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José Maria Cardoso é o cabeça de lista do Bloco de Esquerda por Braga às legislativas

Barcelense substituiu Pedro Soares

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Foto: DR

O barcelense José Maria Cardoso perfila-se como o cabeça de lista do Bloco de Esquerda pelo Distrito de Braga às próximas eleições legislativas, sabe O MINHO.

Professor e membro destacado do partido no distrito, José Maria Cardoso concorreu como candidato dos bloquistas à Assembleia Municipal de Barcelos nas últimas autarquias e faz, atualmente, parte daquele órgão.

Licenciado em Geografia com pós-graduação em Sociologia Portuguesa Contemporânea, José Maria Cardoso, com 58 anos, é membro do BE desde a fundação desta força partidária.

Nas legislativas de 2005, foi o primeiro candidato da lista do BE no distrito de Braga, tendo também já encabeçado listas à Câmara e à Assembleia municipais de Barcelos, concelho onde é deputado municipal desde 2003.

É dirigente do Sindicato dos Professores do Norte.

José Maria Cardoso vai substituir Pedro Soares que, esta semana, tornou pública a sua indisponibilidade para voltar a concorrer alegando “motivos pessoais mas também políticos” para a sua decisão.

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Ave

Alemães da Continental instalam centro de serviços de engenharia no Porto

Atualmente a funcionar em Famalicão

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A Continental vai instalar no Porto um centro de desenvolvimento de tecnologias que poderá empregar “cerca de 300 engenheiros” e apoiará o desenvolvimento de soluções para veículos elétricos, condução autónoma e cibersegurança, anunciou hoje o grupo alemão.

“Após quase seis anos de troca de informações, estudos, análises e negociações, é com enorme satisfação que vemos a instalação desta nova empresa [Continental Engineering Services (CES)] em Portugal. Trata-se de mais um passo significativo do que tem sido a nossa estratégia dos últimos anos: trazer para Portugal outras áreas de negócio do Grupo Continental, tal como esta”, refere o presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor, citado num comunicado.

“Com esta empresa – acrescenta Pedro Carreira – abrimos uma porta aos jovens licenciados em Portugal, pois todos os colaboradores da CES são altamente qualificados”.

Inicialmente localizada nas instalações da Continental Mabor – Indústria de Pneus, S.A. em Lousado, Vila Nova de Famalicão, a CES irá instalar-se “até ao final do ano” na sua localização definitiva, “perto da FEUP” (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), no polo universitário da Asprela.

Segundo adianta a Continental, a cerimónia de inauguração das novas instalações da empresa no Porto está prevista “para o início do ano de 2020”.

A Continental Engineering Services é uma subsidiária do Grupo Continental que foi fundada em 2006 para fornecer serviços de engenharia às indústrias. Iniciou a sua atividade nas cidades alemãs de Frankfurt e Nuremberga, com 30 engenheiros, mas atualmente emprega mais de 1.800 colaboradores e tem 20 localizações em todo mundo.

“Estamos orgulhosos por expandir as nossas atividades para a cidade do Porto e construir uma equipa de excelência. Acreditamos na qualidade dos engenheiros portugueses e estamos confiantes que esta nova localização será o pilar do nosso sucesso, no futuro”, sustenta o diretor da Continental Engineering Services Portugal, Jochen Diehm, também citado no comunicado.

Focada no desenvolvimento e fornecimento de produtos e em serviços de integração e de consultaria, a CES atuará em Portugal “especialmente nas áreas de veículos elétricos, condução autónoma e cibersegurança”, adianta a empresa.

Segundo explica, a CES “adapta tecnologia de produção em massa a requisitos específicos de clientes, oferecendo tecnologia de ponta num curto espaço de tempo, para um número muito restrito de clientes”.

“A CES apresenta-se como o melhor parceiro em soluções de engenharia dentro do setor automotivo, bem como para todas as outras indústrias”, refere, salientando que “possui um ‘know-how’ abrangente, criatividade e acesso a todas as tecnologias do Grupo Continental e, por isso, proporciona uma enorme flexibilidade e rapidez das suas equipas de desenvolvimento”.

