Seguir o O MINHO

Desporto

Jogadores do Varzim ficaram sem chuteiras após assalto ao estádio

em

O estádio do Varzim, clube que tem jogo marcado contra o Vitória-B, este domingo, na II Liga de futebol, foi na madrugada deste sábado assaltado, tendo os ladrões levando as chuteiras da maior parte do plantel.


A informação foi veiculada pelo clube nortenho, que no seu site oficial, lembrou que este foi o segundo assalto às suas instalações num espaço de seis meses.

“Os assaltantes repetiram os métodos para entrar nas instalações do clube, tendo acedido à zona dos balneários, rouparia e serviços administrativos”, divulgou o emblema da Póvoa de Varzim.

Segundo o clube, “em véspera de jogo [frente ao Vitória B], 90 por cento dos jogadores do plantel do Varzim ficou sem o seu material de trabalho, designadamente as chuteiras”.

O Varzim informou, ainda, que “a PSP esteve nas instalações do Clube a tomar conta da ocorrência e a efetuar as devidas diligências”.

Recorde-se que no último assalto ao estádio dos poveiros, em maio deste ano, tinha sido roubado uma quantidade significativa de produtos oficiais do Varzim além de equipamentos informáticos.

 

logo Facebook Fique a par das Últimas Notícias. Siga O MINHO no Facebook. Clique aqui

Anúncio

Futebol

Benfica consegue o seu melhor arranque na I Liga em 38 anos

Jorge Jesus 100% vitorioso para o campeonato

em

Foto: DR / Arquivo

O Benfica ‘selou’ hoje o melhor arranque na I Liga portuguesa de futebol em 38 anos, ao somar face ao Belenenses SAD (2-0) o quinto triunfo em cinco jornadas, algo que não conseguia desde 1982/83.

O suíço Haris Seferovic, aos seis minutos, e o uruguaio Darwin Núñez, aos 75, marcaram os golos do conjunto de Jorge Jesus, que passou a somar 15 marcados e três sofridos.

À 87.ª presença no campeonato, os ‘encarnados’ conseguiram apenas o nono registo perfeito após cinco jornadas, o que dá uma percentagem de 10,3%, e o primeiro desde a temporada de estreia do sueco Sven-Goran Eriksson.

Sob o comando do então jovem de 34 anos, um conjunto que tinha Bento, Pietra, Humberto Coelho, Bastos Lopes, Veloso, Shéu, Carlos Manuel, Alves, Chalana, Diamantino, Nené ou Filipovic só ‘parou’ nos 11 triunfos. À 12.ª ronda, empatou em Alcobaça (1-1).

Após essa época, o Benfica não tinha conseguido melhor do que quatro triunfos e uma igualdade a abrir o campeonato, o que aconteceu em 11 ocasiões, incluindo três na primeira passagem de Jorge Jesus (2009/10, 2011/12 e 2014/15) e outras tantas nas últimas quatro épocas (2016/17 a 2018/19).

Desta vez, as ‘águias’ fizeram melhor, já depois de terem ‘selado’ o melhor começo após quatro jornadas desde 2002/03, com triunfos em Famalicão (5-1), na receção a Moreirense (2-0) e Farense (2-3) e no reduto do Rio Ave (3-0).

As ‘águias’ igualaram, assim, 1936/37, 1942/43, 1951/52, 1960/61, 1963/64, 1972/73, 1980/81 e 1982/83, sendo que, dessas oito épocas, acabaram campeãs em sete, falhando apenas em 1951/52, ao terminarem em segundo, a um ponto do Sporting.

Nas outras seis vezes, o Benfica venceu a prova, sendo que só por duas vezes se ficou pelas cinco vitórias, em 1960/61, época do primeiro de dois títulos europeus seguidos, e em 1963/64.

O recorde, que também é o do campeonato, e, provavelmente, sê-lo-á para sempre, aconteceu em 1972/73, com os comandados de Jimmy Hagan a vencerem os primeiros 23 jogos. E à 23.ª jornada, a sete do fim, o título foi assegurado.

Na parte final, o Benfica empatou 2-2 no reduto do FC Porto, na ronda 24, culpa de um golo de Flávio aos 86 minutos, e 0-0 na Tapadinha, com o Atlético, na 29.ª, para fechar com 28 vitórias e duas igualdades, o melhor registo da história da I Liga.

A segunda melhor marca de sempre é precisamente a de 1982/83, época em que o Benfica venceu os primeiros 11 encontros, somando ainda sete em 1942/43 e 1980/81 e seis em 1936/37 e 1951/52.

Depois de cinco húngaros, dois ingleses e um sueco, Jorge Jesus, o mais titulado dos treinadores da história do Benfica (10 troféus), tornou-se o primeiro técnico português a arrancar com cinco triunfos no Benfica.

Os ‘encarnados’ não alcançavam um registo assim desde 1982/83, mas outros conseguiram-no, o FC Porto sete vezes (1983/84, 1990/91, 1994/95, 1997/98, 2007/08, 2010/11 e 2017/18), o Sporting cinco (1984/85, 1985/86, 1990/91, 1993/94 e 2017/18), a derradeira com Jesus, e o Sporting de Braga uma (2009/10).

