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Desporto

Jonas em dúvida para Braga

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Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP/Getty Images

Segundo o jornal A BOLA, o avançado do Benfica Jonas pode não recuperar de um problema nas costas que o obrigou a ficar de fora do último jogo para Liga dos Campeões, contra o Borussia de Dortmund, da Alemanha, na passada terça-feira.

As dores provocadas pela cervicodorsalgia que apoquenta o melhor marcador e melhor jogador do campeonato da época passada, em que os benfiquistas se sagraram tricampeões nacionais, têm obrigado o atleta a fazer apenas trabalho de ginásio. Se amanhã, sexta-feira, não conseguir treinar no relvado,diz o jornal desportivo lisboeta que o goleador dificilmente será opção para o encontro.

O Benfica visita este domingo o Estádio Municipal de Braga, onde irá defrontar a equipa local, a partir das 20:15 horas, em jogo relativo à 22.ª jornada da I Liga.

 

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Desporto

Portugal com soberana oportunidade para ultrapassar Rússia no ‘ranking’ das taças europeias de futebol

Ranking

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Foto: DR / Arquivo

Portugal tem na terceira jornada da fase de grupos das taças europeias de futebol, de terça-feira a quinta, uma soberana ocasião para ultrapassar a Rússia e instalar-se no ‘milionário’ sexto lugar do ‘ranking’ da UEFA.

Num duelo por três equipas na ‘Champions’ 2021/22, duas delas com entrada direta, as equipas lusas partem para mais uma ronda a ‘míseros’ 0,1 pontos das russas (43,449 contra 43,549), pelo que, na prática, só precisam de conseguir resultados idênticos.

As formações lusas beneficiam do facto de os seus triunfos e empates valerem mais (0,4 e 0,2 contra 0,333 e 0,166, respetivamente), porque os russos têm de os dividir por seis (número de equipas com que começaram) e os portugueses por cinco.

Desta forma, Portugal saltará para sexto, no final da terceira ronda da Liga Europa, na quinta-feira, se no conjunto dos jogos somar pelo menos três pontos (dois por vitória e um por empate) e a Rússia não fizer melhor.

Ainda sem pontos no Grupo G da Liga dos Campeões, o Benfica é quarta-feira o primeiro a entrar em ação, na receção ao Lyon, que já bateu na Luz (4-3 em 2010/11). Na receção a franceses, os ‘encarnados’ nunca perderam (10 vitórias e quatro empates).

Quinta-feira, na Liga Europa, também jogam nos seus recintos o Sporting, frente aos noruegueses do Rosenborg, no Grupo D, e o FC Porto, face aos escoceses do Rangers, no Grupo G.

Por seu lado, o Sporting de Braga, invicto na Europa (cinco vitórias e um empate), visita os turcos do Besiktas, no Grupo K, enquanto, no F, o Vitória de Guimarães enfrenta o seu encontro mais complexo, no reduto do Arsenal.

Ao contrário de Portugal, a Rússia enfrenta uma jornada complexa, com o CSKA Moscovo a ser a sua grande esperança, já que é anfitrião dos húngaros do Ferencvaros, em encontro do Grupo H.

Ainda na Liga Europa, para o Grupo C, o Krasnodar, ‘carrasco’ do FC Porto na terceira pré-eliminatória da ‘Champions’, visita os turcos do Trabzonspor.

Na Liga dos Campeões, o Lokomotiv, de João Mário e Éder, visita a Juventus, de Cristiano Ronaldo, na terça-feira, em embate do Grupo D, e, no dia seguinte, o Zenit, que na última ronda bateu em casa o Benfica (3-1), desloca-se a Leipzig.

As formações lusas estão em maioria (cinco contra quatro) na fase de grupos e todos os pontos que somarem (dois por vitória e um por empate) são divididos por cinco (0,4 por vitória e 0,2 por empate), enquanto os russos têm de dividir os seus por seis (0,333 por triunfo e 0,166 por igualdade).

Portugal, que já sabe que em 2020/21 (sétimo nas contas entre 2014/15 a 2018/19) manterá a situação atual – uma entrada direta na ‘Champions’ e outra na terceira pré-eliminatória -, está bem posicionado para acabar a presente temporada no sexto posto e conseguir, em 2021/22, recuperar uma segunda entrada direta.

– ‘Ranking’ da UEFA dos últimos cinco anos:

2015/16 2016/17 2017/18 2018/19 2019/20 (equipas) Total

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1. Espanha 23,928 20,142 19,714 19,571 5,928 (7/7) 89,283

2. Inglaterra 14,250 14,928 20,071 22,642 5,714 (7/7) 77,605

3. Alemanha 16,428 14,571 9,857 15,214 5,142 (7/7) 61,212

4. Itália 11,500 14,250 17,333 12,642 4,500 (6/7) 60,225

5. França 11,083 14,416 11,500 10,583 4,166 (5/6) 51,748

6. Rússia 11,500 9,200 12,600 7,583 2,666 (4/6) 43,549

7. PORTUGAL 10,500 8,083 9,666 10,900 4,300 (5/5) 43,449

8. Bélgica 7,400 12,500 2,600 7,800 5,000 (4/5) 35,300

9. Holanda 5,750 9,100 2,900 8,600 6,400 (4/5) 32,750

10. Ucrânia 9,800 5,500 8,000 5,600 3,000 (3/5)

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Desporto

Vítor Oliveira realça “carreira preenchida” pelos 400 jogos como treinador na I Liga

Aos 65 anos

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Foto: Gil Vicente FC

O técnico Vítor Oliveira enalteceu esta segunda-feira a marca dos 400 jogos como treinador principal na I Liga de futebol, que foi alcançada em 29 de setembro pelo Gil Vicente e retrata uma “carreira preenchida”.

