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Vitória SC

Jogo de loucos. Vitória SC perde (4-3) em Chaves

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O Desportivo de Chaves venceu hoje o Vitória SC, por 4-3, no primeiro encontro da 18.ª jornada e da segunda volta da I Liga portuguesa de futebol, decidido por uma grande penalidade nos descontos.

Após recorrer ao videoárbitro, Tiago Martins marcou uma grande penalidade, convertida por Pedro Tiba, aos 90+6 minutos, e que permitiu ao Desportivo de Chaves, que não perde há oito encontros, isolar-se no sétimo lugar, agora com mais três pontos do que os vimaranenses, que somaram o quarto desaire consecutivo na prova.

Os restantes seis golos da partida foram marcados na primeira parte, com Hurtado (10 minutos), Raphinha (16) e Tallo (39) a darem vantagem aos vimaranenses e Pedro Tiba (38), de grande penalidade, e Davidson (39 e 44) a marcarem pelos flavienses.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, em Chaves.

Desportivo de Chaves – Vitória SC, 4-3.

Ao intervalo: 3-3.

Marcadores:

0-1, Hurtado, 10 minutos.

0-2, Raphinha, 16.

1-2, Tiba, 35 (grande penalidade).

2-2, Davidson, 38.

2-3, Tallo, 39.

3-3, Davidson, 44.

4-3, Tiba, 90+6 (grande penalidade).

Equipas:

– Desportivo de Chaves: António Filipe, Paulinho, Domingos Duarte (Nuno André Coelho, 88), Maras, Djavan, Jefferson, Bressan, Tiba, Matheus Pereira, Davidson (Jorginho, 76) e William (Platiny, 84).

(Suplentes: Ricardo, Hamdou Elhouni, Perdigão, Nuno André Coelho e Jorginho, Pedro Queirós e Platiny).

Treinador: Luís Castro.

– Vitória SC: Douglas, Victor Garcia, Jubal, Marcos Valente, Vigário, Rafael Miranda, Francisco Ramos (Kiko, 43), Hurtado, Raphinha, Héldon (Sturgeon, 70) e Tallo (Rafael, 87).

(Suplentes: Miguel, Pedro Henrique, João Aurélio, Hélder, Sturgeon, Kiko e Rafael).

Treinador: Pedro Martins.

Árbitro: Tiago Martins (AF Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Victor Garcia (27), Francisco Ramos (30), Matheus Pereira (72) e Kiko (90+4).

Assistência: 3.436 espetadores.

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Futebol

Luís Castro explica ‘nega’ ao Reading: “Surgirão outras oportunidades”

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Foto: Divulgação

Luís Castro, treinador do Vitória SC, da I Liga portuguesa de futebol, revelou hoje que recusou a proposta do Reading, da segunda divisão inglesa, por entender que surgirão “outras oportunidades” e melhores para progredir na carreira.

O técnico, de 57 anos, recebeu uma proposta do 22.º e antepenúltimo classificado do segundo escalão inglês, noticiada em ambos os países, mas decidiu, na segunda-feira, permanecer em Guimarães e hoje justificou essa escolha com a convicção de que vai ter mais oportunidades para assinar um contrato financeiramente mais vantajoso.

“Sinto-me confortável [em Guimarães] porque tenho o apoio da administração, o carinho dos sócios, um plantel que dá tudo todos os dias. Quando trabalhamos de forma dedicada todos os dias, outras oportunidades irão aparecer certamente e eu entendi que deveria ficar”, esclareceu, durante a antevisão ao jogo de sábado com o Desportivo das Aves, da 13.ª jornada do campeonato.

O treinador disse ter chegado à conclusão que “não seria a altura para sair”, após uma reunião com a administração da SAD vitoriana, presidida por Júlio Mendes, e uma outra com a sua família, que concordou com a sua decisão, apesar do “reforço financeiro” que o ingresso no Reading iria proporcionar.

Luís Castro acrescentou que o dinheiro foi apenas um dos fatores na análise à proposta do clube inglês, a par da “questão familiar”, da “questão profissional, de carreira” e da instituição que atualmente representa, rejeitando que tenha estivesse associada à melhoria do contrato que o liga ao Vitória até 2020.

“Se eu quisesse melhorar o meu contrato, sairia do Vitória. Não fazia sentido não ir e ficar por causa do dinheiro. O dinheiro esteve em análise, mas não foi o elemento decisivo para a tomada de decisão”, esclareceu o técnico do clube minhoto, quinto classificado da I Liga.

