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Arcos de Valdevez

Identificados pela GNR por roubarem chocolates na escola em Arcos de Valdevez

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A GNR identificou oito jovens, entre os 15 e 17 anos, por vários roubos numa escola, em Arcos de Valdevez, sendo que o valor dos produtos furtados, entre eles chocolates, ronda os 1.500 euros, informou hoje aquela força policial.


Foto: GNR

A identificação dos jovens resultou de “uma investigação a vários furtos ocorridos no estabelecimento de ensino e que permitiu recuperar 32 artigos, entre eles chocolates, que se encontravam dissimulados dentro de um saco plástico”.

Segundo a GNR, os furtos decorriam “durante a noite, em dias diferentes”, sendo que os jovens identificados “introduziam-se nas instalações da escola através de uma janela e furtavam vários géneros alimentares”.

“Entre os menores identificados, verificou-se que três deles já se encontravam referenciados por consumo de álcool e estupefacientes, um dos quais com antecedentes criminais por condução sem habilitação legal e furtos em estabelecimentos comerciais”, especificou a GNR, adiantando que o caso foi remetida ao Tribunal Judicial de Arcos de Valdevez.

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Alto Minho

Alto Minho vai ter centro de apoio tecnológico à indústria em novembro

Em Arcos de Valdevez

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Foto: CM Arcos de Valdevez

O presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) disse hoje à Lusa que o Centro de Interface Tecnológico do Alto Minho (CITAM) vai começar a funcionar em novembro para ser o “braço armado” das empresas na inovação.

“O objetivo do CITAM é ser o braço armado das empresas e com elas fazer o trabalho de inovação, de desenvolvimento do produto, de processos e de internacionalização que cada uma, per si, necessitar”, afirmou Carlos Rodrigues.

O novo centro deverá entrar em funcionamento “até à primeira quinzena de novembro na In.Cubo”, em Arcos de Valdevez.

Contactado pela Lusa, a propósito da decisão hoje divulgada pela Câmara de Arcos de Valdevez de que vai participar no CITAM, Carlos Rodrigues explicou que a missão da nova estrutura é “facilitar” o apoio à indústria do Alto Minho.

“As empresas, principalmente as de pequena e média dimensão, mais características da região não têm a capacidade de poder deslocar recursos humanos para se dedicarem à inovação, à investigação aplicada ao desenvolvimento. Será um centro muito mais focado no trabalho com as empresas e para as empresas, prestando serviços de apoio à inovação, ao desenvolvimento de novos produtos, à internacionalização para as empresas do Alto Minho”, especificou Carlos Rodrigues.

O presidente do IPVC adiantou que a constituição daquele centro passa pela criação de “uma associação sem fins lucrativos, que integrará empresas, entidades do sistema científico e tecnológico nacional, como é o caso do politécnico, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, a Confederação Empresarial do Alto Minho (CEVAL) e a Associação para o Centro de Incubação de Base Tecnológica do Minho (ACIBTM)”.

Carlos Rodrigues acrescentou que “o capital social da associação será de cerca de um milhão de euros, a realizar em três anos”.

“O que pretendemos é que a associação seja autossuficiente. Até lá temos de assegurar os meios para que possa iniciar a sua atividade, sendo que o que se pretende, no futuro, é que o capital social venha a ser maioritariamente privado”, disse.

Carlos Rodrigues destacou que, na região Norte, o distrito de Viana do Castelo “é o único que não tem um centro específico de apoio às empresas que estão instaladas na região”.

“Há infraestruturas, equipamentos, materiais e laboratórios que já existem e que podem ser rentabilizados, sendo que o conhecimento já existe no IPVC”, referiu.

O novo centro será instalado na In.Cubo, na freguesia de Guilhadeses, em Arcos de Valdevez. Criada em 2007, aquela incubadora de iniciativas empresariais é participada pela Câmara de Arcos de Valdevez, pelo IPVC e pela Associação para o Centro de Incubação de Base Tecnológica do Minho (ACIBTM).

Na nota hoje enviada às redações, a Câmara de Arcos de Valdevez refere que “este projeto resulta da associação, por complementaridade de interesse, de instituições de ensino superior, empresas e respetivas associações com organismos públicos dotados de personalidade jurídica, maioritariamente do Alto Minho”.

“O CITAM tem como propósito dinamizar a economia da região, promover atividades de investigação, inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, processos e produtos, bem como reforçar o emprego altamente qualificado e o emprego científico”, acrescenta a nota.

No documento, o município presidido por João Manuel Esteves realça que o novo centro “pressupõe o aumento da competitividade do tecido empresarial e social da região, a promoção da capacitação técnica e tecnológica, bem como a promoção da colaboração institucional entre as instituições científicas e de ensino superior com o tecido produtivo”.

“A criação deste Centro de Interface Tecnológico gera benefício social, que se traduz na atração de investimento para a região, na fixação da população e na melhoria da qualidade de vida das pessoas do concelho e da região”, reforça.