“São muitos jogos, alegrias e tristezas, fases de conforto e desconforto. Enfim, uma carreira muito bem preenchida, da qual me orgulho. Nem sempre consegui obter os melhores resultados, mas tenho a consciência plena de que, em todo o lado por onde passei, dei sempre o máximo e tudo o que sabia em prol da defesa dos interesses do clube”, referiu à agência Lusa.

Vítor Manuel Oliveira, de 65 anos, assinalou o ‘número redondo’ no principal escalão à sétima jornada, com uma derrota na visita ao Santa Clara (1-0), no Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada.

A estreia nos bancos da I Liga deu-se há 40 anos, em 10 de junho de 1979, quando o antigo médio foi convidado a assumir as funções de treinador-jogador no Famalicão, que havia caído para a zona de despromoção, a duas rondas do fim.

O matosinhense substituiu o argentino Mario Imbelloni, mas o empate caseiro diante do SC Braga (2-2) e o desaire frente ao Belenenses (2-0) confirmaram a descida à II Liga.

Vítor Oliveira, então com 25 anos, já se esqueceu desse desafio com os ‘arsenalistas’, que inaugurou a carreira ao leme de clubes primodivisionários, cenário que “não passava sequer pela cabeça” e só prosseguiu na temporada 1985/86 no Algarve.

Vítor Oliveira nos tempos de jogador. Foto: Portimonense

“Joguei mais algum tempo, até ter a ideia de vir para o Porto acabar o quinto ano de engenharia eletrotécnica. Mas enveredei pela carreira de treinador, empurrada de alguma forma pelo Manuel José e pelo Manuel João, técnico e presidente do Portimonense. Felizmente estou contente com aquilo que tem sido a minha história no desporto”, recordou.

Vítor Oliveira contabiliza 17 presenças na divisão maior, à qual regressou esta época através do recém-promovido Gil Vicente, clube que orientou mais vezes na carreira, sobressaindo um oitavo (2002/03) e um nono lugar (1992/93) em cinco anos.

Após duas temporadas em Portimão, onde voltaria em 2017/18, o técnico estendeu a ‘ligação’ à elite com passagens por Paços de Ferreira (1991/92), Vitória de Guimarães (1995/96), Sporting de Braga (1998/99), Belenenses (1999/00) e União de Leiria (2007/08).

Vítor Oliveira no Portimonense. Imagem via RTP

Pelo caminho, não evitou as descidas de Académica (2003/04) e Moreirense (2004/05) à II Liga, sendo rendido por João Carlos Pereira e Jorge Jesus às 19.ª e 27.ª jornadas, respetivamente.

“Ao longo da época vivemos momentos altos e baixos, porque o futebol é feito de dúvidas e certezas. Depois, há uma série de repetições e encaro isso com naturalidade. Conforme o número de jogos aumenta, vamos gerindo com maior facilidade”, partilhou.

Desvalorizando a ausência de convites dos ‘grandes’, Vítor Oliveira rejeita olhar para trás e assume que fez “tudo aquilo que tinha de ser feito“, inclusive no escalão secundário, no qual ficou conhecido como o ‘rei das subidas’, ao festejar 11 promoções em 18 presenças.

O treinador mais experiente da atual edição da I Liga admite que pode “parar ou continuar a qualquer momento” uma “estrada bonita”, concentrando agora forças na permanência do Gil Vicente, que está de regresso ao convívio dos ‘grandes’.

Vítor Oliveira igualou José Mota, Manuel Machado, Carlos Brito, Jaime Pacheco, János Biri ou Joseph Szabo, também com 400 ou mais jogos realizados, e continua a perseguir nomes como Jorge Jesus, Manuel Cajuda, Manuel José, Vítor Manuel, José Maria Pedroto ou Mário Wilson, que superaram os 500, bem como Manuel Oliveira e Fernando Vaz, com mais de 600.

Antigos companheiros destacam liderança e inteligência do “amigo” Vítor Oliveira

António Carraça e Virgílio Lopes, ex-futebolistas que presenciaram a estreia de Vítor Oliveira como treinador na I Liga há 40 anos, apontaram a liderança e a inteligência como particularidades do atual técnico do Gil Vicente.

