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Braga

Mesquita Machado vai a julgamento por “negócio milionário” – JN

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Mesquita Machado foi presidente da Câmara Municipal de Braga durante 37 anos, entre 1976 e 2013. DR

Francisco Mesquita Machado, presidente da Câmara Municipal de Braga até 2013, e os cinco vereadores socialistas que faziam parte do executivo municipal, durante o seu último mandato, vão ser julgados em tribunal pelos crimes de participação económica em negócio e abuso de poder, no âmbito do chamado “Caso das Convertidas”, avança o Jornal de Notícias (JN) na sua edição desta segunda-feira.

Primeira página do Jornal de Notícias (JN) (15/05/2017)

“Nenhum dos arguidos pediu a instrução do processo, pelo que só falta saber a data do julgamento”, escreve o JN, que coloca a notícia em destaque na primeira página, avançando que o Ministério Público (MP) defende que Mesquita Machado planeou uma estratégia para tentar salvar o genro, José Pedro Castro Rodrigues, e a filha, Ana Catarina Mesquita Machado, “que podiam ficar sem todos os bens pessoais, por causa de dívidas de 2,6 milhões de euros ao BCP e de mais dois milhões a Manuel Duarte, empresário da cidade”.

Edifício do Recolhimento de Santa Maria Madalena ou Recolhimento das Convertidas. Fórum Bracarae

A expropriação dos três imóveis adjacentes à Casa das Convertidas, na Avenida Central, em Braga, que foram da firma do genro de Mesquita Machado e que passaram para as mãos de Manuel Duarte, terá sido decidida pelos vereadores socialistas, “de comum acordo”, “por um montante manifestamente superior [2.954,462,78 milhões de euros]” ao que valeriam. 

Segundo o MP os edifícios estavam avaliados em 679 mil euros, considerando que, caso a expropriação de três milhões de euros tivesse avançado, o Município teria sido lesado em 2,2 milhões de euros. 

Aquele que ficou conhecido como o “Caso das Convertidas” foi uma das medidas que mais polémica gerou no último ano de mandato de Mesquita Machado à frente da autarquia de Braga, com o Bloco de Esquerda a pedir mesmo a perda de mandato do autarca.

Isto porque, além das referidas hipotecas, a sociedade pertencente ao genro de Mesquita Machado vendeu aqueles prédios a 30 de abril de 2013, quatro dias antes do executivo socialista aprovar a expropriação daquelas propriedades.

A votação foi depois repetida, a 23 de maio, já sem a participação do ex-autarca, entretanto acusado de “favorecer familiares” com o “negócio”.

O projeto que levou à decisão de expropriar aquelas propriedades era o de requalificação do quarteirão das “Convertidas”, que incluía a construção da Pousada da Juventude, do Centro Euro-Atlântico da Juventude, da Loja Europa e de um museu. Segundo a notícia do JN, o MP defende ainda que a candidatura camarária apresentada aos fundos comunitários não tinha sequer projeto anexa, já que apenas visava favorecer os familiares do autarca.

A expropriação chegou a avançar no final de 2012, mas foi revogada pelo atual autarca bracarense Ricardo Rio (PSD/CDS-PP/PPM) e confirmada pelo Tribunal da Relação em março de 2015.

Hugo Pires, Palmira Maciel, Ilda Carneiro, Paula Morais e Vítor Sousa são os vereadores socialistas envolvidos no processo.

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Braga

Bananeiro em Braga à espera de milhares na véspera de Natal

Bananas e Moscatel

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Foto: Divulgação

Aproxima-se o Natal e, com ele, uma das tradições mais afamadas da cidade de Braga, comer uma banana e beber moscatel na Casa das Bananas, mais conhecida como Bananeiro.

Nos dias que antecedem o Natal, com especial incidência para a tarde/início de noite da consoada (dia 24), os bracarenes (e não só) acorrem à rua do Souto para fazer cumprir a tradição.

A adesão costuma ser tanta que cria-se uma verdadeira multidão, com largos milhares de pessoas, de copo (de plástico) numa mão e uma banana amadurecida na outra.

A verdadeira história do Bananeiro de Braga. E de Viana

Manuel Jorge, o atual proprietário, não deixou morrer o hábito que já vinha do pai, Manuel Rio, fundador do atual bananeiro, criando, nos últimos anos, uma verdadeira tradição.

 

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Braga

Vladislav Delay e Mão Morta “Redux” entre destaques do gnration, em Braga, até março

Espetáculos

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Foto: Divulgação / Arquivo

A programação do primeiro trimestre de 2020 no espaço gnration, em Braga, vai contar com nomes como Vladislav Delay, Jana Winderen e Peter Burr, para além de um cine-concerto dos Mão Morta, em formato “Redux”.

Em comunicado hoje divulgado, o gnration anunciou que 2020 começa com a “prata da casa”, que se traduz na atuação dos bracarenses Mão Morta, no dia 17 de janeiro, a fazer a banda sonora de “A Casa na Praça Trubnaia”, de Boris Barnet, em formato reduzido com Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael e Miguel Pedro.

Também hoje, o gnration anunciou que a argentina Juana Molina vai dar um concerto em Braga, no dia 09 de abril.

No dia 25 do primeiro mês de 2020, a sala de Braga acolhe a artista norueguesa Jana Winderen, reservando-se “o destaque maior do programa” para o finlandês Sasu Ripatti, mais conhecido por Vladislav Delay, que vai atuar em quinteto com Lucio Capece (saxofone), Derek Shirley (contrabaixo), Max Loderbauer (sintetizador Buchla) e Maria Bertel (trombone).

Ao longo do primeiro trimestre, o gnration vai ainda receber The Legendary Tigerman (14 de fevereiro), Gabriel Ferrandini com o pianista alemão Alexander von Schlippenbach (06 de março), Jerusalem in My Heart e Lucrecia Dalt (14 de março), entre outros.

Em 29 de fevereiro, o ciclo de performance audiovisual Binário apresenta a performance “Membrane”, de Push 1 Stop & Wikilow, enquanto Marcel Weber “dará a conhecer uma nova instalação audiovisual resultante de residência artística no âmbito do programa Scale Travels, projeto que alia arte e nanotecnologia, desenvolvido em colaboração com o Laboratório Ibérico Internacional da Nanotecnologia”

Neste âmbito, o artista Peter Burr vai expor “Mode Confusion”, entre 17 de janeiro e 18 de abril.

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Braga

Mulheres terão furtado mais de 2 mil euros em perfumes, em Braga

Uma foi detida, três fugiram

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Foto: Ilustrativa / DR

Uma mulher de 31 anos foi detida, numa loja em Braga, este domingo, depois de ter passado na caixa registadora com diversos perfumes, no valor de 547,50 euros, sem que os tivesse pago, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP).

Segundo a fonte, a detida encontrava-se na companhia de mais três suspeitas, que se colocaram em fuga. “Nessa altura, deixaram cair dois perfumes, no valor de 196,65 euros, tendo furtado mais perfumes, no valor de 1296,40 euros”, adianta a PSP.

No total, existem indícios de que as mesmas terão furtado produtos num valor superior a dois mil euros.

A mulher foi notificada para comparecer nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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