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Esposende

Jovem de 26 anos suspeito de “vários” crimes de abuso sexual de criança de 12 anos em Esposende

Vítima terá sofrido abusos durante quase um ano

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Foto: Ilustrativa / DR

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga deteve um homem de 26 anos suspeito de “vários” crimes de abuso sexual de criança, cometidos sobretudo na zona de Esposende, anunciou hoje aquela força.


Segundo a PJ, os abusos iniciaram-se no verão de 2017, quando a vítima tinha 12 anos de idade, e prolongaram-se por cerca de um ano.

Fonte da PJ disse à Lusa que os abusos terão ocorrido sobretudo na zona de Esposende, mas também em vários outros pontos do país.

O suspeito vai ser presente à autoridade judiciária para aplicação das respetivas medidas de coação.

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Cávado

Carro arde na EN13 em Esposende

Incêndio

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Foto: Octávio Lopes / Facebook

Um carro pegou fogo, na tarde desta terça-feira, na Estrada Nacional 13, em Apúlia, no concelho de Esposende.


Os Bombeiros Voluntários de Fão apagaram as chamas.

Não foi possível apurar as circunstâncias em que se deu o incêndio.

O alerta para os bombeiros foi dado às 18:15.

Os Voluntários de Fão mobilizaram para a ocorrência nove operacionais e três viaturas.

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Cávado

Suspeito de fabricar notas falsas em Esposende nega acusação

Justiça

em

Foto: DR / Arquivo

O alegado líder de um grupo de contrafação de notas de 50 e 10 euros, acusado de prejuízos em toda a Europa de 1,3 milhão de euros, negou hoje ao Tribunal de Coimbra a acusação do Ministério Público.


O suspeito é natural de Arcos de Valdevez e começou por produzir as notas falsificadas em Fão, Esposende.

O arguido, de 34 anos, está acusado de liderar um grupo de quatro pessoas que se dedicava à produção de notas de euro contrafeitas e à sua venda na ‘darknet’, enviando para destinos na Europa, como Montenegro, Irlanda, Alemanha, Inglaterra, França, Áustria, Luxemburgo, Bélgica ou República Checa.

Segundo o Ministério Público, o grupo liderado por este homem, natural do concelho de Arcos de Valdevez, produziu entre o início de 2017 e agosto de 2019 24.775 notas de 50 euros e 10 euros.

Fabricava notas falsas em Esposende para vender na internet

A procuradora da República salientou hoje que o arguido “emitiu notas de 50 e 10 euros falsas, com qualidade muito apurada, com material importado da China, que facilmente passavam por verdadeiras”.

“E ainda teve o requinte de emitir notas de 50 euros da série Europa, numa imitação quase perfeita”, sublinhou.

Na primeira sessão de julgamento, que decorreu hoje no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, perante um tribunal de júri, o arguido disse que toda a acusação “é mentira”.

“Nunca falsifiquei moeda e nunca entrei na ‘darknet'”, frisou hoje o alegado cabecilha, que está detido preventivamente há cerca de 10 meses no estabelecimento prisional de Caxias, perante o coletivo de juízes presidido por Rui Pacheco Duarte e sete jurados.

O arguido, que está a ser julgado em processo separado dos restantes quatro elementos, por ter requerido um tribunal de júri, disse que negociava (comprava e vendia) ‘bitcoin’ através de plataformas autorizadas.

O advogado de defesa, Romão Araújo, defendeu hoje em tribunal que o réu está a ser vítima do depoimento dos outros quatro elementos, entre eles uma ex-namorada e os seus pais.

“Não existe prova física nem documental, a não ser estes testemunhos que não podem ter credibilidade, porque são parte interessada”, referiu o advogado, convicto de que o arguido é “vítima da acusação de pessoas que foram apanhadas a fabricar notas e querem salvaguardar a sua pele”.

Na manhã de hoje, foi ouvida a ex-namorada do alegado líder do grupo de contrafação de moeda, cujo relacionamento decorreu entre 2014 e 2017, que o acusou de ter iniciado o fabrico de notas falsas em 2016 e de ter colaborado voluntariamente naquela atividade.

Ao início eram fabricadas na residência da sua companheira e dos seus pais, em Fão, Esposende, bem como num anexo de uma casa que estes tinham em Valadares, Vila Nova de Gaia.

“A ideia [de contrafação] foi dele e eu alinhei”, disse a mulher de 26 anos, que foi ouvida na qualidade de testemunha, embora seja arguida em processo separado, referindo que o antigo namorado passava “muito tempo na Internet e na ‘darknet'”.

Ao tribunal, a testemunha disse que o processo de contrafação começou “de forma rudimentar, com papel normal” e com a passagem das notas em cafés de Coimbra, Leiria e Viseu, “para perceber se [a atividade] podia funcionar”.

“Com o lucro, comprou uma impressora, tintas na China e papel de algodão”, idêntico ao das notas verdadeiras, adiantou a antiga namorada, acrescentando que o início da atividade aconteceu numa anexo à casa da mãe, onde o casal chegou a residir.

Mais tarde, contou, as notas eram vendidas na ‘darknet’ através de contactos do arguido.

A produção de notas foi desenvolvida em várias zonas do país, devido ao facto do casal mudar de casa constantemente.

No dia de Natal de 2017, o arguido rumou ao Brasil e depois para a Colômbia, onde negociava ‘bitcoin’, mas, segundo a antiga namorada, continuou a controlar o negócio, que não sofreu “nenhuma perturbação” com a sua ida para a América do Sul por estar “tudo organizado”.

Já depois de o réu ter viajado, os pais da antiga namorada participaram também na contrafação, que incluiu duas séries das notas de 50 euros, juntamente com outro homem, que está também acusado de integrar o grupo.

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Cávado

Feira Quinzenal de Esposende está de volta a 01 de junho

Desconfinamento

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Foto: Divulgação / CM Esposende

A Feira Quinzenal de Esposende vai reabrir dia 01 de junho com a adoção de todas as medidas de segurança e de saúde pública, anunciou hoje a autarquia local. O certame estará aberto entre as 06:00 às 18:00.


A Câmara de Esposende solicita aos comerciantes e ao público que sigam as recomendações das autoridades de saúde e de proteção civil: a distância social, o uso de máscara e a lavagem e desinfeção frequente das mãos.

O espaço onde se realiza a feira estará delimitado por grades, com uma entrada e uma saída devidamente identificadas, sendo o acesso condicionando e controlado por funcionários municipais.

Será disponibilizado álcool gel para desinfeção das mãos por parte dos clientes, na entrada do recinto da feira e lembramos que é proibido manusear os produtos alimentares por parte dos clientes e que é importante a sensibilização dos mesmos para a minimização do toque noutros produtos e/ou superfícies.

A instalação dos comerciantes obedecerá a regras que preveem o distanciamento de dois metros entre as bancas, sendo permitida a permanência de dois clientes por tenda e sendo obrigatório o uso de máscaras, quer pelos vendedores, quer pelo público em geral.

O Município de Esposende garantirá a limpeza e desinfeção dos sanitários e terá uma especial atenção para com a limpeza de todos os espaços, nomeadamente no que se refere à adequada recolha de resíduos

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