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Braga

Jovem bailarina Carolina Costa recebe voto de louvor da Assembleia da República

Com apenas 12 anos, a bailarina de Braga volta a ser reconhecida pelo país

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Foto: DR/Arquivo

A bailarina bracarense Carolina Costa recebeu hoje um voto de louvor da Assembleia da República pelas três medalhas de ouro conquistadas nos Estados Unidos, durante o Ballet Beyond Borders Grand Prix Dance Challenge, importante competição que decorreu entre 09 a 12 de janeiro, em Missoula, cidade do estado de Montana.

O Voto de Louvor apresentado pela bancada do CDS no Parlamento foi aprovado por unanimidade.

Divulgação

Na competição em solo norte-americano, a prodigiosa bailarina de apenas 12 anos foi primeira classificada em Solo contemporâneo “All is full of Love”, Solo Clássico “Le Corsaire” e Pas de Deux “Flames of Paris” com Francisco Gomes, no escalão student (estudante).

Desta forma a prodigiosa bailarina conseguiu o primeiro lugar em todas as categorias em que competiu e viu o seu nome inscrito na galeria de vencedores desta competição, juntando-se a grandes bailarinos de várias países, como Canadá, Coreia do Sul, China, EUA, México, Itália, Roménia, entre outros.

Jovem bailarina Carolina Costa conquista mais três medalhas de ouro nos Estados Unidos

Recorde-se que esta bailarina bracarense, que se mudou recentemente da Ent’artes – Escola de Dança de Braga para o Conservatório Internacional de Dança Annarella Sanchez, já havia recebido, no inicio do mês de junho de 2018, um voto de louvor da Assembleia da República pela sua carreira.

Sobre Carolina Costa

Foto: Divulgação

Carolina Costa nasceu em Braga em outubro de 2006, com apenas três anos iniciou o seu percurso na dança. Aos oito anos integrou a Ent’artes – Escola de Dança de Braga, tendo já participado em vários saraus, eventos e espetáculos. Em Junho de 2018 muda-se para o Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sanchez em Leiria.

Prémios em Concursos e Festivais

Vencedora do Prémio Jovens Talentos de Braga, na Gala realizada em Setembro de 2017 no Theatro Circo.

Em 2016 iniciou a participação em competições, tendo sido sempre premiada ou medalhada nos vários concursos onde participou, nomeadamente:

Leiria Dance Competition, Leiria, Março de 2016: Medalha de Bonze, categoria solista contemporâneo

Norte Festival Dança, Porto, Abril de 2016: Medalha de Prata, categoria grupo livre

Dance World Cup semi finals, Figueira da Foz, Fevereiro de 2017: Medalha de bronze, categoria de quarteto clássico / Medalha de prata, categoria grupo de contemporâneo

Norte Festival Dança, Porto, 22 e 23 de Abril de 2017: Medalha de Prata, categoria de trio clássico / Medalha de Bronze, categoria de trio clássico / Medalha de Prata, categoria de dueto clássico / Prémio especial: World All Dance International Orlando, 2017 apurada pelo terceiro lugar obtido no Festival

Leiria Dance Competition, Figueira da Foz, 29, 30 de Abril e 1 de maio de 2017: Medalha de Bronze, categoria de solista clássico / Medalha de Ouro, categoria de solista contemporâneo / /Medalha de Ouro, categoria Trio Clássico “Pas de Trois do Quebra Nozes” / Medalha de Prata, categoria grupo clássico “Papaguenos” / Medalha de Ouro, categoria grupo contemporâneo “Alma Mater” / Medalha de Prata, categoria grupo contemporâneo “Schindler’s List” / Prémio especial melhor solista contemporâneo (divisão A)

Concurso Internacional de Bailado, Porto, 19, 20 e 21 de Maio de 2017: Medalha de Ouro, categoria grupo de contemporâneo “Alma Mater” / Medalha de Prata, categoria solista contemporâneo / Medalha de Bronze, categoria trio de clássico “Pas de Trois Quebra-Nozes” / Medalha de Bronze, categoria grupo clássico “Papaguenos” / Prémio especial melhor solista eleita pelo público (Prémio Ballet Rosa)

Dance World Cup, Offenburg, Alemanha, 23 de Junho a 1 Julho de 2017: Medalha de Bronze, categoria grupo de contemporâneo “Alma Mater”

YAGP (Youth America Grand Prix) Semi-Final Europeia, Paris, 8 a 12 de Novembro 2017 – Top 12 na categoria Pré-Competitivo como solista em contemporâneo, 3º lugar em Pas de Deux – Harlequinade.

