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Famalicão

Jorge Paulo Oliveira (PSD) acusa governo de discriminar Famalicão

Eleições Legislativas 2019

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Foto: PSD Famalicão

“Não subsistem quaisquer dúvidas que o Ministério da Saúde olha de maneira diferente para o Centro Hospitalar do Médio Ave, consoante se trate da unidade hospitalar de Vila Nova de Famalicão ou da unidade hospitalar de Santo Tirso”.

A denúncia é feita pelo candidato do PSD de Vila Nova de Famalicão que integra as listas à Assembleia da República por Braga, Jorge Paulo Oliveira, que critica a falta de apoio do Ministério da Saúde à criação da Clínica da Mulher, da Criança e do Adolescente, um projeto do Hospital de Famalicão.

“O mesmo Ministério da Saúde que se mostrou indisponível para custear as obras de construção da Clínica da Mulher, da Criança e do Adolescente, um investimento que implicava um esforço financeiro de apenas 300 mil euros, é o mesmo Ministério da Saúde que anunciou, no âmbito do Programa de Investimentos na Área da Saúde (PIAS), um investimento na ordem dos 5,3 milhões de euros, destinado à melhoria de infraestruturas e equipamentos do Hospital de Santo Tirso”, acusa o candidato por Braga.

Jorge Paulo Oliveira não nega a importância do investimento na unidade hospitalar do concelho vizinho, mas salienta que a criação da Clínica da Mulher, da Criança e do Adolescente “é igualmente urgente dada a necessidade de concentrar todo o ambulatório não cirúrgico das especialidades de Pediatria, Ginecologia, Obstetrícia e a consulta de Pedopsiquiatria num mesmo espaço”.

Realce-se que este novo espaço, que irá nascer a partir da adaptação de atuais espaços hospitalares, pretende proporcionar todas as condições para a afirmação pública da excelência dos serviços de saúde da mulher e da criança e será uma oportunidade para modernizar instalações que o tempo e o uso tornaram pouco adequadas. A sua construção vai concretizar-se com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão que comparticipará a obra em 150 mil euros e com o apoio das empresas e dos empresários da região.

“Este é um investimento da responsabilidade do Ministério da Saúde, que o Ministério da Saúde se recusou a fazer invocando indisponibilidade financeira, a mesma que não faltou para a outra unidade do mesmo Centro Hospitalar, mas situada num outro município, alinhado politicamente com o Governo” adianta Jorge Paulo Oliveira, acrescentando ainda que “esta atitude discriminatória do Governo para com Vila Nova de Famalicão, não é isolada, muitas outras ocorreram ao longo dos últimos quatro anos”.

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Famalicão

Pais avaliam refeições escolares em Famalicão e o resultado é “excelente”

Novo programa educativo

em

Foto: Divulgação

“Para quem não gosta muito de jardineira, achei que estava muito bem confecionada e os sabores apurados. A sopa estava mesmo muito boa. Foi uma excelente refeição”.

Catarina Inácio, mãe de três filhos, dois dos quais a frequentar o pré-escolar e o 1.º ciclo, no concelho de Famalicão, foi uma das primeiras encarregadas de educação a aceitar o desafio lançado, neste ano letivo, pela Câmara de Famalicão, para acompanhar as refeições escolares dos filhos.

Catarina Inácio ficou muito satisfeita com a refeição e aconselha todos os pais a fazerem o mesmo. “Por vezes, as crianças reclamam das refeições, mas, nós pais, não podemos criticar se não conhecermos a realidade e o ideal é irmos ver o que se passa”.

“Não tinha uma boa perceção das refeições, algo que foi completamente ultrapassado”, graças a esta iniciativa municipal afirma Catarina, louvando a iniciativa do município de Famalicão.

Para além dos encarregados de educação, a autarquia desafia também os professores a partilharem todos os dias, a refeição com os alunos.

“Esta é uma forma de os pais e os professores nos apoiarem na monitorização da qualidade das refeições servidas nas cantinas das escolas do pré-escolar e do 1.º ciclo de Famalicão” explica edil Paulo Cunha, acrescentando que para além da “qualidade da ementa é possível também avaliar a qualidade e o conforto do espaço”.

A medida faz parte do novo programa educativo promovido pela Câmara de Famalicão, intitulado NutriEduca (Educação Alimentar e Nutricional em contexto escolar), que reconhece a escola como o espaço próprio para a promoção de uma alimentação saudável, envolvendo os encarregados de educação e a comunidade educativa na adoção de hábitos alimentares equilibrados.

O projeto que está a ser desenvolvido desde o inicio do ano letivo nas escolas do ensino pré-escolar e 1º ciclo do concelho inscritas no programa (33), envolve um total 91 turmas e cerca de 1.900 alunos.

“Entendemos que a escola é o local ideal para educar as novas gerações para uma alimentação mais saudável e amiga do ambiente, por isso, procuramos o apoio da comunidade educativa através dos professores, e também dos encarregados de educação para a capacitação e monitorização das refeições escolares. Queremos ganhar a confiança da comunidade na qualidade das refeições”, adianta Paulo Cunha.