O técnico rejeitou, porém, que esta decisão possa reforçar o seu estatuto no seio do clube, até porque um “ciclo negativo” de três ou quatro derrotas pode-lhe abrir a ‘porta de saída’, em conformidade com as “regras por que se rege o futebol”.

“Se tiver de sair do Vitória, saio como é normal no futebol, com ciclos negativos. Em situações dessas, sabemos que o treinador é que é posto em causa. Espero que não, mas se isso acontecer, o treinador tem de seguir o seu caminho e a instituição o seu”, vincou.

A proposta do Reading, disse ainda Luís Castro, não influenciou minimamente a semana de preparação para o embate com o Desportivo das Aves, já que não faria sentido “algo acessório” mexer com o “foco” do plantel.

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Futebol

No futuro, o Vitória pode vir a lutar pelo título? Luís Castro responde

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O treinador do Vitória SC, Luís Castro, falou hoje em conferência de imprensa, na véspera do jogo da 13.ª jornada da I Liga, em que os vitorianos procuram a quarta vitória consecutiva, e, para além do jogo em si, outras questões foram colocadas ao técnico.

Questionado sobre a hipótese de, no futuro, o Vitória lutar pelo título de campeão nacional, Luís Castro reiterou que o clube pode obter classificações crónicas nos cinco primeiros lugares, tendo justificado essa pretensão com a dimensão da massa adepta – esperam-se entre 2.500 e 3.000 adeptos nas Aves -, com as condições do complexo desportivo e com o profissionalismo da “estrutura” vitoriana.

“O Vitória tem condições, no futuro, para estar no leque das equipas que disputam sempre os cinco primeiros lugares. Agora, discutir o título ou não também depende dos valores das outras equipas. Mas o futebol português também tem de ter em conta a forma como as finanças são distribuídas por determinados clubes”, observou.

Sobre o jogo, o técnico de 57 anos disse que o Desportivo das Aves vai “complicar muito” o objetivo dos minhotos alcançarem o quarto triunfo consecutivo na Liga.

Com 21 pontos em 12 jogos, os vimaranenses subiram à quinta posição do campeonato após terem vencido Santa Clara (2-0), Chaves (1-0) e Rio Ave (3-2) e querem prolongar a série triunfal, mas o técnico alertou que a formação avense, apesar de ocupar o 15.º lugar, com 10 pontos, e de ter perdido os últimos dois jogos – Nacional (3-2) e Sporting (4-1) – é uma equipa com muita “competência.

“É uma equipa com jogadores extremamente rápidos no ataque. É uma equipa que, na bola parada, já conseguiu golos, é constituída por uma mescla de jogadores experientes e de outros mais novos. É uma equipa boa, que nos vai complicar muito os nossos objetivos para o jogo”, disse Luís Castro, na conferência de antevisão ao duelo marcado para sábado, às 18:00, na Vila das Aves.

O ‘timoneiro’ vitoriano acrescentou que o conjunto treinado por José Mota é, ao mesmo tempo, capaz de “ataques muito rápidos”, suportados por “uma segunda vaga” que empurra as defesas adversárias para a sua área, e “compacta a defender, com as linhas muito juntas”.

Apesar de a equipa avense precisar de pontos para escapar ao fundo da tabela, Luís Castro realçou que a “necessidade dos pontos alimenta todas as equipas do campeonato”, e o Vitória também quer “encurtar a distância” para o quarto lugar.

“Quando estávamos no 16.º lugar, eu dizia-lhes que rapidamente queria atingir o 15.º. Quando estávamos no nono, eu queria o oitavo. Não temos duas caras perante o campeonato. A filosofia da equipa é olhar sempre para o lugar que está acima na tabela”, explicou.

O Vitória SC, quinto classificado com 21 pontos, defronta o Desportivo das Aves, 15.º com 10, no sábado, às 18:00, no Estádio do Clube Desportivo das Aves.

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Futebol

Luís Castro fica em Guimarães

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Luís Castro vai continuar a ser treinador do Vitória SC. Segundo avança a imprensa desportiva, após duas horas de reunião, Júlio Mendes conseguiu convencer o técnico de 57 anos a seguir à frente do clube.

Luís Castro tinha em mãos uma proposta do Reading, antepenúltimo do Championship, segundo escalão em Inglaterra, que seria financeiramente muito vantajosa.

Domingo, no final do jogo contra o Rio Ave, no qual o Vitória se isolou no quinto lugar do campeonato, o treinador contatado ao Chaves no início da época, a troco da “pequena exurbitância” de 500 mil euros, afirmou “estou inquieto eu, a administração e os adeptos”.

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