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Futebol

Jovem de Cabeceiras de Basto marca na estreia e deixa Carvalhal “super feliz”

Taça de Portugal

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O jovem avançado Vítor Oliveira, natural de Cavez, Cabeceiras de Basto, estreou-se esta quarta-feira em jogos oficiais pela equipa principal do SC Braga e logo com um golo, na vitória (5-0) frente ao Torreense, nos oitavos de final da Taça de Portugal.

O atleta de 20 anos, que tem actuado pelo Braga B (leva nove golos em dez jogos), foi chamado por Carlos Carvalhal e teve oportunidade de entrar na partida aos 63 minutos, para o lugar de André Castro.

Já no período de descontos, o jovem converteu com sucesso uma grande penalidade e marcou o quinto golo da partida na estreia pela equipa principal dos Gverreiros.

Na conferência de imprensa, Carlos Carvalhal referiu que o Vítor “é um miúdo que está a jogar na equipa B, que já tem treinado connosco, como outros, e se precisarmos dos seus préstimos, não nos vai deixar ficar mal”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Tem características diferentes dos outros, sobretudo no ataque à profundidade e é um trabalhador incansável”, sublinhou o ‘mister’ bracarense.

Sobre o golo do jovem, Carvalhal explicou que “há sempre jogadores designados para marcar, mas foi o grupo que decidiu dar a possibilidade ao Vítor de marcar na estreia, o que fica marcado para o resto da vida”.

“Isto é ter um bom espírito de grupo. Hoje, estou super feliz por tudo, pela forma como jogámos, pelos cinco golos, por não ter sofrido, pela estreia do Vítor e pelo seu golo”, finalizou Carvalhal.

Futebol

Carvalhal deixa Paulinho no banco para a meia-final da Taça da Liga

Taça da Liga

Foto: DR

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, remendou hoje a defesa ‘encarnada’, face à razia provocada pelas infeções pelo coronavírus, enquanto o avançado Paulinho falha o ‘onze’ do SC Braga, na meia-final da Taça da Liga de futebol.

Sem os centrais Otamendi e Vertonghen, nem os laterais Gilberto, Diogo Gonçalves, Grimaldo e Nuno Tavares, o técnico do Benfica reconstruiu a defesa, colocando João Ferreira à direita, o ‘capitão’ Jardel e Todibo no centro, com Cervi, provavelmente, a recuar na esquerda.

Relativamente ao empate no terreno do FC Porto (1-1), na sexta-feira, Jorge Jesus trocou todo o setor defensivo, a começar pelo guarda-redes, apostando em Helton Leite, em detrimento de Vlachodimos.

Os avançados Darwin e Seferovic continuam no ‘onze’, tal como Weigl, Pizzi, que deverá descair do meio para a direita, face à entrada de Taarabt, e Rafa, provavelmente a começar na esquerda, num lugar que foi de Grimaldo no Dragão.

Apesar do ‘desfalque’ na defesa, onde também falta o lesionado e polivalente André Almeida, as infeções pelo novo coronavírus condicionam também as opções para as zonas mais avançadas, com a ‘baixa’ de Waldschmidt.

Do lado bracarense, o avançado Paulinho, que já não tinha alinhado na derrota no terreno do Paços de Ferreira (2-0), no sábado, para a I Liga, vai ficar no banco, mantendo-se Abel Ruiz como a referência ofensiva do conjunto orientado por Carlos Carvalhal.

Relativamente a esse encontro, regista-se apenas uma alteração, com a saída do ‘onze’ do defesa central Bruno Viana, por troca com Tormena.

Assim, o Braga deve alinhar com um quarteto defensivo composto por Ricardo Esgaio, Tormena, David Carmo e Sequeira, à frente do guarda-redes Matheus.

O meio-campo vai ser ocupado por Castro, Al Musrati e Fransérgio, enquanto Ricardo Horta e Galeno vão estar em zonas mais adiantadas do terreno, no apoio a Abel Ruiz.

Braga e Benfica defrontam-se hoje, a partir das 19:45, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, sob arbitragem de Fábio Veríssimo, da associação de Leiria, na segunda meia-final da 14.ª edição da Taça da Liga, que já tem o Sporting como finalista, depois da vitória frente ao FC Porto, por 2-1, na terça-feira.

O Benfica procura a oitava final na competição, após os sete títulos, conquistados em 2008/09, 2009/10, 2010/11, 2011/12, 2013/14, 2014/15 e 2015/16, que o fazem recordista de troféus.

Já o Sporting de Braga, detentor do troféu, tenta estar pela quarta vez na final, depois de ter vencido a prova em 2011/12 e 2019/20 e sido finalista vencido em 2016/17.

