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Alto Minho

Jornadas Parlamentares do CDS no distrito de Viana com programa de dia e meio

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Assunção Cristas, presidente do CDS/PP. Foto: Divulgação / cds.pt

O Grupo Parlamentar do CDS divulgou esta quinta-feira o programa das Jornadas Parlamentares, que se realizam nos próximos dias 21 e 21 de maio, no distrito de Viana do Castelo, e nas quais estará presente Assunção Cristas, presidente do partido e também deputada, o eurodeputado Nuno Melo, Luís Mira, Secretário Geral da CAP e António Braz da Costa, diretor do Citeve..

Segunda-feira, dia 21

9:00 – Saída de Viana do Castelo para Ponte de Lima >>

09:30 – Apresentação de Cumprimentos na Câmara Municipal, seguida de Visita à exploração agrícola Quinta de Corutelo – Freixo

Quinta do Corutelo, em Freixo, Ponte de Lima. Foto: Divulgação

11:00 – Saída de Freixo para Viana do Castelo

11:30 – Reunião de trabalho na sede da Viana Pesca – Cooperativa de Produtores de Pesca de Viana do Castelo seguida de visita aos armazéns de aprestos

13:30 – Almoço / Restaurante Taberna do Valentim

15:00 – Abertura das Jornadas Parlamentares / Hotel Flôr de Sal

15:30 – 1.o Painel – Fundos Europeus
Nuno Melo – Eurodeputado
Luís Mira – Secretário Geral da CAP
António Braz Costa – Diretor Geral do CITEVE e CEO do CENTI

18:00 – Saída de Viana do Castelo para Monção

19:30 – Reunião com Presidentes de Junta das freguesias mais afetadas pelos Incêndios, Direção e Comandante dos Bombeiros Quartel da Associação de Bombeiros Voluntários de Monção

20:30 – Jantar com militantes e simpatizantes CDS e tomada de posse da Comissão Política Concelhia de Monção

Terça-feira, dia 22

09:30 – Contacto com o eleitorado em Viana do Castelo
Ponto de Encontro: Pastelaria Zé Natário

11:00 – 2.o Painel – Economia Azul
Bruno Bobone – CCIP
Helena Abreu – CIEMAR

12:30 – Encerramento das Jornadas Parlamentares com Assunção Cristas

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Alto Minho

Mulher ferida após explosão de caldeira de aquecimento em Ponte da Barca

Em Vila Nova de Muia

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Uma mulher, cuja idade não foi possível apurar, sofreu ferimentos na sequência da explosão de uma caldeira de aquecimento a água, ao final da tarde de quinta-feira, em Vila Nova de Múia, concelho de Ponte da Barca, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

A explosão deu-se numa caldeira que era alimentada por uma lareira, servindo como aquecimento de água para os radiadores da habitação.

Desconhece-se os motivos da explosão, mas a mesma provocou vários estragos, tendo inclusive partido vários vidros da moradia, como disse a O MINHO, José Freitas, o comandante dos Bombeiros de Ponte da Barca.

Ao local, lugar de Pereiras, acorreu a corporação barquense com uma equipa de combate a incêndios urbanos e uma ambulância, transportando a mulher para o Hospital de Viana. Esta já terá tido alta.

Os bombeiros procederam à extinção das chamas e respetiva ventilação da habitação, que permaneceu habitável.

A GNR registou a ocorrência.

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Alto Minho

BE questiona Governo sobre falta de apoios à bienal de Vila Nova Cerveira

DGArtes

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Foto: Divulgação

As deputadas do Bloco de Esquerda (BE) Beatriz Gomes Dias e Alexandra Vieira questionaram a ministra da Cultura sobre a não-atribuição de financiamento à candidatura da bienal internacional de arte de Vila Nova de Cerveira.

No documento, datado de quarta-feira, as deputadas do BE com assento na comissão parlamentar de Cultura querem saber se a ministra Graça Fonseca considera a bienal “uma iniciativa importante para a atividade artística descentralizada no país” e se “concorda com a redução dos apoios às artes à área metropolitana de Lisboa”, onde estão localizadas as três entidades apoiadas pelo programa de apoio sustentado bienal da Direção-Geral das Artes (DGArtes) na área das Artes Visuais.

As deputadas do BE questionam ainda a titular da pasta da Cultura sobre se está prevista a “correção” do “subfinanciamento dos apoios às artes garantindo o financiamento de todas as candidaturas consideradas elegíveis para o biénio 2020/21”.