Tanzolym 2018 – Final, Berlim, 16 a 19 de Fevereiro de 2018 – 2º Lugar em Pas de Deux Clássico – Harlequinade

Dançarte Algarve International Dance Compettition – Faro, Abril 2018 – Medalha de Bronze em Dueto Clássico “Dueto para Handell” com Diana Faria.

Concurso Sonhos nos Pés, Braga, Abril 2018 – 2º Lugar com a coreografia Neoclássica “Luna Llena” em dueto com João Pedro Freitas.

Concurso Internacional de Bailado, Porto, 11, 12 e 13 de Maio 2018: Medalha de Ouro, categoria de Dueto Clássico “Dueto para Handell” / Medalha de Bronze, categoria de PAs de Deux “Pas de Deux Harlequinade” / Medalha de Bronze, categoria de Grupo Clássico “PAs de Quatre Swan Lake”

Dance World Cup, Barcelona, Espanha, 22 a 30 de Junho de 2018:
Medalha de Ouro, Coreografia “Amanhecer” em Children Ballet Group Any Style / Medalha de Ouro, Coreografia “Mosquito Tweeter” em Senior Large Group Modern / Medalha de Prata, Coreografia “Suite do Corsário” em Junior
Small Group Ballet / Medalha de Ouro, Coreografia “Vozes da Primavera” em
Junior Large Group Classical Ballet / Medalha de Ouro, Coreografia “Seguidillas de Don Quixote” em Senior Large Group Classical Ballet

Youth America Grand Prix – Semi-final, Paris, 11 a 14 de Novembro de 2018 – Medalha de Ouro em Ensemble – Coreografia “Fairy Doll”, sendo que as restantes 3 coreografias de grupo apresentadas ficaram no TOP 12 e foram apuradas para a final que se realiza em Nova Iorque em Abril de 2019.

Youth America Grand Prix – Semi-Final, Barcelona, 6 a 9 de Dezembro de 2018 – 2º Lugar em Pas de Deux Clássico com Francisco Gomes – “Flames of Paris” / Medalha de Ouro nas 4 coreografias de grupo apresentadas e consequente apuramento para a final que se realiza em Nova Iorque em Abril de 2019.

Votos de Louvor

Como reconhecimento das conquistas alcançadas durante a sua ainda curta carreira como bailarina, foram-lhe atribuídos os seguintes votos de louvor/saudação:

Voto de Saudação Nº 595/XIII
da Assembleia da República, apresentado pelo Grupo Parlamentar do PSD e aprovado por unanimidade a 12 de Julho de 2018.
Voto de Louvor Nº 586/XIII da Assembleia da República, apresentado pelo Grupo Parlamentar do CDS-PP e aprovado por unanimidade a 6 de Julho de 2018.
Voto de Louvor da Câmara Municipal de Braga, aprovado por unanimidade a 20 de Novembro de 2017 pela participação na meia final europeia do YAGP.

Voto de Louvor da Câmara Municipal de Braga aprovado por unanimidade a 8 de Março de 2018 pela participação na Final do Tanzolymp.

Bolsas de Estudo

Nos últimos dois anos foi também admitida por audição e com bolsa de estudo nas seguintes escolas de ballet:

Royal Ballet School, Londres – Intensive Summer School, verão de 2016 e 2017

École de la Ópera National de Paris – Summer School em julho 2017

Bolshoi Ballet Academy, Connecticut – Summer Intensive Course no verão de 2017

American Ballet Theater (ABT), Nova Iorque – Summer School no verão de 2017

Conservatório Privado de Portugal – Academia Annarella Sanchez – Curso de verão 2017

Companhia Instável – Campo de Férias 2017

Bolshoi Ballet Academy, Connecticut – Summer Intensive Course no verão de 2018 (3 Semanas)

Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sanchez – Curso de verão 2018 (4 semanas)

Ballet Heritage Summer Academy São Petersburgo – Curso de verão 2018 (3 semanas)

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Braga

Braga: Deputados municipais analisam taxas a pagar em 2020

Assembleia Municipal

em

Foto: Divulgação / Arquivo

A passagem da gestão dos parcómetros para os Transportes Urbanos de Braga, a aquisição de 32 autocarros para esta empresa municipal e a fixação das taxas de IMI, derrama e IRS para 2020, são os principais temas em debate na Assembleia Municipal de Braga que decorre esta sexta-feira, a partir das 21:00, no pequeno Auditório do Fórum Altice Braga.

