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Viana do Castelo

Jogos sem Fronteiras de regresso à televisão – Ainda se lembra de quando foram em Viana?

Nesta nova série, organizada por um canal francês, ainda não se sabe se Portugal irá participar

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Foto: DR / Arquivo

Os Jogos sem Fronteiras, concurso que se realizou entre 1965 e 1999, vai voltar à televisão. A notícia foi avançada, esta semana, pela imprensa em França.

Vídeo: Jogos sem Fronteiras (1988) –  Viana do Castelo

O popular concurso regressa, 20 anos depois, pela mão do canal francês France 2.

Até ao momento ainda não são conhecidos os países que irão participar.

Em Portugal, a primeira edição dos Jogos sem Fronteiras teve lugar em 1979.

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Viana do Castelo

Viana: Pagaqui disponibiliza serviço de venda de criptomoedas

Criptomoedas

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Foto: DR / Arquivo

A portuguesa Pagaqui, especializada na transação de pagamentos, informou esta segunda-feira ter disponibilizado um novo serviço de venda de criptomoedas, nos mais de três mil pontos de venda do país, incluindo os 63 situados no distrito de Viana do Castelo.

Em comunicado, a empresa adiantou que “através da parceria com a Bitnovo, ‘startup’ espanhola que tem como objetivo facilitar o acesso à compra de criptomoedas existentes no mercado e uma das empresas mais competitivas a nível europeu, a Pagaqui irá disponibilizar vouchers da Bitnovo para comprar criptomoedas como a Bitcoin, Ethereum, a Dash, entre outras”.

“A constante mudança do paradigma tecnológico de que somos alvos diariamente, cria na Pagaqui a necessidade de responder, cada vez mais rápido e de melhor forma ao perfil dos nossos utilizadores. O mercado das criptomoedas é para nós um desafio muito importante e fulcral para o crescimento da empresa. Através de uma forma fácil, rápida e segura, os utilizadores Pagaqui poderão comprar criptomoedas através de vouchers disponíveis nos nossos pontos de norte a sul do país. Estamos, assim, a facilitar o acesso às criptomoedas, de forma inovadora em Portugal”, adiantou João Barros, diretor executivo da Pagaqui, citado na nota.

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Viana do Castelo

Torres do futuro parque eólico de Viana transportadas para o alto mar – vídeo

O parque eólico que terá uma capacidade instalada de 25 megawatt (MW), capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer cerca de 60 mil habitações por ano

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Foto: Divulgação

A primeira plataforma flutuante do projeto Windfloat Atlantic, primeiro parque eólico da Europa continental, já está a ser transportada para alto mar, onde ficará instalada, a 20 quilómetros de Viana do Castelo, informou o consórcio Windplus.

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Viana do Castelo

Iniciada em Viana do Castelo instalação de primeiro parque eólico flutuante da Europa

Projeto Windfloat Atlantic

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Foto: DR / Arquivo

A primeira plataforma flutuante do projeto Windfloat Atlantic, primeiro parque eólico da Europa continental, já está a ser transportada para alto mar, onde ficará instalada, a 20 quilómetros de Viana do Castelo, informou hoje o consórcio Windplus.

Em causa está o Windfloat Atlantic (WFA), um projeto de uma central eólica ‘offshore’ (no mar), em Viana do Castelo, orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

Em comunicado, hoje enviado à imprensa, a EDP adiantou que “a estrutura, que saiu do porto de Ferrol, na Galiza, Espanha, em direção a Viana do Castelo, tem a maior turbina eólica ‘offshore’ do mundo assente numa plataforma flutuante”, sendo a primeira de “três torres eólicas” a instalar a 20 quilómetros da costa da capital do Alto Minho, numa zona em que a profundidade da água alcança os 100 metros.

“Quando estiverem prontas para entrar em fase operacional, as três estruturas flutuantes vão medir 30 metros de altura e terão uma distância de 50 metros entre si”, especifica a empresa.

Segundo a EDP, “duas das plataformas foram fabricadas no porto de Setúbal, em Portugal, e a terceira nos portos de Avilés e Ferrol, em Espanha”.

“O Windfloat Atlantic inclui tecnologia de ponta que minimiza o impacto ambiental e permite produzir energia eólica em alto mar em águas profundas, como é o caso da costa portuguesa”, explica a empresa que integra a Windplus, consórcio titular da Utilização do Espaço Marítimo Nacional para a instalação daquele projeto.

Segundo a nota, “nos próximos meses, as duas outras plataformas serão também transportadas para a localização final, para completar o parque eólico que terá uma capacidade instalada de 25 megawatt (MW), capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer cerca de 60 mil habitações por ano”.

O WindFloat Atlantic utiliza tecnologia “de ponta”, fornecida pela Principle Power, que vai permitir a instalação das plataformas flutuantes em águas profundas, antes inacessíveis, com o aproveitamento de abundantes recursos eólicos.

O projeto é apoiado por entidades públicas e privadas e é financiado pela Comissão Europeia, pelo Governo português e pelo Banco Europeu de Investimento (BEI).

Segundo a EDP, este projeto “vai acelerar a implementação comercial de tecnologia inovadora WindFloat, que aproveita a abundância dos recursos eólicos em águas profundas, até agora inacessíveis, constituindo-se um marco importante para o setor, por ser o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo”.

As três turbinas eólicas alicerçadas em estruturas flutuantes, ficarão “presas apenas por correntes ao leito do mar”.

“Esta tecnologia tem amplos benefícios que aumentam a sua acessibilidade e melhoram o custo-benefício, incluindo a possibilidade de a montagem ser feita em terra, numa doca seca, sem ser necessário recorrer a reboques especializados”, acrescenta.

Segundo o consórcio responsável pelo parque eólico flutuante, o projeto tem também o benefício de não depender das complexas operações que são necessárias para instalar estruturas tradicionais fixas ao fundo do mar, como nos parques eólicos ‘offshore’ tradicionais.

“O transporte da primeira das três estruturas é um marco importante neste projeto, já que conseguiu evitar a necessidade de ter um rebocador especificamente construído para este projeto. Este benefício, a somar ao processo simples de ancoragem, torna possível replicar esta iniciativa noutras áreas geográficas e facilita a fase de comissionamento de um projeto semelhante, independentemente dos limites geográficos”, revela o consórcio.

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