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Guimarães

Junta de Urgezes, em Guimarães, já tem caixa multibanco

Novo Banco

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Foto: Divulgação / Junta de Urgezes / Facebook

Era um anseio da população e uma promessa do executivo. A sede da Junta de Freguesia de Urgezes, em Guimarães, já tem um posto ATM (caixa multibanco) para servir os cidadãos.

O anúncio foi feito no sábado pela autarquia, dando conta de que já está em funcionamento o novo equipamento, graças a uma parceria com o Novo Banco.

De acordo com o executivo da Junta, esta instalação corresponde “a um dos anseios da população e ao cumprimento do que estava previsto no programa” eleitoral.

“A Junta de Freguesia andava a tentar a sua colocação desde do ano 2016, [mas] só agora foi possível, pelo que, é merecido deixar aqui o agradecimento ao Novo Banco, nas pessoas da doutora Carla Oliveira e em especial ao doutor Rui Neves”, escreve a autarquia numa nota publicada nas redes sociais.

Informa ainda que o banco existente na urbanização das Trofas irá encerrar “em breve”, pelo que este equipamento ganha relevante valor na freguesia.

“Assim, depois da abertura do Espaço do Cidadão na Junta de Freguesia, em novembro de 2018, é agora a vez da instalação desta Caixa Multibanco. Mais serviços, para assim melhor servir”, finaliza a mesma nota.

Guimarães

Presos em Guimarães sem água quente, passam frio e não podem ligar aquecedores

Estabelecimento Prisional de Guimarães

Foto: DR (Arquivo)

A denúncia é do secretário-geral da Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), Vítor Ilharco, na mesma altura em que os presos do Estabelecimento Prisional de Guimarães fizeram chegar à associação uma reclamação relacionada com o frio e a falta de água quente.

Na reclamação os presos referem-se a problemas infraestruturais no edifício, já referenciados num relatório da Provedoria de Justiça de 1996. “É uma cadeia em que as más condições objetivas têm sido superadas graça a um trabalho de equipa”, lê-se nesse relatório com 25 anos.

Os presos queixam-se do frio e da falta de água quente para os banhos. Numa altura em que a região tem enfrentado temperaturas muito baixas, a situação torna-se mais preocupante. A reclamação dos presos estende-se à falta de roupa de cama quente. “A Direção Geral dos Serviços Prisionais (DGRSP) distribui dois cobertores a cada recluso e não deixa que as famílias levem mais”, explica Vítor Ilharco. “A DGRSP diz que vai distribuir lençóis de flanela e mais um cobertor, mas neste momento estamos à espera”, afirma o secretário-geral da APAR.

Vítor Ilharco reconhece, até, que esta DGRSP “é bastante preocupada com o bem-estar dos presos, o problema é que não tem dinheiro”.  A situação tenderá a agravar-se, uma vez que o Orçamento de Estado para 2021 reduz em 52,5 milhões de euros o financiamento da DGRSP. 

O Estado paga, por dia, 3,40 euros para alimentar cada preso

“Atualmente a DGRSP paga à empresa de catering que fornece a alimentação das cadeias, 3,40 euros, por dia, por recluso. São 85 cêntimos por refeição. Isto dá uma ideia da qualidade da alimentação dos presos. Com a redução do financiamento, pode imaginar” – Avalia Vítor Ilharco. “No mesmo ano em que se retiram 52,5 milhões de euros a DGRSP, o Governo aumentou em 15 milhões as verbas destinadas à proteção animal”, crítica o responsável da APAR.

Relativamente às condições denunciadas pelos presos de Estabelecimento de Prisional de Guimarães, Vítor Ilharco confirma-as e diz que “infelizmente é a triste realidade das 48 prisões pelo país”.

Na prisão de Guimarães não é possível ligar aquecedores porque o quadro elétrico não aguenta

Em Guimarães, o problema do frio torna-se ainda mais grave por não se poderem usar aquecedores, uma vez que a instalação elétrica, antiga, não suporta a sobrecarga. “Os presos resistem aos dias de frio, como os que atravessamos, sem nenhum tipo de aquecimento”. A idade do edifício é também a causa de múltiplas infiltrações, algumas através de placas de fibrocimento, com amianto. A remoção destas placas, de material cancerígeno, está prevista, desde 2018, mas até agora ainda não avançou.

A DGRSP diz não ter registo de queixas sobre a temperatura da água. Relativamente ao quadro elétrico, a DGRSP afirma que o problema está “sinalizado” e que já estão orçamentados os custos para a resolução, embora não adiante nenhum prazo para a execução das obras. Até, afirmam, que os reclusos podem usar termos e têm acesso a bebidas quentes no bar.

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Guimarães

Câmara de Guimarães assegura refeições escolares durante suspensão letiva

Confinamento

Foto: Ilustrativa (Arquivo)/ DR

A Câmara de Guimarães vai assegurar as refeições escolares a todos os alunos com escalão, assim como a todos os que comprovem vulnerabilidade social, no período de interrupção das aulas, hoje anunciado pelo Governo.

Em comunicado, a Câmara refere que as refeições serão entregues nas escolas ou, para quem não tiver possibilidade, o município de Guimarães assume a entrega em casa.

Em articulação com os psicólogos escolares, os serviços de Educação da Câmara de Guimarães assumem o apoio psicológico e vão iniciar o processo de rastreio de saúde mental a crianças dos 3 aos 10 anos a frequentar as escolas púbicas.

As escolas de todo o país vão fica fechadas a partir de sexta-feira e durante 15 dias, numa medida que visa travar a pandemia de covid-19.

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Guimarães

Oito anos de prisão para cantoneiro de Guimarães por violar namorada e traficar droga

Crime

Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de Guimarães condenou a oito anos e um mês de prisão um cantoneiro de Guardizela, daquele concelho, em cúmulo jurídico resultante de dois processos, um por violência doméstica e violação e o outro por tráfico de droga.

Por acórdão datado de 20 de janeiro, a que a Lusa hoje teve acesso, o tribunal fixa ainda, como penas acessórias, a proibição, durante cinco anos, de contacto com a namorada “por qualquer forma ou por interposta pessoa”, e a obrigação de frequência de um programa específico de prevenção da violência doméstica.

O arguido, de 35 anos, fora condenado, em maio de 2019, a quatro anos e quatro meses de prisão, com pena suspensa, por tráfico de estupefacientes.

Em 30 de abril de 2020, o Tribunal de Guimarães condenou-o a seis anos e oito meses de prisão, por violência doméstica e violação, sendo a vítima a namorada.

Agora, o tribunal procedeu ao cúmulo jurídico das duas penas, aplicando uma pena única de oito anos e um mês de prisão.

O tribunal sublinha o “percurso multicriminal” do arguido, em que a relação amorosa/conjugal “aparece como um contexto preferencial para a ocorrência de comportamentos violentos”.

Além dos dois processos envolvidos neste cúmulo jurídico, o arguido soma ainda uma outra condenação, por coação.

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