Com cerca de cinco mil alunos, o IPVC tem seis escolas – de Educação, Tecnologia e Gestão, Agrária, Enfermagem, Ciências Empresariais, Desporto e Lazer -, ministrando 28 licenciaturas, 40 mestrados, 34 Cursos de Técnicos Superiores Profissionais (CTESP) e outras formações de caráter profissionalizante.

Além das escolas superiores de saúde, educação e tecnologia e gestão, situadas em Viana do Castelo, o IPVC tem escolas superiores instaladas em Ponte de Lima (Agrária), Valença (Ciências Empresariais) e Melgaço (Desporto e Lazer).

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Alto Minho

Arcos de Valdevez decreta luto municipal pela morte do bispo de Viana

Óbito

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Foto: Divulgação / Diocese de Viana do Castelo

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez expressou hoje publicamente “profundo pesar e consternação” pelo “trágico desaparecimento” de D. Anacleto Oliveira, na sexta-feira, vítima de acidente de viação.

Numa nota enviada à Lusa, a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez sublinha que D. Anacleto Oliveira, bispo da Diocese de Viana do Castelo foi “uma personalidade marcante para a vida das populações de Arcos de Valdevez e do Alto Minho, pela sua capacidade intelectual e espiritual, simplicidade, humildade, dialogante e proximidade”.

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez refere ainda ter decretado luto municipal no dia do funeral.

O bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, morreu na sexta-feira, aos 74 anos, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada do Sul (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

A Câmara Municipal de Viana do Castelo decretou dois dias de luto municipal pela morte do bispo Anacleto Oliveira.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota divulgada pela Presidência, lamentou a morte “repentina e trágica” do bispo Anacleto Oliveira e apresentou “sentidas condolências” à sua família e à Igreja Católica.

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Alto Minho

Um trabalhador infetado e quatro em isolamento numa fábrica de Arcos de Valdevez

Covid-19

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Foto: DR

Um trabalhador da fábrica Mora, sediada em Arcos de Valdevez, testou positivo para a covid-19, confirmou O MINHO junto de fonte da empresa. Outros quatro trabalhadores foram dispensados para recolher a isolamento obrigatório nos seus domicílios enquanto aguardam testagem para o vírus.

De acordo com Jorge Hilário, diretor-geral da Mora Portugal, a empresa continua a laborar, uma vez que tem adotado várias medidas do plano contigencial que evitam possíveis contágios. No entanto, quatro colaboradores que estiveram junto à pessoa contagiada foram colocados em quarentena após recomendação da delegada de saúde daquele concelho do Alto Minho.

“Temos um caso positivo. A pessoa em causa acusou sintomas de febre na passada terça-feira, pelo que lhe dissemos para ficar em casa e contactar a saúde 24”, explica a O MINHO o diretor-geral, assegurando que é “prática recorrente” sempre que alguém apresente sintomas associados ao novo coronavírus.

“O próprio funcionário disse logo ao chefe que iria fazer teste de despiste por livre vontade, mas a verdade é que, depois desse episódio na terça-feira, não voltou a apresentar quaisquer sintomas”, conta o responsável da empresa.

“Hoje, pelas 7:00 horas, fomos informados que o trabalhador em causa tinha testado positivo, pelo que tomei logo conta da situação e segui o protocolo, ligando para a Saúde 24, que me deu instruções. Às 7:30 falei com a delegada de saúde e ela confirmou as instruções que me tinham dado através daquela linha de atendimento médico, passando a delegada a tomar conta da ocorrência”, acrescentou Jorge Hilário.

A empresa recolheu o nome dos quatro trabalhadores que estiveram mais próximos à pessoa infetada e estes já não entraram ao trabalho, que seria pelas 08:00 horas desta sexta-feira.

Jorge Hilário diz que agora os quatro colaboradores também vão ser rastreados e ficam em casa enquanto aguardam o resultado dos testes. Nenhum apresenta sintomas.

Sobre a laboração não ter sido interrompida, o engenheiro explica que foram feitos alguns ajustes perante os cerca de 100 trabalhadores, mas que tem a ver por uma questão de precaução, uma vez que não existe proximidade no local de trabalho entre os colaboradores. “Temos umas instalações novas, amplas, e todos trabalham separados por acrílicos, o que nos dá alguma segurança para crer que não existiu contágio”, disse o responsável.

No entanto, o diretor-geral reforça que, na próxima segunda-feira, quando já se saberá o resultado dos restantes trabalhadores, não possa mudar o protocolo, uma vez que caso existam muitos casos, a empresa pode mesmo parar a laboração. Todavia, a empresa continua em plenas funções durante o fim de semana.

O último relatório divulgado pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho, a que O MINHO teve acesso, indicava onze casos ativos de covid-19 no concelho de Arcos de Valdevez, num total acumulado de 94 casos desde o início da pandemia. Há 74 pessoas recuperadas e nove óbitos a lamentar.

Portugal regista hoje mais 6 mortos e 780 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quinta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 67.176 casos de infeção confirmados e 1.894 mortes.

Há ainda 45.053 recuperados, mais 259 do que ontem.

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