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Desporto

Jogos Olímpicos podem passar a ser organizados por várias cidades ou países

Alterações à Carta Olímpica

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Foto: DR / Arquivo

O Comité Olímpico Internacional (COI) aprovou hoje alterações à Carta Olímpica que passam a permitir a candidatura de um grupo de cidades, uma região ou país à organização dos Jogos Olímpicos

Ao abrigo das alterações hoje aprovadas na 134.ª assembleia do COI, que decorreu em Lausana, na Suíça, cai a obrigatoriedade de designar a cidade sede dos Jogos Olímpicos sete anos antes do evento.

O COI pretende dar prioridade a candidaturas que já tenham instalações desportivas e infraestruturas construídas e exige “um plano de legado sustentável” para todas as construções olímpicas.

As alterações à Carta Olímpica foram aprovadas por unanimidade numa altura em que o movimento vive uma crise em relação às candidaturas à organização de Jogos Olímpicos, sobretudo devido aos elevados custos que o evento acarreta.

Em 2017, só se apresentaram à organização dos Jogos Olímpicos de 2024 as cidades de Paris e Los Angeles, o que levou o COI a entregar essa edição à capital francesa e a oferecer à cidade norte-americana a edição de 2028.

Thomas Bach, presidente do COI, classificou as alterações como “uma evolução da revolução”, da Agenda 2020, um pacote elaborado pelo COI em 2014, que, entre outros aspetos, visa reduzir custos na organização dos Jogos Olímpicos.

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Futebol

Sporting vai doar 120 mil máscaras e 80 mil pares de luvas às misericórdias

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

O Sporting anunciou hoje que vai entregar 120 mil máscaras cirúrgicas e 80 mil pares de luvas à União das Misericórdias, para ajudar no combate à pandemia da covid-19.

“O Sporting Clube de Portugal disponibilizou-se para oferecer a todas as instituições da União das Misericórdias que albergam e cuidam de pessoas com deficiência profunda e de pessoas com outras deficiências ou perturbação mental, o equipamento necessário para garantir a segurança de todos pelo período de um mês, perfazendo um total de 120 mil máscaras cirúrgicas e 80 mil pares de luvas, a serem entregues brevemente”, refere o clube em comunicado.

Os ‘leões’ explicam que com esta doação, através da Fundação Sporting, pretendem ajudar, depois de um alerta do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos, sobre as “consequências gravíssimas” que a falta de material de proteção individual estava a causar aos milhares de trabalhadores.

Manuel Lemos afirmou que esta doação será “muito importante para a proteção e bom funcionamento” dos utentes e dos colaboradores das instituições e mostra que a sociedade portuguesa é “empreendedora e generosa”.

“Infelizmente, as nossas necessidades não se esgotam aqui. Precisamos do apoio de todos para a proteção das instituições que acolhem os idosos”, alertou.

Pela Fundação Sporting, Maria Serrano garantiu que vão continuar a fazer tudo para “ajudar os que mais precisam”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000. Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes e 5.962 casos de infeções confirmadas. Dos infetados, 486 estão internados, 138 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Futebol

Presidente da FPF consternado com morte de adolescente de 14 anos

Futsalista

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, mostrou-se hoje consternado com a morte de um jovem jogador de futsal de 14 anos, que tinha covid-19.

“É com profunda consternação que envio as minhas condolências a familiares, amigos e colegas do Vitor Rafael Bastos Godinho, jovem futsalista do CCRM – Centro Cultural e Recreativo de Maceda. Nesta hora de profunda dor para todos os seus entes queridos, também envio uma palavra de conforto a toda a família do futebol no distrito de Aveiro que partilha connosco a tristeza de um tão precoce desaparecimento”, lê-se numa mensagem publicada no site da FPF.

A morte do jovem, de 14 anos, residente em Ovar, foi revelada pelo vice-presidente da Câmara local, com a diretora-geral da Saúde a dizer que é necessário avaliar “com cautela, do ponto de vista clínico”, o que aconteceu ao jovem nas últimas 24 horas que antecederam a morte.

“Esta criança tem uma situação complexa do seu estado clínico habitual e do seu estado agudo, ou seja, do que aconteceu nas últimas 24 horas, e apesar de ter um teste que diz que é covid positivo, a sintomatologia com que foi admitido ao hospital pode indicar outro tipo de patologia. De facto, tem covid, o que não impede de ter outras situações igualmente graves e infecciosas que estão a ser investigadas. Além disso, tinha um quadro de base que podia levar a uma alguma imunossupressão”, afirmou Graça Freitas.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000. Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes e 5.962 casos de infeções confirmadas.

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Desporto

“Resolver questão da aldeia olímpica é prioridade”

Comité Olímpico Internacional

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Foto: DR / Arquivo

O vice-presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) Juan Antonio Samaranch considerou hoje que a “primeira prioridade” depois do adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio2020, devido à pandemia da covid-19, é resolver o problema da aldeia olímpica.

O dirigente espanhol, filho do antigo presidente do COI Juan António Samaranch, lembrou, em declarações ao portal de notícias Muchodeporte, que a aldeia olímpica “tinha já negócios fechados depois do verão”, sobretudo ao nível da venda de apartamentos, que devem ser resolvidos, “com o apoio de todos”.

Samaranch admitiu que a mudança de data dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio2020 para 2021 trará “muitas complicações”, pois para “esse ano estão programados vários eventos de modalidades”, mas considerou que 2022 será ainda mais complicado.

“Em 2022 será ainda mais complicado. Teremos os Jogos de Inverno Pequim2022, o Mundial de futebol e uma série de grandes eventos. Além disso, iria piorar ainda mais a disponibilidade da aldeia olímpica”, referiu.

Samaranch considerou que a “única opção é continuar a trabalhar, manter o otimismo e preparar uns grandes Jogos Olímpicos em 2021”.

O espanhol admitiu que a decisão de adiar os Jogos foi difícil, mas reconheceu que “não existia outra opção”.

“Quando a situação começou a piorar [pandemia], decidimos dar um prazo de quatro semanas para decidir, mas concluímos que a saúde e o bem-estar de todos estava em risco”, afirmou.

Na semana passada, o COI anunciou o adiamento “para data nunca posterior ao verão de 2021” os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio2020.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000. Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes e 5.962 casos de infeções confirmadas. Dos infetados, 486 estão internados, 138 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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