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José Correia procura revalidar título de campeão de montanha

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O piloto bracarense José Correia quer revalidar o título de campeão nacional de montanha na categoria GT e intensificar a internacionalização da equipa que lidera, segundo revelou a O MINHO este domingo, a menos de uma semana da Rampa Internacional da Falperra.


“Para esta temporada o nosso grande objetivo é revalidar o título de campeão nacional de montanha na categoria GT e ao mesmo tempo lutar sempre para chegar a lugares cimeiros da geral absoluta”, disse a O MINHO José Correia, confirmando que “disputaremos ainda provas do campeonato europeu de montanha, de velocidade e de ralis, dando o melhor”.

Uma das participações em provas fora de Portugal será a Subida Internacional Al Fito, em Ovídeo, na região espanhola das Astúrias, a disputar já entre os dias 18 e 20 de maio.

Para além de campeão nacional de montanha na categoria 2/GT, em 2017, José Correia venceu em categoria 1 do campeonato europeu FIA de montanha na Rampa Internacional da Falperra igualmente na mesma edição do ano passado, tendo sido terceiro classificado no campeonato nacional de montanha na categoria 2/GT em 2016, tendo conquistado o título categoria P2 do Rali CAM Festival em 2016, entre muitos outros títulos averbados.

Foto: ZOOM MOTORSPORT

A uma semana da Falperra

Natural de Braga, onde lidera o universo empresarial JC Group, José Ferreira Correia, de 52 anos, volta a apostar no veículo japonês Nissan Nismo GT-R GT3 para o campeonato, constituído por oito provas, que terminará nos dias 29 e 30 de setembro, com a Rampa de Boticas, sendo a Rampa Internacional da Falperra a prova rainha, já entre 11 e 13 de maio.

Outro minhoto na equipa JC Group Racing Team é o arquiteto Augusto Vasconcelos, de 58 anos, natural de Fafe, estabelecido em Guimarães, que ao volante do seu Ford Escort Mk1, já conquistou, no ano de 2016, o primeiro lugar da classe H75 na Rampa de Murça.

Com um percurso multifacetado no automobilismo, que começou no UMM e no TT, mas passou ainda pelo Enduro e nos últimos anos já na montanha, Augusto Vasconcelos, de permeio com uma grande paixão por aviação, referiu a O MINHO que “vou procurar uma vez mais superar-me em cada subida nesta temporada de 2018, pela paixão do desporto”.

A primeira prova do campeonato nacional de montanha foi a Rampa da Penha, marcada pelo seu sinuoso traçado, que é mais complicado para as características do potente Nissan GT-R Nismo GT3, dificultando a tarefa de José Correia em Guimarães foi ainda mais dificultada pelas adversas condições climatéricas, com a chuva e o nevoeiro a tornarem o traçado minhoto num delicado exercício de pilotagem.

A chuva encurtou o dia de sábado e domingo José Correia começou por obter o segundo lugar entre os GT na subida de treinos cronometrados. Nas subidas de prova, o piloto de Braga foi sempre evoluindo os seus tempos, rodando primeiro em 1m52,195s, depois em 1m50,828s e, por último, em 1m41,180s quando piso estava mais seco. No fim o campeão em título começou a época com o terceiro lugar entre os Grandes Turismos (GT).

Segundo o campeão bracarense, “já sabia que este traçado é um dos mais difíceis para o nosso carro, juntamente com o de Santa Marta de Penaguião, sendo que com a chuva e o piso muito escorregadio tornou-se tudo ainda mais difícil”.

Por outro lado, “o carro tem muito pouco peso no eixo traseiro e era muito difícil colocar a potência no chão, mas ainda assim, demos sempre o nosso melhor e conseguimos uma boa pontuação para começar o campeonato”, afirmou o piloto e fundador da JC Group.

“Objetivo cumprido”

Também integrado na equipa bracarense esteve Augusto Vasconcelos, ao volante do bonito Ford Escort Mk1 preparado pelo conceituado mestre Artur Bastos.

O piloto de Fafe conseguiu o terceiro lugar da categoria H75, rodando em 2m01,323s na sua melhor subida do fim de semana.

“Cumpri o objetivo a que me propus, que era melhorar a cada saída para a pista. Estas condições não são fáceis para ninguém mas fiquei satisfeito com a nossa performance e espero continuar a evoluir assim durante o ano”, referiu Augusto Vasconcelos.

Jovem a pilotar

Este ano ficará marcado pela estreia absoluta de Gabriela Correia nas provas de montanha e que tal como O MINHO noticiou, participará a 13 de maio na Rampa Internacional da Falperra, a data em que completará a idade mínima de 16 anos para iniciar a competição.