Das 12 séries de cinco vitórias, oito foram alargadas, quatro até seis triunfos, duas até sete, uma até oito, do FC Porto, em 2007/08, e uma até 11, obra do Sporting, comandado pelo brasileiro Marinho Peres, em 1990/91.

Os ‘leões’ só foram travados à 12.ª ronda, em Chaves, onde empataram 2-2, depois de terem estado a vencer por 2-0. Acabaram por perder a invencibilidade na 14.ª, nas Antas (0-2), e fecharam o campeonato em terceiro, a 13 pontos do campeão Benfica.

O próximo objetivo do Benfica é a sexta vitória em seis jogos, que passa por um triunfo no reduto do Boavista, em embate da sétima jornada da I Liga 2020/21 marcado para 02 de novembro, a próxima segunda-feira, pelas 21:00, no Estádio do Bessa, no Porto.

Continuar a ler

Futebol

Benfica ganha ao Belenenses SAD e soma quinta vitória seguida na Liga

‘Águias’ venceram por 2-0

em

Foto: SL Benfica / Facebook

O Benfica somou hoje a quinta vitória consecutiva na I Liga portuguesa de futebol, ao bater em casa o Belenenses SAD por 2-0, e é líder isolado só com triunfos, ao fim de cinco jornadas disputadas.

Os ‘encarnados’, comandados por Jorge Jesus, continuam a apresentar-se a bom nível e são a única equipa do campeonato que venceu todos os jogos, correspondendo a liderança isolada, com 15 pontos, uma marca que se traduz no melhor arranque da equipa lisboeta na prova em 38 anos.

Hoje, no Estádio da Luz, o avançado suíço Haris Seferovic foi o escolhido para fazer companhia a Darwin Nuñez na frente de ataque, em detrimento do alemão Gian-Luca Waldschmidt, uma aposta ganha, visto que foi pela cabeça do helvético que apareceu o primeiro golo, logo aos seis minutos, após ser assistido pelo lateral-esquerdo Grimaldo.

Apesar dos ‘azuis’ terem mostrado vontade em chegar à igualdade em uma ou outra oportunidade para mexer com o marcador, as ‘águias’ souberam segurar a vantagem mínima e colocaram um ponto final nas esperanças forasteiras a 15 minutos do apito final, quando o uruguaio Darwin Nuñez, a passe de Waldschmidt, aproveitou bem a saída em falso do guarda-redes André Moreira para atirar para a baliza deserta.

Apesar de liderar o campeonato com cinco pontos de vantagem para FC Porto e Sporting, o Benfica pode ver o Sporting encurtar distâncias, caso triunfe na quarta-feira, na receção ao Gil Vicente, no encontro em atraso da primeira ronda.

Já o Belenenses SAD, que não vence há quatro jogos, é 15.º, com cinco.

Continuar a ler

Desporto

DGS recusa “catástrofe” no GP do Algarve, mas apela ao civismo

Fórmula 1

em

Foto: Redes sociais

A Direção-Geral da Saúde (DGS) recusou hoje que a organização do Grande Prémio (GP) de Fórmula 1 de Portugal, que decorreu no Algarve, tenha sido “catastrófica”, mas apelou à responsabilidade dos cidadãos para que respeitem as recomendações sanitárias.

“Houve coisas que correram bem e outras menos bem. E ambas foram visíveis”, começou por dizer a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, quando questionada sobre o eventual incumprimento das regras de distanciamento nas bancadas do autódromo do Algarve, que este fim de semana recebeu o GP de Portugal.

Na conferência de imprensa regular de atualização dos números da covid-19 em Portugal, Graça Freitas recordou que a DGS faz “recomendações” e, depois, confia “na fiscalização e na organização” dos eventos, sendo que, no caso do GP de Portugal, houve “alguma discrepância entre as recomendações e a capacidade de organizar todas as bancadas e fiscalizar”.

“Observei, de vários ângulos e diferentes formas, a distribuição do público nas bancadas e, na sua maioria, o público estava com a distância necessária e usava máscara. No entanto, são lições aprendidas para o futuro. Se calhar, nos próximos tempos, para controlar os imponderáveis, teremos de ter menos gente nos eventos”, afirmou.

De resto, considerou que existe uma “corresponsabilidade” de várias partes para o bom funcionamento dos eventos, a começar pelos próprios cidadãos.

“Nós é que temos de ter cuidado em manter a distância. Se um banco tem lá um autocolante a dizer ‘não se sente aqui’, era bom que não se sentassem ali. Há, aqui, uma corresponsabilidade. Nossa, enquanto cidadãos, alguma da organização [do evento] e também da DGS. De qualquer forma, não me parece que a situação tenha sido catastrófica. Não penso que dali vá surgir algum acontecimento muito dramático”, vincou.

Por outro lado, a diretora-geral da Saúde referiu que “desde o início desta epidemia, o Algarve tem sido uma região muito pouco afetada” e salientou que o autódromo de Portimão tem condições de segurança e de acesso “que impedem encontros grandes entre pessoas”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.343 pessoas dos 121.133 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Continuar a ler

Populares