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Arcos de Valdevez

Identificados pela GNR por roubarem chocolates na escola em Arcos de Valdevez

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A GNR identificou oito jovens, entre os 15 e 17 anos, por vários roubos numa escola, em Arcos de Valdevez, sendo que o valor dos produtos furtados, entre eles chocolates, ronda os 1.500 euros, informou hoje aquela força policial.

Foto: GNR

A identificação dos jovens resultou de “uma investigação a vários furtos ocorridos no estabelecimento de ensino e que permitiu recuperar 32 artigos, entre eles chocolates, que se encontravam dissimulados dentro de um saco plástico”.

Segundo a GNR, os furtos decorriam “durante a noite, em dias diferentes”, sendo que os jovens identificados “introduziam-se nas instalações da escola através de uma janela e furtavam vários géneros alimentares”.

“Entre os menores identificados, verificou-se que três deles já se encontravam referenciados por consumo de álcool e estupefacientes, um dos quais com antecedentes criminais por condução sem habilitação legal e furtos em estabelecimentos comerciais”, especificou a GNR, adiantando que o caso foi remetida ao Tribunal Judicial de Arcos de Valdevez.

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Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez investe 100 mil euros na reabilitação de zonas ribeirinhas

Áreas afetadas por incêndios

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Foto: CM Arcos de Valdevez

A Câmara de Arcos de Valdevez investiu 100 mil euros na reabilitação e requalificação das margens do rio Vez, afetadas pelos incêndios ocorridos em 2017 e 2018, informou hoje a autarquia do distrito de Viana do Castelo.

Os trabalhos de limpeza e reabilitação incidiram nas zonas ribeirinhas “desde o Poço das Caldeiras, em Loureda, até ao Lugar da Igreja, em Sistelo, à bacia hidrográfica do rio Vez, com intervenções de bioengenharia ao longo deste troço do rio Vez e de pequenas linhas de água que nele desaguam, bem como realizadas operações de manutenção e reforço da galeria ripícola”.

“A prioridade foi intervir nas linhas de água que atravessam áreas ardidas, procurando desta forma minimizar o arrastamento de cinzas e matéria orgânica, evitando o assoreamento do rio Vez e a contaminação das suas águas”, sustentou o município.

Segundo a Câmara de Arcos de Valdevez, os 100 mil euros foram investidos “na construção de barreiras naturais, designadamente micro açudes, filtros de palha, bio rolos, faxinas vivas e entrelaçados, aproveitando material resultante da retirada de material vegetativo seco e das podas de arejamento realizadas ao longo do rio Vez”.

“A galeria ripícola foi ainda reforçada com plantação de espécies ribeirinhas e de estacaria de salgueiro”, especificou.

A empreitada, financiada pela Agência Portuguesa de Ambiente (APA), “contou com a colaboração dos proprietários com terrenos confinantes com as linhas de água intervencionadas”.

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Arcos de Valdevez

Jovem de Arcos de Valdevez julgado por matar namorado por ciúmes

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O jovem André Jordão Araújo Vieira, de 20 anos, de Arcos de Valdevez, acaba de ser acusado pelo pelo Ministério Público do Porto de matar o namorado, em julho de 2018, no Porto, por ciúmes, dando-lhe várias facadas no peito e nas costas.

O alegado homicida está em prisão preventiva na «cidade invicta» está acusado pelo Ministério Público do crime de homicídio qualificado.

O Jornal de Notícias de hoje escreve que a agressão mortal a Miguel António Correia Ribeiro, sensívelmente da mesma idade, ocorreu a 19 de julho, pelas 4:50, dentro do apartamento da vítima, na Rua Fernandes Tomás, após uma discussão violenta entre os dois. O Miguel deu ordem da saída de sua casa ao André, este não aceitou e reagiu mal, dando-lhe uma primeira facada no peito.

O agredido tentou fugir para o patamar do prédio, mas o André perseguiu-o e desferiu-lhe quatro outras facadas, com uma faca de cozinha com uma lâmina de 8 centímetros, no peito e nas costas, prostrando-o. Abandonou, então, o local, deixando o amigo caído no chão das escadas, a sangrar. Este, ainda teve forças para sair para a rua, para tentar pedir ajuda, mas caiu na faixa de rodagem, à porta de casa, com o telemóvel na mão, aí dando os últimos suspiros.

A porta do apartamento estava aberta e as escadas salpicadas de sangue. A autópsia concluiu que a causa da morte foram as feridas profundas que atingiram o abdómen e o tórax.

De seguida, o alegado autor do crime telefonou a dois amigos, com quem antes ambos tinham estado, foi ter com eles à Avenida dos Aliados e disse-lhes que o Miguel o tentara esfaquear, sem referir que o atingira e abandonara à sua sorte.

O corpo do jovem foi encontrado pelas 5:30 por um automobilista que circulava na zona.

Namoro tumultuoso

A acusação explica que os dois tinham sido namorados e vivido juntos, durante dois anos. A relação era “tumultuosa”, dado que o André era “possessivo e ciúmento”. Em dezembro de 2017, separaram-se, mas continuaram amigos, encontrando-se, e, esporadicamente, mantendo relações sexuais.

No dia do crime, pela meia-noite, após terem jantado, saíram os dois , com outros dois jovens, uma rapariga e um rapaz. Foram a dois bares, e no segundo, no More Clube, o André manifestou-se “incomodado” com uma alegada proximidade entre o Miguel e o outro jovem, de nome Ricardo.

Quando os viu entrar para a casa de banho, ficou possuído de ciúme, e deu um murro no Ricardo. Foi, então, que o segurança o intimou a abandonar o espaço. Vendo o constrangimento da situação, o Miguel saiu, também, e voltaram ambos para o apartamento. Onde a discussão acabaria em tragédia.

O Ministério Público acentua, na acusação, a frieza do agressor ao abandonar a vítima, sublinhando que tinham mantido “uma relação análoga à dos cônjuges”.

Além da prova pericial, a acusação é sustentada por 11 testemunhas, uma delas o inspetor da PJ, Joaquim Gomes, que investigou o assassínio.

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Alto Minho

Governo investe um milhão na reabilitação de três regadios no distrito de Viana

Programa Nacional de Regadios

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Foto: DR

O Ministério da Agricultura anunciou hoje a aprovação de três projetos de reabilitação de regadios tradicionais, num investimento superior a um milhão de euros, em Arcos de Valdevez e Melgaço.

Em causa estão os regadios das Águas da Levada das Poças do Meio, da Levada da Videira e de Alvaredo, cujos projetos de recuperação complementam o Programa Nacional de Regadios (PNR).

Segundo o Ministério da Agricultura, o PNR prevê um investimento global de 560 milhões de euros na criação e na reabilitação de mais cerca de 100 mil hectares de regadio até 2023, que vão gerar 10.500 postos de trabalho permanentes.

“A implementação do PNR representa uma aposta do Governo num pilar fundamental para o desenvolvimento da região”, refere, em comunicado, aquele ministério.

Sublinha que se trata de “um instrumento essencial para a fixação das populações e para o apoio à agricultura familiar”.

Estes regadios fazem parte de um projeto mais amplo de valorização dos territórios e da atividade agrícola, “tornando-a mais produtiva e mais competitiva, nomeadamente através do uso mais eficiente da água”.

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