No que toca aos parcómetros, a Câmara quer que passem a ser geridos pelos TUB, em novembro. Para tal, a Assembleia tem de aprovar a medida já votada em reunião de Câmara, onde ficou decidido que os bracarenses, que vão ao centro urbano de automóvel, pagam, em novembro, parcómetros em mais 11 ruas do centro.

A alteração foi aprovada com os votos da maioria PSD/CDS e do PS e contra da CDU. No total, passa a haver 1897 lugares de estacionamento, mas o preço por hora diminui de um euro para 80 cêntimos. A sua gestão transita para os TUB que prevêm arrecadar 500 mil euros por ano. E vão contratar seis fiscais.

O aumento de artérias foi justificado pelo Presidente, Ricardo Rio com a necessidade de se criar maior rotatividade no estacionamento e com a vontade, nesse sentido, e de moradores e juntas de freguesia. Entre as que passam a ter máquinas de cobrança estão as ruas, do Raio, 25 de abril, de Diu, dos Bombeiros Voluntários, do Carvalhal, de Santo André, de São Geraldo, bem como a Praça Cândido Vieira da Costa e a Travessa Adaltiva Vieira. Deixa de ter parcómetros a Avenida padre Júlio Fragata.

Frota renovada

Outro dos pontos em discussão é a proposta dos TUB de renovação de um terço da frota, adquirindo sete autocarros elétricos e 25 a gás natural, através de um financiamento bancário de dez milhões de euros e de um apoio europeu de 3,6 milhões vindo do POSEUR — Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência do Uso dos Recursos.

A renovação da frota envolve, ainda, a compra de sete carregadores elétricos e de uma estação de enchimento para as viaturas a gás. O recurso à banca foi aprovado na reunião de Câmara, com reparos da oposição, PS e CDU.

Menos impostos

Se os deputados municipais concordarem, os bracarenses vão pagar menos Imposto Sobre o Rendimento (IRS) em 2020. A medida foi já votada na reunião de Executivo, onde, além da participação variável no IRS, para a qual o Município abre mão de cerca de setecentos e cinquenta mil euros a favor dos cidadãos, são analisadas as várias propostas de fiscalidade municipal, nomeadamente a fixação da taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), o lançamento da derrama e a Taxa Municipal de Direitos de Passagem (TMDP).

Desta forma e dando continuidade à estratégia de redução progressiva da carga fiscal, o Executivo propõe uma taxa de IRS de 4% dos rendimentos dos contribuintes a cobrar no ano de 2020, ao invés dos 5% de taxa máxima que seria possível.

No que se refere ao Imposto sobre Imóveis (IMI), este cifrar-se-á, em 2020, em 0,35% para prédios urbanos. Os proprietários que exerçam a reabilitação de edifícios degradados terão uma minoração em 20%, incentivando assim a reabilitação urbana, a fixação de população e a atração de novos residentes para as áreas de reabilitação urbana.

Será também aplicada uma redução em 50% a prédios urbanos arrendados cujos contratos tenham sido celebrados ao abrigo do programa Encaixa-te ou semelhante, promovendo a «clusterização»´ de atividades culturais e criativas e reforçando a polarização comercial do centro histórico.

Quanto aos prédios urbanos degradados e sem intervenção, o Executivo irá aplicar um agravamento de IMI de 30%, como forma de estimular a sua reabilitação.

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Braga

Braga: Grupo Casais avança com construção de hotel no Montijo

Economia

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Foto: DR / Arquivo

O grupo Casais, de Braga, lançou a primeira pedra do B&B Montijo Hotel, um projeto com um valor de obra de perto de quatro milhões de euros, de acordo com um comunicado hoje divulgado.

Globalmente, o investimento ascende a 5,5 milhão de euros “estando prevista a conclusão da obra, até ao final do próximo ano”, lê-se na mesma nota.

A Casais “é a empresa responsável pela construção de quatro unidades hoteleiras do grupo B&B Hotels, sendo que assume ainda a promoção de três destes hotéis – Montijo, Oeiras e Vila Nova de Gaia”, indicou a empresa portuguesa.

