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Desporto

João Sousa falha final em Marraquexe

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Foto: DR

O vimaranense João Sousa, 70.º do ranking mundial, foi este sábado eliminado nas meias-finais do torneio de Marraquexe, ao perder com o espanhol Pablo Andújar, que segue para a final.

O espanhol, 355.º da tabela, reagiu melhor à dupla jornada forçada pelos adiamentos dos encontros da véspera e venceu por duplo 6-4, em uma hora e 26 minutos, batendo o número um português pela segunda vez em outros tantos confrontos.

“As condições foram um bocadinho diferentes daquelas em que tinha vindo a jogar, bastante mais pesadas, a bola estava mais pesada, era mais difícil fazer mossa, e a verdade é que não encontrei boas sensações durante todo o encontro. Houve mérito dele [Andújar], que bem taticamente e eu não consegui estar bem. Estive mentalmente bem, mas fisicamente não estive no meu melhor. No entanto, fazer uma meia-final depois de tanto tempo sem jogar em terra batida é sempre bom”, afirmou João Sousa.

Mais cedo, em embates dos quartos de final que deveriam ter sido disputados na sexta-feira e que foram adiados devido à chuva, o vimaranense derrotou o georgiano Nikoloz Basilashvili, 86.º da hierarquia (6-2, 4-6 e 6-1), enquanto Andújar eliminou o russo Alexey Vatutin.

Em 2018, foi a primeira vez que João Sousa atingiu as meias-finais de um torneio.

Na final, Adújar vai defrontar o britânico Kyle Edmund, número 26 do mundo, que afastou nas meias-finais o francês Richard Gasquet.

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I Liga

Moreirense perdeu em casa num jogo em que acabou com dez

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O Santa Clara regressou hoje às vitórias, ao vencer 1-0 em casa do Moreirense, em jogo da 12.ª jornada da I Liga portuguesa em futebol, que acabou com os vimaranenses reduzidos a dez unidades.

Zé Manuel marcou o único golo da partida, aos 52 minutos, num jogo que ficou ainda marcado pela expulsão de Ivanildo a cerca de um quarto de hora do final.

Com esta vitória, o Santa Clara quebrou um ciclo de três derrotas consecutivas e subiu ao nono posto da tabela, somando 17 pontos. No sentido oposto, o Moreirense desceu para a décima posição, seguindo com 16 pontos, tendo somado a segunda derrota consecutiva.

Aos 11 minutos, Pedro Nuno, com um pontapé rasteiro que saiu pouco ao lado da baliza açoriana, protagonizou a primeira oportunidade de golo, enquanto, aos 21, um remate frontal de Nenê, após canto no lado direito, só foi travado por uma defesa por instinto de Marco.

O Santa Clara só começou a aparecer em jogo após a primeira meia-hora, quando Mohamed Aberhoun tirou a bola mesmo em cima da linha de golo, negando o golo a Zé Manuel. A equipa insular voltou a tentar outra vez por intermédio de Zé Manuel, com um remate cruzado muito forte e colocado, mas desta vez Jhonatan atirou para canto (40).

Após o intervalo, o Moreirense voltou a aparecer mais afoito e focado no ataque e quase chegou à vantagem aos 47 minutos, quando Nenê cabeceou após cruzamento de Rúben Lima.

Mas foi o Santa Clara a conseguir chegar ao golo, com Zé Manuel a finalizar de primeira, depois de receber a bola na direita de Fernando (52 minutos).

O conjunto minhoto correu atrás do prejuízo, mas era notório que o nervosismo influenciava a fase de finalização. Chiquinho tentou o empate de canto direto (61), mas Marco defendeu.

A tarefa do Moreirense ficou mais difícil quando, aos 77 minutos, Ivanildo viu ordem de expulsão ao ver o segundo cartão amarelo por falta sobre Kaio Pantaleão.

Mesmo com dez unidades, os vimaranenses mantiveram a pressão e chegaram a pedir grande penalidade a dois minutos do fim do tempo regulamentar por alegada mão de Accioly na área, lance que o juiz setubalense André Narciso mandou seguir.

Nos descontos, aos 90+3, Chiquinho com um remate à figura assinou o último suspiro dos ?cónegos’.

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Futebol

SC Braga B goleou (6-1) com poker de jovem ponta de lança de 19 anos – em menos de meia hora

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O SC Braga B goleou hoje o Mafra por 6-1, na 11.ª jornada da II Liga de futebol, num jogo em que o ponta de lança brasileiro Henry, de apenas 19 anos, marcou quatro golos.

O jovem avançado foi a figura do jogo com o ‘poker’, com golos aos 29, 30, 39 e 58 minutos, tendo os outros dois golos sido anotados por Muric, aos dois, e Crespo, aos 80, enquanto o Mafra, em queda na classificação, com três derrotas nas últimas quatro rondas, marcou por David Carmo, aos 62, na própria baliza.

A vitória permitiu ao SC Braga B fechar a ronda no 12.º lugar com 13 pontos, enquanto os mafrenses ocupam a quinta posição com 18, já a cinco pontos dos terceiro e quarto classificados, Estoril Praia e Benfica B, respetivamente.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio 1º de Maio, em Braga.

SC Braga B – Mafra, 6-1.

Ao intervalo: 4-0.

Marcadores:

1-0, Muric, 02 minutos.

