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Globos de Ouro: João Neves, Gisela João e Fernando Pimenta nomeados

Empresário de Guimarães, fadista de Barcelos e canoísta de Ponte de Lima entre os melhores do ano

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Imagens: Jornal da Noite (SIC) – 23 de julho

Gisela João (Barcelos), Fernando Pimenta (Ponte de Lima) e João Neves (Guimarães) estão entre os nomeados para a 24.ª edição dos Globos de Ouro, que este ano se realizam a 29 de setembro, foi anunciado esta semana.

Imagem: SIC

O empresário e fundador da Farfetch, João Neves, está nomeado na categoria Digital: Personalidade do Ano, ao lado de Mariana Cabral (Bumba na Fofinha), Cristiana Fonseca (Indico Capital Partners), Luís Rodrigues (Insónias em Carvão) e Paulo Rosado (Outsystems).

Imagem: SIC

Já o canoísta limiano do Benfica, Fernando Pimenta, volta a ser indicado para Desporto: Personalidade do Ano“, ao lado das maiores figuras do desporto nacional: Cristiano Ronaldo (futebol), Inês Henriques (marcha), Miguel Oliveira (motociclismo) e Nélson Évora (triplo salto).

Imagem: SIC

Por fim, a fadista barcelense Gisela João está nomeada para Música: Melhor Intérprete, com Conan Osíris, Carminho, Capitão Fausto e Carolina Deslandes.

Este ano, os Globos de Ouro serão apresentados pela primeira vez por Cristina Ferreira e, segundo a SIC, que organiza a cerimónia em parceria com a revista Caras, “prometem ser os melhores de sempre”.

Lista dos Nomeados

Desporto: Personalidade do Ano
Cristiano Ronaldo
Fernando Pimenta
Inês Henriques
Miguel Oliveira
Nélson Évora

Teatro: Melhor atriz
Maria Duarte
Beatriz Batarda
Bárbara Branco
Luísa Cruz
Natália Luiza

Teatro: Melhor ator
Nuno Lopes
Miguel Guilherme
João Vicente
Miguel Loureiro
Paulo Pinto

Teatro: Melhor peça / espetáculo
Provisional figures great yarmouth
Credores
À volta o mar, no meio o inferno
O mundo é redondo
Tio Vânia

Digital: Personalidade do ano
Mariana Cabral (Bumba na Fofinha)
José Neves (Farfetch)
Cristiana Fonseca (Indico Capital Partners)
Luís Rodrigues (Insónias em Carvão)
Paulo Rosado (Outsystems)

Entretenimento: Personalidade do ano
Filomena Cautela
Daniela Ruah
Cristina Ferreira
Diana Chaves
Vasco Palmeirim

Cinema: Melhor filme
Raiva
Diamantino
Cabaret Maxime
Parque Mayer
Ramiro

Cinema: Melhor ator
Hugo Bentes
Carloto Cotta
António Mortágua
Francisco Froes
Igor Regalla

Cinema: Melhor atriz
Isabel Ruth
Beatriz Batarda
Ana Padrão
Inês Castel-Branco
Victoria Guerra

Moda: Personalidade do ano
Marques ‘ Almeida
Luís Carvalho
Gonçalo Peixoto
Maria Miguel
Sara Sampaio

Jornalismo: Personalidade do Ano
Maria Flor Pedroso
Conceição Lino
Ana Leal
Jacinto Godinho
Miriam Alves

Música: Melhor intérprete
Conan Osíris
Carminho
Capitão Fausto
Carolina Deslandes
Gisela João

Música: Melhor música
Quem Me Dera
A Dança
A Vida Toda
Amor, A Nossa Vida
Tempestade

Música: Melhor espetáculo / atuação ao vivo
Miguel Araújo
António Zambujo
Agir
Mariza
Tiago Bettencourt

Humor: Personalidade do ano
Ricardo Araújo Pereira
César Mourão
Bruno Nogueira
Herman José
Rui Sinel de Cordes

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Ave

Violência doméstica: Seis datas à escolha para sentenciar juiz de Famalicão

Justiça

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Foto: DR

O Tribunal da Relação do Porto indicou seis novas datas possíveis, “a escolher pelos sujeitos processuais”, para ler o acórdão no caso do juiz de Famalicão acusado de violência doméstica, disse hoje fonte ligada ao processo.

