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Desporto

João Sousa afastado nas meias-finas em São Petersburgo

O atleta de Guimarães, 64.º do ranking mundial, perdeu com o 15.º da hierarquia

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Foto: DR / Arquivo

O tenista vimaranense João Sousa foi este sábado eliminado nas meias-finais do torneio de ténis de São Petersburgo, na Rússia, ao perder com o croata Borna Coric.

O atleta de Guimarães, 64.º do ranking mundial, perdeu com o 15.º da hierarquia e quarto cabeça de série em três sets, pelos parciais de 3-6, 7-6 (7-5) e 6-1, em duas horas e 18 minutos.

Finalista vencido na edição de 2015 do torneio russo em piso duro, desperdiçou três pontos de break no 11.º jogo do segundo set, que o teriam colocado a servir para selar um lugar na final.

No tie break, João Sousa nunca esteve em vantagem, mas, depois de recuperar de 3-5 para 5-5, serviu para conquistar um match point, só que sofreu o mini break e, no seu serviço, o croata forçou mesmo o terceiro parcial.

Depois de desperdiçar estas oportunidades, o português entrou mal no terceiro set, a servir, ficando rapidamente a perder por 0-40. Ainda salvou quatro pontos de break, mas cedeu ao quinto e, depois, nunca mais recuperou.

João Sousa procurava na Rússia a 11.ª final da carreira, sendo que conta três triunfos, em Kuala Lumpur, em 2013, em Valência, em 2015, e no Estoril, em 2018.

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Futebol

Cristiano Ronaldo e Bernardo Silva nomeados para a Bola de Ouro

Estreia do ex-benfiquista

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Foto: FPF / Divulgação

Os avançados portugueses Cristiano Ronaldo, vencedor da Bola de Ouro em 2008, 2013, 2014, 2016 e 2017, e Bernardo Silva integram a lista de nomeados para o troféu que distingue o melhor futebolista mundial do ano.

O defesa holandês Virgil van Dijk, designado melhor jogador da época 2018/19 pela UEFA, também está entre os 20 candidatos já anunciados, de um total de 30, ao troféu atribuído pela revista francesa France Football.

Enquanto Cristiano Ronaldo, campeão italiano pela Juventus, foi nomeado pela 16.ª vez, Bernardo Silva, que conquistou o título inglês ao serviço dos Manchester City, estreia-se entre o lote de candidatos ao prémio de melhor futebolista mundial.

O vencedor do prémio será anunciado em 02 de dezembro.

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Futebol

UEFA pune Sérvia com jogo à porta fechada por racismo no jogo com Portugal

Disciplina

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Foto: DR / Arquivo

A UEFA puniu hoje a Sérvia a jogar o próximo jogo da fase de qualificação para o Euro2020 de futebol à porta fechada, por manifestações racistas na partida com Portugal, disputado em Belgrado, que terminou com a vitória lusa por 4-2.

Além do castigo de um jogo à porta fechada, que será cumprido na receção ao Luxemburgo a 14 de novembro, a Federação sérvia terá de pagar uma multa de 33.250 euros.

A seleção sérvia ficará ainda sujeita a um período de ‘liberdade condicional’ de um ano, a iniciar-se três dias antes de receber a Ucrânia, que já assegurou o apuramento, no último jogo do grupo B da fase de qualificação.

Esta sanção da UEFA à Servia é conhecida numa altura em que aquele organismo avalia ainda o caso dos insultos racistas de uma falange de adeptos búlgaros no jogo frente à Inglaterra, que motivou uma interrupção da partida por parte do árbitro, a qual só recomeçou depois de esse grupo de adeptos ter abandonado o estádio.

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Desporto

Aos 37 anos, vice-campeão do mundo José Ramalho mantém “ambição”

Atleta do CN Prado

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Foto: FP Canoagem

Vice-campeão do Mundo de maratonas, o canoísta José Ramalho garante que, aos 37 anos, no horizonte tem apenas ambição e vontade de amealhar mais “títulos e vitórias”, enquanto espera “inspirar” outros a seguir-lhe o exemplo.

“Vamos ter o Ramalho a lutar sempre, sempre para ganhar. Para o título mundial ou seja para o que for. Sempre com essa disposição e com isso na minha cabeça. Trabalho a minha cabeça, mente e coração, e o meu corpo só tem de os seguir”, disse, à Lusa.

No sábado, em Shaoxing, China, o campeão nacional completou os 29,7 quilómetros de prova em 2:08.35,53 horas, ficando a apenas 1,32 segundos do dinamarquês Mads Pedersen, novo campeão, o primeiro a conquistar os títulos de sub-23 e seniores numa única edição dos Mundiais, após ter feito o mesmo nos Europeus deste ano.

“Foram pormenores. Na última portagem saí na frente, mas perdi alguns segundos, fui mais lento, joguei pelo seguro, e quando voltei a entrar no barco não tomei a dianteira. Foi aí que ficou determinado quem seria o vencedor, quem saísse primeiro na portagem”, contou.

Depois de nos Mundiais de 2018, em Vila Verde, ter rompido o casco do caiaque, que lhe arruinou, definitivamente, a prova, desta vez o problema com a pagaia fez José Ramalho “perder 20 metros, até trocar pela antiga”, facto que o atirou para o terceiro grupo, obrigando-o, novamente a esforço suplementar para se juntar aos que lideravam.

“Na parte final, cheguei a pensar que poderia vencer, mas, perante a situação, qualquer medalha seria muito positiva, pois até à primeira meia hora pensava que as coisas iam correr muito mal”, admitiu.

Além de seis títulos de campeão da Europa, o vila-condense foi vice-campeão do mundo este ano e em 2012, e alcançou o bronze em 2009, 2014 e 2016.

“Ainda tenho muito mais pela frente. O desporto mostra cada vez mais que há atletas mais velhos a ganhar provas e medalhas. A longevidade não é a mesma de há uns anos. Sinto-me em superforma e sei que ainda tenho mais uns anos pela frente”, reforçou.

Nesse percurso, Ramalho espera “continuar a inspirar” os mais jovens da seleção de maratonas, que considera terem feito um “desempenho brilhante” na China, “alguns dos quais com contratempos que as pessoas desconheceram, sendo que um, após ter dado tudo na pista, muito debilitado fisicamente, terminou a prova e foi diretamente para o hospital”.

“Só somos velhos quando nos começamos a sentir ou a achar que o somos. Sinto-me em superforma e superbem. Quanto mais treino, melhor me sinto. A velhice ainda está para chegar. Há atleta mais velhos com grandes resultados, considero que posso fazer a mesma gestão de carreira. Estou no bom caminho”, concluiu.

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