Na segunda-feira, a DGArtes revelou as três entidades culturais, todas da Área Metropolitana de Lisboa, que vão receber um total de 550 mil euros de apoio sustentado à criação, na área das Artes Visuais, para 2020-2021.

Os resultados definitivos do Programa de Apoio Sustentado 2020-2021 começaram, na segunda-feira, a ser divulgados pela DGArtes e, na área das Artes Visuais, confirmaram os resultados provisórios anunciados em 11 de outubro.

A candidatura da bienal de Cerveira é uma das cinco que foram consideradas elegíveis para apoio pelo júri, mas para as quais não há financiamento disponível.

“Apesar de ser considerada elegível pelo júri do concurso, a bienal de arte de Cerveira foi excluída dos apoios bienais da Direção-Geral das Artes para 2020/2021, na vertente das Artes Visuais. A bienal tem uma longa história de atividade e descentralização dos circuitos artísticos, realizando-se sem interrupções desde 1978”, constatam as deputadas do BE.

Beatriz Gomes Dias e Alexandra Vieira realçam que “com a exclusão da bienal de Cerveira, apenas três entidades serão financiadas na área das Artes Visuais para aquele biénio, as três localizadas na área metropolitana de Lisboa”.

O Bloco de Esquerda adiantou ter questionado a ministra da Cultura no dia em que foram conhecidos os resultados provisórios dos concursos, em outubro. Nessa altura, o partido defendeu “a necessidade de garantir financiamento a todas as estruturas consideradas elegíveis pelos júris dos concursos da direção-geral das Artes”.

“Fica mais uma vez claro o problema de subfinanciamento crónico que persiste nos apoios às artes”, sustenta o partido.

A Bienal Internacional de Arte de Cerveira, a mais antiga da Península Ibérica, realiza-se desde 1978.

Em 2018, decorreu entre 15 de julho e 16 de setembro, e recebeu cem mil visitantes. A 20.ª edição apresentou mais de 600 obras, de 500 artistas de 35 países em 8.300 metros quadrados, num total de 14 espaços expositivos.

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Alto Minho

Valença e Ponte de Lima com novas ambulâncias INEM

Postos de Emergência Médica

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Foto: Divulgação

O INEM vai renovar 75 ambulâncias afetas a postos de emergência médica, que funcionam em corporações de bombeiros ou delegações da Cruz Vermelha, num investimento acima de 3,7 milhões de euros. Valença, Ponte de Lima e Paredes de Coura são as coporações do distrito de Viana do Castelo que recebem as novas viaturas.

Hoje, em Torres Novas, distrito de Santarém, decorre a assinatura dos protocolos para a renovação das ambulâncias, numa cerimónia que vai ser presidida pela ministra da Saúde, Marta Temido.

O processo de compra destas novas ambulâncias chegou a estar comprometido, depois de o Ministério das Finanças não ter autorizado numa primeira fase a utilização da verba necessária, mas que, entretanto, foi desbloqueada, depois de uma notícia divulgada em agosto pela agência Lusa.

Segundo um comunicado do Instituto Nacional de Emergência Médica, esta renovação de ambulância corresponde a um investimento superior a 3,7 milhões de euros e visa “melhorar as condições de operacionalidade” do sistema de emergência e reforçar a capacidade de resposta aos pedidos de ajuda.

A verba destina-se a comprar ambulâncias novas, uma vez que as antigas necessitavam de substituição. O INEM tem atualmente 340 postos de emergência médica em corpos de bombeiros e em delegações da Cruz Vermelha Portuguesa.

Em finais de agosto, a agência Lusa noticiou que o INEM previa comprar este ano 75 novas ambulâncias para equipar os postos de emergência médica, mas o Ministério das Finanças não autorizou o uso do dinheiro necessário, apesar de a verba ser do próprio instituto.

Para a renovação das viaturas, o INEM tinha apresentado em 2017 à tutela um plano plurianual – entre 2018 e 2021, tendo invocado a “absoluta necessidade de renovação” das ambulâncias, devido à idade elevada das viaturas, muitas delas com mais de 12 anos, e a indisponibilidade em que ficam por motivos de avaria mecânica.

O INEM previa adquirir este ano mais 75 ambulâncias e teve de submeter ao Ministério das Finanças um pedido de autorização para recorrer aos saldos de gerência do instituto de anos anteriores, num montante a rondar os cinco milhões de euros.

Numa fase inicial, as Finanças apenas autorizaram um milhão de euros. Cerca de uma semana após o caso ter sido noticiado, as verbas necessárias acabaram por ser autorizadas.

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