A B&B Hotels prevê ainda inaugurar outras unidades em Matosinhos, Viseu e Viana do Castelo, num investimento global de 70 milhões de euros, acrescentou.

“Até ao final de 2020 o grupo Casais tem ainda previsto a lançamento da primeira pedra da unidade hoteleira B&B de Oeiras e Vila Nova de Gaia, assim como, conclusão da unidade B&B Hotel Lisbon Airport, que tem inauguração prevista para a próxima primavera”, de acordo com a mesma nota.

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Braga

Mulheres de Braga saem domingo à rua para exigir que “parem de as matar”

Violência doméstica

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

As Mulheres de Braga vão sair à rua no domingo para exigir que “parem de as matar”, um protesto organizado pelo grupo que nasceu numa rede social mas que pede à adesão de “todos ao combate” à violência doméstica.

Em declarações à Lusa, uma das organizadoras e responsáveis pelo grupo no Facebook, Emília Santos, explicou que o objetivo da concentração, marcada para as 15.00 na Praça da República, é “mesmo fazer barulho” e chamar a atenção para a necessidade de “educação nas escolas, sensibilização dos agentes políticos, jurídicos e policiais” para a “falta de proteção efetiva” à vítima de violência doméstica.

O grupo, que tem Braga como referência por ter sido criado depois de “mais uma mulher” ter sido assassinada na cidade em contexto de violência doméstica, agrega, no entanto, mulheres de vários pontos de Portugal e além-fronteiras que pretendem “mandar uma mensagem forte” à sociedade com a ação de domingo.

“Basta de nos matarem” é o mote para o “apelo à união de mulheres que foram, são, que não sabem que são e que podem vir a ser” vítimas de violência doméstica, mas “sem esquecer que há outras vítimas, como homens, crianças e adolescentes”.

“A condição de vítima de violência doméstica não tem estrato social, género, nem idade e se nos acusam de nos concentrarmos nas mulheres no grupo é porque a ideia foi criar um espaço de liberdade para as mulheres. Mas, no domingo vamos lá estar por todas as vítimas”, garantiu Emília Santos.

A organização admite que as leis contra a violência doméstica existem, porém, salientou, “não são suficientes, são pouco aplicadas e sobretudo desconhecidas de muitas das vítimas, pelo que este tipo de ação tem que funcionar como um grito de alerta e chamada de atenção para quem “até é vítima e não sabe”.

O grupo quer ainda dinamizar uma petição para entregar na Assembleia da República para “exigir que a educação contra este flagelo comece logo na pré-primária, que os agentes de autoridade sejam formados para lidarem com estes casos, que os juízes sejam sensibilizados para a aplicação de prisões efetivas e também para que os órgãos de comunicação social tenham outra abordagem” quando retratam o tema.

“O apoio da comunicação social é fundamental porque são vocês, jornalistas, que denunciam muitos casos, mas muitas das vezes, e de forma até involuntária, acabam quase que por ir desculpabilizando o agressor na forma como retratam a vítima ou o agressor”, explicou.

Outra questão que o grupo quer abordar é o apoio à vítima: “São necessárias mais esquadras com atendimento especializado, pessoal nos hospitais preparados para reconhecer um episódio de abuso, formas de apoiar de forma imediata a vitima protegendo-a, afastando o agressor, mas sem que a vítima seja isolada do mundo, porque parece que ela é que é a criminosa”, exortou.

“O ano de 2019 está a ser um ano negro, já foram mortas mais de 30 mulheres e, se calhar, enquanto falamos, está uma nova Gabriela a ser morta, ou agredida, ou um António, ou uma adolescente a ser controlada de forma abusiva pelo namorado e a achar isso normal, aceitável. É isto que tem que parar”, salientou.

O Mulheres de Braga foi criado em setembro, depois de uma funcionária do Theatro Circo, chamada Gabriela, ter sido assassinada frente ao Tribunal e, em oito dias, passou o número de 12 mil adesões.

A ação de domingo, explicou a organizadora, não pretende “a adesão só de mulheres, mas também dos homens deste país, jovens, adultos, adolescentes, pais, filhos e irmão de todas as Gabrielas que andam por aí e não se lhes conhece o rosto”.

“Basta de nos matarem”, reforçou Emília Santos.

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