Em 2018, o Grupo Continental em Portugal (que engloba a Continental Mabor, Continental Pneus, Continental Indústria Têxtil do Ave, Continental Lemmerz e Continental Teves e a recente Continental Advanced Antenna) tinha no seu quadro permanente cerca de 3.400 colaboradores, tendo faturado 1.236 milhões de euros em 2018.

Fundada em 1871, a Continental oferece soluções para veículos, máquinas, tráfego e transporte e, em 2018, registou vendas globais de 44,4 mil milhões de euros, empregando mais de 240.000 colaboradores em 60 países e mercados.

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Alto Minho

Carne de vaca do Parque Nacional Peneda-Gerês vence dois prémios, um deles internacional

Raça Cachena

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Foto: DR / Arquivo

A carne de vaca da raça Cachena conquistou este ano dois prémios, um nacional e outro internacional, que “reforçam a notoriedade daquele produto”, informou hoje a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.

Em causa, adiantou hoje em comunicado a estrutura que representa 2.436 criadores dos dois concelhos, “a medalha de ouro no oitavo concurso nacional de produtos tradicionais no setor das carnes e o Prémio Melhor Sabor no concurso internacional “Great Taste Awards”.

“Sendo dois dos eventos mais prestigiados a nível nacional e internacional, possibilitam a solidificação das estratégias produtivas e comerciais encontradas para elevação deste produto. Estas distinções implicam uma maior notoriedade do produto, reforçada pela qualidade do júri de avaliação, pelo prestígio das organizações promotoras e por integrarem eventos onde os produtos em competição foram sujeitos a critérios de seleção e avaliação rigorosos”, refere a nota.

Típica do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), a carne de vaca Cachena tem Denominação de Origem Protegida desde 2002, sendo criada, de “forma extensiva, o mais natural possível, no Solar da Raça Cachena, em plena liberdade, em pastos de alta montanha”.

A vaca Cachena da Peneda é a mais pequena raça bovina portuguesa e uma das mais pequenas do mundo. O animal atinge uma altura máxima de 110 centímetros e sobrevive ao frio nas serras da Peneda, Soajo e Amarela, no Parque Nacional na Peneda-Gerês (Norte de Portugal).

“Para os produtores e para a cooperativa é uma grande honra a atribuição destes prémios 2019 mas, também, e principalmente, um forte incentivo para a dinamização de novos desafios e metas”, sustenta a nota.

Contactado hoje pela Lusa, o presidente da Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, José Carlos Gonçalves, adiantou que existem atualmente cerca de quatro mil animais de raça Cachena.

“O concelho Arcos de Valdevez tem cerca de três mil animais de raça Cachena. Os restantes mil estão distribuídos pelos municípios de Ponte da Barca, Monção e Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, e Vila Verde e Terras de Bouro, no distrito de Braga”.

Nos distritos de Viana do Castelo e Braga, segundo José Carlos Gonçalves, são produzidos, por ano, “mais de 500 animais para comercialização em restaurantes, hotéis e talhos de todo o país”.

Em 2018, a Câmara de Arcos de Valdevez iniciou o processo de constituição da Real Confraria Gastronómica da Carne Cachena com a aprovação da futura associação.

Em fase de criação, a confraria terá como missão “preservar e valorizar” aquele produto típico de Arcos de Valdevez.

A constituição da confraria resulta de uma parceira entre a Câmara de Arcos de Valdevez, a Cooperativa Agrícola, entidade que gere a denominação de origem da carne Cachena da Peneda, a Associação dos criadores da Raça Cachena, a Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e o PEC Nordeste, empresa do grupo Agros que opera no apoio à produção pecuária nacional.

Esta raça é explorada em regime extensivo, por vezes quase semisselvagem e é atualmente parte “integrante do património genético de Portugal”.

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Braga

GNR identifica homem por posse ilegal de arma em Vieira do Minho

Caçadeira e 28 cartuchos apreendidos

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Foto: DR / Arquivo

A GNR identificou, em Vieira do Minho, um homem de 45 anos por posse ilegal de arma em Vieira do Minho e apreendeu-lhe uma caçadeira e 28 cartuchos, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR refere que, no âmbito de um processo por danos materiais numa máquina agrícola que decorre há seis meses, os militares deram cumprimento a uma busca domiciliária, que culminou naquela apreensão.

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial da Póvoa de Lanhoso.

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