“Acredito que todos juntos, conseguimos incentivar as crianças a fazer as escolhas mais saudáveis e conseguimos aperfeiçoar a prestação dos serviços de refeições escolares”, explica o autarca que, desde 2014, tem por hábito almoçar nas cantinas escolares do concelho, juntando-se aos alunos e partilhando com eles a refeição.

Ao longo do ano, serão muitas as atividades desenvolvidas no âmbito deste programa educativo, nomeadamente ações de formação, workshops e atividades comemorativas, relacionadas com a temática da alimentação saudável.

Para além dos almoços nas cantinas, o programa procura ainda sensibilizar a comunidade educativa para a preparação de lanches saudáveis.

Entretanto, de acordo com a autarquia, os encarregados de educação estão convidados a almoçar na escola dos filhos, no dia de aniversário da criança, de forma gratuita. Para isso, basta que avisem a escola antecipadamente.

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Famalicão

Deputado do PSD volta a questionar Governo sobre amianto nas escolas de Famalicão

Jorge Paulo Oliveira (PSD)

em

Foto: PSD Famalicão

Jorge Paulo Oliveira, deputado natural Famalicão eleito pelo círculo eleitoral de Braga do PSD, não desiste de obter explicações sobre a aplicação do “Programa de remoção do amianto” nas escolas em Vila Nova de Famalicão e insiste nas interpelações junto do Governo.

Numa altura em que a associação ambientalista ZERO e a MESA (Movimento Escolas Sem Amianto), acabam de lançar a plataforma nacional de denúncias para escolas com amianto, que assume a designação “Há amianto na escola” para recolher denúncias e queixas sobre a presença daquele amianto em escolas – públicas ou privadas – de todo o país, Jorge Paulo Oliveira interpelou hoje o Ministro da Educação sobre a problemática da existência daquele tipo de material em escolas de Vila Nova de Famalicão.

O deputado famalicense que na campanha eleitoral chamara a atenção para o assunto através de um vídeo divulgado nas redes sociais, recorda a Tiago Brandão Rodrigues que, na anterior legislatura e a propósito deste assunto, a ele se dirigiu por quatro vezes, mas sem qualquer sucesso. Jorge Paulo Oliveira acalenta a esperança “que desta vez o Governo se digne respeitar a função fiscalizadora do Parlamento e ofereça as respostas a que legalmente está obrigado”.

O social-democrata, recorda igualmente ao Ministro da Educação que “em 2014, foi publicada a listagem dos edifícios públicos que continham amianto, tendo sido identificados em Famalicão vários edifícios escolares presuntivamente contendo aquele material”. Entre aqueles contam-se as Escolas EB 2,3 Júlio Brandão, D. Maria II, Nuno Simões, as Escolas EB 1,2,3 de Arnoso Stª Maria e de Gondifelos e a Escola Secundária Padre Benjamim Salgado.

Nas interpelações escritas, uma por cada um dos identificados equipamentos escolares, pode ler-se que, desde 2016, o Estado está “obrigado a tornar publico o mapeamento e o planeamento das ações corretivas e preventivas com vista à eliminação e à redução do risco para a saúde humana” que representa a presença do amianto e que, nesse mesmo ano, o Governo referiu a existência de um relatório “contemplando a hierarquização das intervenções e a estimativa dos respetivos custos de intervenção”.

Ora, segundo Jorge Paulo Oliveira, apesar de todos estes antecedentes, “a comunidade educativa famalicense nada sabe de concreto sobre o denominado “Programa de Remoção do Amianto” no que concerne às escolas identificadas no concelho de Vila Nova de Famalicão”.

Nesse contexto, o parlamentar famalicense quer que o Governo esclareça que tipo de intervenções estão programadas para retirar ou reduzir os problemas da presença de amianto naqueles estabelecimentos escolares de Vila Nova de Famalicão, sob a alçada da administração central e, até que isso aconteça, informe qual o tipo de monitorização e com que regularidade está a ser feita a presença daquele material.

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Famalicão

Bebé nasce na A7 em Famalicão: “É uma menina e está bem de saúde”

Em Riba de Ave

em

Foto: Bombeiros de Vila das Aves / Facebook

Uma menina, saudável, nasceu dentro de uma ambulância dos Bombeiros da Vila das Aves, ao final da noite desta sexta-feira, no ramal de acesso à Autoestrada n.º 7 (A7), em Riba de Ave, concelho de Famalicão, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O alerta, para uma grávida de 39 semanas que entrava em trabalho de parto, foi dado às 22:36 desta sexta-feira, segundo registo do Centro de Orientação de Doentes Urgentes do INEM.

Os bombeiros Rita Ferreira e Silvério Oliveira deslocaram-se imediatamente para o local, constatando que o trabalho de parto já estaria numa fase avançada.

Foi solicitado, pelos bombeiros, o apoio indiferenciado da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Guimarães.

Deslocaram-se então para o Hospital de Guimarães, mas o bebé, uma menina, não quis esperar e acabou por nascer mesmo às portas da A7, pouco passava das 23:30.

Fonte dos bombeiros disse a O MINHO que o recém-nascido “está bem de saúde” e que esta foi “uma alegria enorme” para aquele corpo de bombeiros. “Foi o segundo bebé a nascer dentro de uma das nossas ambulâncias em 2019”, disse a mesma fonte.

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