2-0, Henry, 29.

3-0, Henry, 30.

4-0, Henry, 39.

5-0, Henry, 58.

5-1, David Carmo, 62 (na própria baliza).

6-1, Crespo, 80.

Equipas:

– SC Braga B: Tiago Pereira, Inácio, Bruno Wilson, David Carmo, Simão, Ibrahima, Rafael Assis, Crespo, Muric (André Ribeiro, 69), Henry (Trincão, 72) e Luther Singh (Elias Emanuel, 83).

(Suplentes: Filipe Ferreira, Afonso Caetano, Rodrigo, Denisson, Trincão, André Ribeiro e Elias Emanuel).

Treinador: Wender Said.

– Mafra: Godinho, Gui, Juary, Miguel Lourenço (Vinicius Tanque, 60), Rúben Freitas, Rui Pereira (Pedro Ferreira, 60), Cuca, Gui Ferreira, Bruno, Zé Tiago e Harramiz (Flávio, 77).

(Suplentes: Janota, Pedro Ferreira, Flávio, Mauro Antunes, Ventosa, Vinícius Tanque e Ruca).

Treinador: Filipe Martins.

Árbitro: João Matos (AF Viana do Castelo).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Rui Pereira (32), Bruno (50), Inácio (65) e Harramiz (74).

Assistência: cerca de 400 espetadores

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Futebol

Luís Castro comenta possível saída para Inglaterra: “Amanhã irei falar”

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Declarações após o jogo Vitória SC-Rio Ave (3-2), da 12.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, em que, para além da partida, o técnico contratado pelos vitorianos ao Chaves falou sobre a alegada saída para treinar o Reading, clube que ocupa a antepenúltima posição no Championship (segundo escalão inglês).

Luís Castro (treinador do Vitória SC): “A equipa tem dado respostas muito positivas a momentos extremamente difíceis. Em momentos em que está por baixo no jogo, consegue voltar ao jogo e superiorizar-se. Muitas vezes, a tendência do jogo é muito difícil de inverter. Somos uma equipa adulta e já capaz de fazer coisas muito boas. A nossa equipa tem entrado [em campo] com oito, nove jogadores que não estavam no ano passado.

O Rio Ave é uma equipa muito forte, muito boa, que estava no quinto lugar connosco. Fomos mais felizes, mas trabalhámos muito para isso. Jamais se pode falar em justiça no futebol, porque ela está nos golos que se marcam e se sofrem.

Foi um bom jogo, com as duas equipas a tentarem tirarem o máximo de espaço no último terço [do relvado]. Fomos sustendo o jogo do Rio Ave, a não ser num período em que a equipa se desuniu um pouco, antes de voltar ao jogo.

[Coloquei o Pepê em campo], porque o nosso tempo de ataque, com o André e o Tozé, era muito rápido, o que fazia com o que o Rio Ave não baixasse as linhas e mantivesse as referências no ataque. O Pepê gere muito bem essa situação. Começámos a ter mais tempo de bola no meio-campo do Rio Ave e chegámos ao 3-2.

(Alegada saída para o Reading, de Inglaterra) Neste momento, estou inquieto eu, a administração e os adeptos. Amanhã [na segunda-feira], irei falar. Não faria sentido algum proferir qualquer declaração sobre o assunto sem sentar com a administração e com a família e conversar. Puxei o jogo com o Rio Ave para a frente de tudo o que estava a acontecer. Foi com muito entusiasmo que eu, os jogadores, a estrutura e a massa adepta nos focámos no jogo com o Rio Ave. Não fazia qualquer sentido desviar-me desse foco. Agora, vamos saborear um pouco a vitória. Amanhã [segunda-feira], voltamos ao trabalho, porque resolver um problema destes também é trabalhar”.

José Gomes (treinador do Rio Ave): “Fizemos um jogo à procura da vitória. Jogámos contra o Vitória de Guimarães, uma equipa muitíssimo bem organizada, e conseguimos ter superioridade, controlo do jogo, mais tempo de bola e criar mais oportunidades. Quando se analisam estas virtudes, [o adequado] seria qualquer resultado que desse, no mínimo, o empate.

Assim não aconteceu por imprudência nos lances que dão grande penalidade e são grande penalidade. Ainda não tive acesso às imagens da falta que deu para o terceiro golo. Fico com a sensação de que não houve qualquer falta. O árbitro garantiu-me que há um ‘pisão’ do Diego [Lopes]. Mas ao chegarem a este estádio e ao ‘encostarem’ o Vitória de Guimarães, tirando-lhes a sua força, que é a capacidade na circulação de bola, os meus jogadores mereciam mais para brindarem os nossos adeptos com outro resultado que não este.

Quando sofrermos golos não é a defesa, nem o guarda-redes. É a equipa. Temos de ser mais prudentes. Efetivamente estes erros contra adversários fortes com o Vitória de Guimarães pagam-se com pontos. Temos de refletir.

A equipa tem crescido muito, [apesar das três derrotas consecutivas]. Vemos [na equipa] o número de jogadores que não estavam cá o ano passado. Conseguimos juntar este novo grupo, que não é 100% novo, mas é-o quase na sua totalidade. Fizemos uma verdadeira equipa. A qualidade do jogo que nós apresentámos permite encarar aquilo que vem com otimismo”.

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