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Desporto

João Sousa encontra Andy Murray na 2ª ronda de Roland Garros

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O tenista vimaranense João Sousa mostrou-se hoje satisfeito com a “excelente vitória” sobre o canadiano Vasek Pospisil na primeira ronda de Roland Garros e prometeu tudo fazer para vencer Andy Murray no próximo encontro do ‘Grand Slam’ francês.

“Acho que fiz um bom encontro. Nem sempre é fácil encarar o primeiro encontro de um ‘Grand Slam’ e de qualquer torneio, portanto estou contente com a minha prestação de hoje. Mais uma excelente vitória”, assumiu o número um nacional e 44.º jogador mundial.

O vimaranense precisou de uma hora e 54 minutos horas para vencer o canadiano, 53.º tenista do ‘ranking’ ATP, por 6-3, 7-6 (7-5) e 6-1, alcançando pela segunda vez, em quatro tentativas, a segunda ronda no torneio parisiense, no qual nunca alcançou a terceira eliminatória.

Na próxima ronda, João Sousa vai enfrentar um velho conhecido, o número três mundial Andy Murray.

“Quanto ao Andy, vai ser, obviamente, um encontro exigente. Tenho vindo a jogar bem, sinto-me com confiança. Já o defrontei por cinco vezes e perdi as cinco, mas todas em piso rápido. Vai ser diferente em terra batida”, defendeu o português.

O único tenista português a ter um torneio ATP no currículo reconheceu, no entanto, que o jogador britânico está a jogar “a um nível altíssimo no pó de tijolo – conseguiu 11 vitórias consecutivas”.

“Certamente tem evoluído muito, mas espero fazer um bom encontro, jogar ao nível a que tenho jogado. Vou fazer tudo para vencer”, prometeu.

É a terceira vez que os dois se vão cruzar num torneio de ‘Grand Slam’, já que se encontraram em duas ocasiões no Open da Austrália, a última das quais este ano, na terceira ronda. João Sousa nunca ganhou um ‘set’ ao escocês em cinco encontros.

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Futebol

Cristiano Ronaldo e Bernardo Silva nomeados para a Bola de Ouro

Estreia do ex-benfiquista

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Foto: FPF / Divulgação

Os avançados portugueses Cristiano Ronaldo, vencedor da Bola de Ouro em 2008, 2013, 2014, 2016 e 2017, e Bernardo Silva integram a lista de nomeados para o troféu que distingue o melhor futebolista mundial do ano.

O defesa holandês Virgil van Dijk, designado melhor jogador da época 2018/19 pela UEFA, também está entre os 20 candidatos já anunciados, de um total de 30, ao troféu atribuído pela revista francesa France Football.

Enquanto Cristiano Ronaldo, campeão italiano pela Juventus, foi nomeado pela 16.ª vez, Bernardo Silva, que conquistou o título inglês ao serviço dos Manchester City, estreia-se entre o lote de candidatos ao prémio de melhor futebolista mundial.

O vencedor do prémio será anunciado em 02 de dezembro.

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Futebol

UEFA pune Sérvia com jogo à porta fechada por racismo no jogo com Portugal

Disciplina

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Foto: DR / Arquivo

A UEFA puniu hoje a Sérvia a jogar o próximo jogo da fase de qualificação para o Euro2020 de futebol à porta fechada, por manifestações racistas na partida com Portugal, disputado em Belgrado, que terminou com a vitória lusa por 4-2.

Além do castigo de um jogo à porta fechada, que será cumprido na receção ao Luxemburgo a 14 de novembro, a Federação sérvia terá de pagar uma multa de 33.250 euros.

A seleção sérvia ficará ainda sujeita a um período de ‘liberdade condicional’ de um ano, a iniciar-se três dias antes de receber a Ucrânia, que já assegurou o apuramento, no último jogo do grupo B da fase de qualificação.

Esta sanção da UEFA à Servia é conhecida numa altura em que aquele organismo avalia ainda o caso dos insultos racistas de uma falange de adeptos búlgaros no jogo frente à Inglaterra, que motivou uma interrupção da partida por parte do árbitro, a qual só recomeçou depois de esse grupo de adeptos ter abandonado o estádio.

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Desporto

Aos 37 anos, vice-campeão do mundo José Ramalho mantém “ambição”

Atleta do CN Prado

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Foto: FP Canoagem

Vice-campeão do Mundo de maratonas, o canoísta José Ramalho garante que, aos 37 anos, no horizonte tem apenas ambição e vontade de amealhar mais “títulos e vitórias”, enquanto espera “inspirar” outros a seguir-lhe o exemplo.

“Vamos ter o Ramalho a lutar sempre, sempre para ganhar. Para o título mundial ou seja para o que for. Sempre com essa disposição e com isso na minha cabeça. Trabalho a minha cabeça, mente e coração, e o meu corpo só tem de os seguir”, disse, à Lusa.

No sábado, em Shaoxing, China, o campeão nacional completou os 29,7 quilómetros de prova em 2:08.35,53 horas, ficando a apenas 1,32 segundos do dinamarquês Mads Pedersen, novo campeão, o primeiro a conquistar os títulos de sub-23 e seniores numa única edição dos Mundiais, após ter feito o mesmo nos Europeus deste ano.

“Foram pormenores. Na última portagem saí na frente, mas perdi alguns segundos, fui mais lento, joguei pelo seguro, e quando voltei a entrar no barco não tomei a dianteira. Foi aí que ficou determinado quem seria o vencedor, quem saísse primeiro na portagem”, contou.

Depois de nos Mundiais de 2018, em Vila Verde, ter rompido o casco do caiaque, que lhe arruinou, definitivamente, a prova, desta vez o problema com a pagaia fez José Ramalho “perder 20 metros, até trocar pela antiga”, facto que o atirou para o terceiro grupo, obrigando-o, novamente a esforço suplementar para se juntar aos que lideravam.

“Na parte final, cheguei a pensar que poderia vencer, mas, perante a situação, qualquer medalha seria muito positiva, pois até à primeira meia hora pensava que as coisas iam correr muito mal”, admitiu.

Além de seis títulos de campeão da Europa, o vila-condense foi vice-campeão do mundo este ano e em 2012, e alcançou o bronze em 2009, 2014 e 2016.

“Ainda tenho muito mais pela frente. O desporto mostra cada vez mais que há atletas mais velhos a ganhar provas e medalhas. A longevidade não é a mesma de há uns anos. Sinto-me em superforma e sei que ainda tenho mais uns anos pela frente”, reforçou.

Nesse percurso, Ramalho espera “continuar a inspirar” os mais jovens da seleção de maratonas, que considera terem feito um “desempenho brilhante” na China, “alguns dos quais com contratempos que as pessoas desconheceram, sendo que um, após ter dado tudo na pista, muito debilitado fisicamente, terminou a prova e foi diretamente para o hospital”.

“Só somos velhos quando nos começamos a sentir ou a achar que o somos. Sinto-me em superforma e superbem. Quanto mais treino, melhor me sinto. A velhice ainda está para chegar. Há atleta mais velhos com grandes resultados, considero que posso fazer a mesma gestão de carreira. Estou no bom caminho”, concluiu.

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