O acórdão esteve agendado para 16 de setembro e foi remarcado para quarta-feira, 07 de outubro, mas as duas datas ficam sem efeito depois de o juiz arguido alegar impossibilidade de estar presente, com o argumento de ter agendados vários julgamentos para esses dias, um dele relacionado precisamente com violência doméstica.

O juiz de primeira instância Porfírio Vale tinha requerido que a leitura do acórdão tivesse lugar “na sua ausência, considerando-se dele notificado na pessoa do seu defensor”, o advogado Ernesto Novais.

Em despacho subsequente, datado de sexta-feira e a que a agência Lusa teve hoje acesso, o coletivo do Tribunal da Relação valida a justificação da ausência do juiz nas datas referidas, acrescentando: “A impossibilidade do arguido para a presença em julgamento é meramente pontual e o arguido tem direito a estar presente na audiência e, nomeadamente, na leitura da decisão final”.

O tribunal transfere, por isso, a leitura do acórdão para um de seis dias “a escolher pelos sujeitos processuais”: 28, 29 ou 30 de outubro ou 4, 5 ou 6 de novembro, sempre às 14:00.

O juiz Porfírio Vale está a ser julgado pelas 4.ª secção criminal do Tribunal da Relação do Porto por alegada violência doméstica vitimando a sua ex-mulher.

Para efeitos de julgamento de magistrados, um tribunal da Relação funciona como se fosse um tribunal de Comarca.

Nas alegações finais do processo, em 08 de julho, o Ministério Público (MP) junto da Relação do Porto pediu pena suspensa para o juiz.

“Ficou cabalmente demonstrado que o arguido [juiz] cometeu o crime de violência doméstica”, disse o procurador.

Em devido tempo, o MP absteve-se de acusar o juiz, que só foi a julgamento após pronúncia, mas o procurador sublinhou que isso não o vincula.

Já a defesa do juiz Porfírio Vale defendeu a absolvição do juiz, rejeitando o alegado quadro de violência doméstica, sustentado pela queixosa e no despacho de pronúncia.

“Se não fosse juiz, não estaria aqui”, afirmou o advogado, atribuindo à mulher o intuito de perseguir o arguido, prejudicando a sua carreira na magistratura, em oito queixas e duas participações.

O MP tinha arquivado a queixa da mulher, mas a Relação do Porto e o Supremo Tribunal de Justiça determinaram que um coletivo de juízes julgasse o magistrado judicial, da primeira instância de Vila Nova de Famalicão, por alegadamente “atormentar” a ofendida através de conversas telefónicas, correios eletrónicos e centenas de mensagens de telemóvel (SMS), a partir de 2015, ano de oficialização do divórcio.

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Viana do Castelo

Sede de panificadora vendida a imobiliária de Viana do Castelo por 315 mil euros

Economia

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Foto: DR / Arquivo

A comissão de credores de uma panificadora de Viana do Castelo que fechou com dívidas superiores a dois milhões de euros adjudicou a venda da sede por 315 mil euros, informou hoje fonte do gabinete do administrador de insolvência.

Contactada pela agência Lusa, a fonte escusou-se a revelar o investidor que apresentou a proposta de maior valor ao leilão eletrónico realizado no final de setembro.

Mas outra fonte, da comissão de credores, composta por cinco membros, disse à Lusa que o imóvel foi vendido à sociedade anónima José Manso Imobiliária.

Em causa está um edifício no Cais Novo, em Darque, na margem esquerda do rio Lima.

Segundo a fonte do gabinete do administrador de insolvência, explicou “não foi deduzida qualquer oposição, por parte da comissão de credores, quanto à adjudicação do imóvel ao proponente que apresentou a proposta de compra no valor de 315 mil euros”.

“Nesta fase estamos a cumprir todos os trâmites para adjudicar a venda do imóvel ao comprador”, especificou a fonte, adiantando que apesar da venda do imóvel, “o bem mais considerável em termos de liquidação, não se encontram reunidas todas condições que permitam o encerramento do processo e, o consequente rateio do produto da venda pelos credores”.