“Enquanto jogador era um capitão na aceção da palavra. O seu posicionamento no meio-campo, a mente organizada e a formação superior em engenharia davam alguma vantagem para conseguir liderar a equipa e tentar fazer um milagre”, explicou à agência Lusa António Carraça, aludindo à reta final da temporada 1978/79 com as cores do Famalicão.

Após 32 anos afastados do principal escalão nacional, os minhotos regressaram à elite pela mão do argentino Mario Imbelloni e desenharam uma primeira volta “de grande qualidade”, que resultou no oitavo posto, fruto de 14 pontos conquistados em 15 jornadas.

O cenário inverteu-se e o Famalicão caiu pela primeira vez na zona de despromoção à 27.ª e antepenúltima jornada, que antecedeu a saída de Imbelloni e a ascensão de Vítor Oliveira ao cargo de treinador-jogador, quando faltava defrontar Sporting de Braga e Belenenses.

“Tínhamos uma equipa recheada de bons jogadores, mas o futebol é isto mesmo: os golos deixaram de aparecer e a direção tomou essa decisão a duas jornadas do fim. Já se vislumbrava que o Vítor, depois da carreira que teve como jogador, pudesse dar continuidade e ser um treinador de sucesso”, partilhou António Carraça.

O empate caseiro com os ‘arsenalistas’ (2-2) e a derrota no Restelo (2-0) confirmaram a descida dos nortenhos à II Liga na 13.ª posição, com os mesmos 24 pontos do Beira-Mar, que se salvou por ter marcado mais três golos do que a turma de Vila Nova de Famalicão.

A mudança técnica não evitou o pior cenário para as hostes minhotas, mas aquela igualdade diante do Braga, em 10 de junho de 1979, deu início à carreira do médio Vítor Oliveira ao leme de clubes primodivisionários.

Ao contrário do antigo companheiro de balneário, Virgílio Lopes perdeu as memórias desse desafio, embora ainda recorde a postura de “um indivíduo extraordinário, um bom amigo e conselheiro, sempre disponível para ajudar e aconselhar”.

“Marcou o facto de ser muitíssimo inteligente e de ter transportado isso para a gestão da carreira. Se merecia maiores ambições? Provavelmente não as teve por dizer aquilo que pensa. Acontece é que vemos alguns treinadores com pouca qualidade a treinar boas equipas, enquanto técnicos com muita qualidade dificilmente têm uma oportunidade numa equipa que lute por títulos”, estabeleceu à Lusa o ex-defesa.

À parte dos 400 jogos no campeonato, Virgílio admite que Vítor Oliveira trabalhou muitas vezes “por escolha própria” na II Liga, patamar no qual festejou 11 promoções em 18 presenças, adquirindo o estatuto de ‘rei das subidas’, em vez de acompanhar as equipas que sobe.

“Estava na altura de almejar outras coisas. É um dos treinadores mais competentes em Portugal e sempre me fez alguma confusão que clubes de outra dimensão não tivessem apresentado um projeto para ele agarrar e desenvolver”, reconheceu o antigo internacional pelas ‘quinas’.

Indiferente ao nível competitivo em causa, António Carraça julga que preservar “o mesmo ADN” tem sido “um dos polos aglutinadores” do sucesso do técnico gilista: “É uma pessoa de princípios e de relação fácil com as pessoas que o rodeiam. É importante humanizar o futebol, o que facilita a nossa tarefa enquanto líderes.”

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Desporto

Jordan (Braga) entre os três nomeados para melhor jogador do mundo de Futebol de Praia

Junta-se a Gori (Itália) e Rodrigo (Brasil)

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Foto: SC Braga

Jordan, jogador do SC Braga, está entre os três nomeados para o prémio de melhor jogador do mundo de Futebol de Praia, anunciou este domingo o clube bracarense.

O camisola cinco fez uma época “simplesmente extraordinária” e junta-se a Gori (Itália) e Rodrigo (Brasil) na corrida pela distinção individual mais importante desta modalidade.

Pelo SC Braga, Jordan conquistou a Euro Winners Cup, Mundialito de Clube, Campeonato Nacional e Taça de Portugal na época que terminou.

Ao serviço da Seleção Nacional, o Gverreiro do Minho ganhou Jogos Olímpicos de Minsk, Mundialito de Futebol de Praia e o Campeonato da Europa.

“Face a todas estas conquistas, Jordan é o grande favorito à conquista do prémio de melhor jogador do mundo de futebol de praia”, assegura o Braga, em comunicado.

O eleito para o prémio será conhecido no dia 09 de novembro, na Gala Beach Soccer Stars 2019, que se realiza no Dubai.

Jordan Santos, de 28 anos, tem dupla nacionalidade (portuguesa e canadiana), sendo internacional pela seleção portuguesa, onde marcou 33 golos em 43 jogos disputados.

Começou a carreira como júnior no SL Marinha, jogando ainda no Sporting e Belenenses até se mudar para o Braga em 2013. Na época seguinte alinhou pelo Al Ahli e pelo Sporting, regressando a Braga em 2016. Pelo meio, teve ainda uma passagem pelo Spartak de Moscovo.

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