo daquela plataforma consiste na divulgação do património biológico, contribuindo para a sua conservação através do conhecimento.

Acedendo ao site do BioRegisto ou através da aplicação (APP) lançada em julho deste ano e disponível para Android e iOS, o utilizador submete a observação do ser vivo que, após validação ao nível da espécie, passa a estar disponível na plataforma para consulta de todos os interessados.

Esta plataforma contabiliza já 318 espécies validadas entre espécies endémicas (específicas desta região), ameaçadas, protegidas ou com distribuição muito restrita no nosso território.

Até à presente data, das 1.000 observações submetidas, 877 observações já se encontram validada. Os 75 utilizadores registados na plataforma já contribuíram com 1.604 fotos carregadas.

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