Aquela fonte apontou como exemplos “a marca da panificadora e a cobrança de créditos sobre entidades terceiras”.

“Está a ser analisada a melhor forma para cobrar esses valores. Eram muitos, alguns recuperados. Neste momento, estamos a tentar recuperar outros”, disse.

O pedido de insolvência da panificadora foi apresentado pela própria empresa, a sociedade Fernandes e Alves, com sede no Cais Novo, em Darque, em setembro de 2017, alegando dívidas no valor 1.358.974 euros, a mais de 200 credores.

Naquele valor não estavam contabilizados os créditos aos cerca de 60 trabalhadores que a empresa empregava na altura.

Em março de 2019, o tribunal local qualificou de dolosa a insolvência da panificadora fundada em 1945 e condenou um dos gerentes, entretanto falecido, a indemnizar os mais de 200 credores por dívidas superiores a dois milhões de euros.

Entre os principais credores da empresa, que, além da fábrica, detinha ainda quatro lojas, em regime de aluguer e concessionadas a outra empresa cujo proprietário também é credor, encontram-se além dos trabalhadores, a Caixa Geral de Depósitos, o Novo Banco, e a Segurança Social.

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Braga

Tecnológica quer contratar 300 para trabalho remoto. E há preferência por Braga

Emprego

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Foto: Dr / Arquivo

A empresa portuguesa Talkdesk quer recrutar 300 colaboradores até final deste ano para exercerem funções em trabalho a partir de casa. Uma das cidades onde a tecnológica tem interesse é Braga, face à evolução estudantil com bom ritmo tecnológico que a área apresenta.

A Talkdesk é um unicórnio na linguagem internacional do mundo empresarial, ou seja, está avaliada em bolsa com um valor de mais de mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros).

A plataforma, que disponibiliza assistência ao cliente sem necessidade de instalações físicas, já trabalha com empresas de elevado valor de mercado, como é o caso da IBM ou do portal de viagens Trivago. Fundada em 2011 por dois portugueses – Tiago Paiva e Cristina Fonseca – personaliza o atendimento telefónico desses mesmos clientes, para esclarecer dúvidas, entre outros assuntos.

Uma ronda de investimento de 143 milhões de dólares, operada em julho deste ano, permite que a empresa possa contratar mais 700 funcionários, metade deles em solo luso.

Em entrevista ao Dinheiro Vivo, João Coelho, um dos responsáveis de recursos humanos, explica que já foram contratados em Portugal cerca de 100 colaboradores desde o mês de abril, e todos trabalham exclusivamente em modo remoto.

Há três anos que a Talkdesk pretende chegar aos 1000 funcionários em 2020. A plataforma fundada em 2011 pelos portugueses Tiago Paiva e Cristina Fonseca ajuda as empresas a personalizarem o atendimento telefónico aos clientes com um sistema na cloud, ou seja, sem necessidade de infraestrutura física.

Em Portugal, existem atualmente cerca de 700 colaboradores, na sua grande maioria focados em engenharia. Lá fora, há mais 350 funcionários. Até final do ano, entram mais 600, 300 dos quais em Portugal.

“Teremos mais de 1.500 pessoas até ao final deste ano. Estamos a preparar as nossas equipas de recursos humanos para conseguirmos assegurar o cumprimento deste objetivo, ambicioso mas realista”, disse.

Em Portugal, o responsável explica que Braga é uma das cidades onde a empresa quer contratar, dada a proximidade com academias como a UMinho, que formam engenheiros de excelência.

Também Viseu, Guarda, Vila Real, Fundão, Beja, Faro, Açores e Madeira estão entre as cidades preferidas para o recrutamento, por serem “um universo de oportunidades interessante”.

Atualmente, em Portugal, a empresa funciona exclusivamente de forma remota, situação que já era preferencial mas foi acelerada pela pandemia atual. A sede que a Talkdesk possui em Lisboa está vazia, embora continue arrendada pela empresa, algo que deverá terminar brevemente, levando a que os proprietários do espaço peçam uma indemnização de cerca de 1,5 milhões de euros.

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