A final da Taça da Liga está marcada para sábado, também em Leiria, às 19:45.

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Futebol

“Bracarenses têm de perceber que não faz sentido ser de outro clube que não o da terra”

Miguel Pedro, fundador dos Mão Morta

Foto: DR

O baterista dos Mão Morta, Miguel Pedro, é braguista desde o primeiro respiro: a paixão pelos “arsenalistas” corre-lhe no sangue. O avô foi presidente do clube, mas morreu antes da conclusão das obras do estádio 1º de Maio. O seu pai foi um dos responsáveis pela modalidade de atletismo durante “os anos de ouro”.

“O meu avô foi o presidente que, pela primeira vez, levou o SC Braga à Primeira Divisão Nacional. O meu pai esteve envolvido no atletismo e eu cresci a ver o Braga. Cheguei, inclusive, a jogar na formação do clube, no escalão dos iniciados” conta, a O MINHO, Miguel Pedro, músico e advogado.

A massa adepta do Braga cresceu muito, nos últimos anos, suportada por conquistas nacionais e internacionais, mas Miguel Pedro relembra o tempo de escola, no liceu D. Maria II, quando ser unicamente braguista era alvo de gozo e exceção: “Era estranhíssimo ser adepto do SCB, pouquíssimas pessoas me levavam a sério, quando dizia que esse era o meu único clube. Mesmo os rapazes que jogavam comigo no Braga apoiavam o Benfica ou Porto ou Sporting. Era raro alguém apoiar exclusivamente o Braga. Nos últimos anos, o SCB tornou-se uma equipa vitoriosa e ganhadora. E as pessoas gostam de ganhar”.

“A dinâmica vencedora do SC Braga, a visibilidade europeia, o tempo de antena nas televisões, o estatuto adquirido ao longo dos anos a nível nacional, empurraram muitos jovens a adotar o Braga como seu clube”, afirma Miguel Pedro, adepto incondicional, enquanto atribui o sucesso do clube ao presidente António Salvador.

“Todos os presidentes foram importantes, para construir o SCB. O António Salvador tem o seu mérito, porque conseguiu enquadrar a estrutura do clube, na dinâmica do futebol moderno”, reconhece o multi-instrumentista, que foi presidente da assembleia geral do SC Braga SAD entre 2000 e 2014.

Considera as finais os jogos mais apaixonantes e recorda com saudade a digressão do SC Braga pela Europa. “Fiquei chateado e abandonei o estádio quando o Falcão marcou golo”, recorda sobre a final do Braga na Liga Europa, contra o Porto, em 2011.

Não gosta de individualizar, mas “o jogador predileto foi o Karoglan, sem menosprezar o Mossoró e o Vandinho”. Os treinadores mais marcantes: “o Cajuda, o Domingos Paciência e o Carvalhal”.

Os desejos do bracarense, para o clube, são exatos: “Vencer sempre o próximo jogo e que os bracarenses compreendam que não faz sentido ser de outro clube que não o clube da terra”.

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Futebol

Vitória volta a fazer serviço de entrega de bens e medicamentos aos sócios com mais de 70 anos

Covid-19

Foto: DR

O Vitória, da I Liga portuguesa de futebol, anunciou hoje que vai reativar a entrega de “bens essenciais” nas casas dos sócios, depois de já a ter feito em 2020, no âmbito da pandemia de covid-19.

“Depois da iniciativa levada a cabo no ano passado, o Vitória Sport Clube volta a criar uma linha de apoio neste momento difícil para todos. Neste sentido, os associados que necessitem de ajuda, nomeadamente de bens essenciais ou artigos de farmácia, podem usufruir do serviço de entrega em casa”, lê-se na nota publicada no sítio oficial.

O clube minhoto lançou uma campanha de entrega ao domicílio de bens essenciais e de fármacos em 31 de março de 2020, para apoiar sócios com mais de 70 anos, quando Portugal atravessava o primeiro confinamento geral devido ao novo coronavírus, e volta a repor a iniciativa no segundo confinamento, desta feita para sócios de qualquer idade, adiantou à Lusa fonte oficial do clube.

Os vimaranenses esclareceram que os “interessados” em receber o apoio devem contactar o clube através do número de telefone na rede fixa e prometeram que a campanha vai “cumprir todos os procedimentos de segurança recomendados pela Direção-Geral da Saúde (DGS) na implementação deste serviço de apoio”.

Em Portugal, a pandemia de covid-19 já provocou, pelo menos, 9.465 mortes e 581.605 casos de infeção confirmados, segundo o boletim mais recente da DGS.

Em todo o mundo, o novo coronavírus já causou, pelo menos, 2.058.226 óbitos e infetou 96,1 milhões de pessoas, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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