Gabriela Correia será um dos pilotos mais novos de sempre na história do automobilismo português numa modalidade desportiva ainda caraterizada por um predomínio masculino.

Estreante absoluta no Campeonato Nacional de Montanha em 2018, com um SEAT León TCR Mk3, Gabriela Correia, ainda com 15 anos, ostenta como seus melhores resultados o segundo lugar no Troféu Norte de Portugal de Karting Categoria Júnior em 2017, tendo vencido o Troféu Norte de Portugal de Karting na Categoria X30 Júnior, no ano de 2015.

“Este será principalmente um ano de aprendizagem para eu descobrir o campeonato de montanha, as rampas e a pilotagem de um Seat, através de uma evolução que se pretende passo a passo, porque a transição para a Montanha é muito grande”, afirmou a O MINHO.

Estreia no karting

A sua irmã mais nova, Beatriz Correia, de 11 anos, competirá no karting, que tem sido a verdadeira escola do automobilismo, iniciando assim o seu percurso por esta modalidade.

“Um dia quero ser piloto de montanha como o meu pai”, disse Beatriz a O MINHO.

Todos os seis veículos da JV Group Racing Team são preparados, em Braga, pelo mestre Artur Bastos, que constitui uma referência entre todos os preparadores ao nível nacional.

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Félix da Costa vai testar na IndyCar norte-americana

Automobilismo

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português António Félix da Costa, que este ano venceu o campeonato de Fórmula E, foi convidado para testar um dos monolugares da IndyCar, a maior competição de monolugares dos Estados Unidos da América, foi hoje anunciado.

O teste com o monolugar da Rahal Letterman Lanigan Racing vai decorrer no próximo dia 02 de novembro, no circuito de Barber Motorsports Park.

Para o piloto de Cascais, é “sonho de criança” que se cumpre.

“Nunca escondi o sonho e a vontade de correr na IndyCar. Sou um grande fã do campeonato e da mentalidade das corridas nos Estados Unidos. Conheço o Bobby Rahal há alguns anos e sempre que nos víamos em brincadeira eu dizia que tinha de ir experimentar os carros da equipa dele, e quando ele me ligou com este convite para conhecer e testar com a Rahal, foi impossível recusar”, referiu o piloto luso, em declarações difundidas pela sua assessoria de imprensa.

Félix da Costa garante, contudo, continuar “focado na Fórmula E”, mas não fecha a porta da IndyCar no futuro.

“Quero fazer um bom trabalho, deixar a minha marca na equipa e nunca se sabe o que o futuro nos pode reservar,” concluiu.

O monolugar da IndyCar é equipado com um motor V6, 2.2L com cerca de 700 cavalos de potência.

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Mundial de Superbikes termina no Estoril em prova sem público

Motociclismo

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Foto: DR / Arquivo

A última prova do Mundial de Superbikes, a disputar no circuito do Estoril e que decidirá a atribuição do título, vai decorrer à porta fechada, devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje a organização.

“Apesar de atempadamente ter entregue um plano de segurança, o circuito do Estoril não recebeu a desejada autorização para poder abrir as bancadas aos fãs portugueses das Superbikes, o que aconteceria em número limitado e de acordo com todas as regras vigentes”, refere o comunicado.

A organização explica que assim, “a consagração dos campeões do mundo superbike e supersport 300 será assim exclusivamente acompanhada através da transmissão televisiva” e lembra que a ronda anterior do campeonato, que decorreu em França no primeiro fim de semana de outubro, os vencedores receberam “o apoio, carinho e aplauso do público”.

A atribuição do título de Superbikes vai ser decidida na prova portuguesa entre os britânicos Scott Redding (Ducati) e Jonathan Rea (Kawasaki).

Rea chega à prova lusa, que se disputa entre 16 a 18 de outubro, com 59 pontos de vantagem sobre Redding, quando estão ainda 62 em disputa.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e setenta e quatro mil mortos e mais de 37,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.080 pessoas dos 86.664 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Miguel Oliveira termina em sexto no GP de França

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) terminou hoje na sexta posição o Grande Prémio de França de MotoGP, nona prova da temporada.

O piloto português, que chegou a rodar na 18.ª posição no início da corrida, chegou a estar em quarto lugar a duas voltas do fim, mas perderia a quinta posição na derradeira curva, terminando a 4,466 segundos do vencedor, o italiano Danilo Petrucci (Ducati).

Com este resultado, Miguel Oliveira soma, agora, 69 pontos no campeonato do mundo.

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