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JC GROUP renova patrocínio do Campeonato de Montanha em 2019

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

A JC GROUP renovou esta semana o patrocínio do Campeonato de Portugal de Montanha de Automobilismo, o que segundo a organização, “permitirá manter estas provas com um excelente nível de qualidade”, referindo-se às Rampas, a primeira das quais será na Penha (Guimarães), em abril, seguindo-se a Rampa Internacional da Falperra (Braga), em maio.

Para o CEO da JC GROUP, José Correia, “em equipa que ganha não se mexe”, explicando desse modo que “será para continuar a parceria e as sinergias deste universo empresarial com a APPAM, desde logo porque o desporto automóvel tem grandes tradições também em Portugal e a modalidade da montanha é muito querida do público, está em crescendo”.

O acordo de renovação foi assinado entre José Correia e o presidente da Associação dos Pilotos Portugueses de Automóvel de Montanha (APPAM), Joaquim Teixeira, o que teve o agrado do líder da Federação Portuguesa de Automóvel e Karting (FPAK), Ni Amorim, destacando todo o apoio do grupo empresarial bracarense JC GROUP ao automobilismo.

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Desporto

Federação de motociclismo adia etapa do Nacional de enduro por “escassez de combustíveis”

Crise nos combustíveis

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Foto: DR/Arquivo

A Federação de Motociclismo de Portugal (FMP) adiou hoje a quarta etapa do campeonato nacional de enduro, marcada para sexta-feira e sábado, na Lousã, devido à “escassez de combustível” provocada pela greve dos motoristas de matérias perigosas.

Efetivamente, existe no nosso país uma rotura de combustível, o que afeta diretamente todo o desenrolar da prova. Julgamos assim que não estarão reunidas as condições mínimas para pilotos e meios de socorro se poderem deslocar para a quarta ronda do campeonato nacional de enduro”, lê-se no comunicado da FMP.

A comissão de enduro da FMP acrescenta que vai anunciar brevemente uma nova data para a quarta das seis etapas da competição.

A greve dos motoristas de matérias perigosas, que começou às 00:00 de segunda-feira, foi convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), por tempo indeterminado, para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica.

Na terça-feira, gerou-se a corrida aos postos de abastecimento de combustíveis, provocando o caos nas vias de trânsito.

A Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro) informou hoje que não foi ainda retomado o abastecimento dos postos de combustível, apesar da requisição civil, e que já há marcas “praticamente” com a rede esgotada.

O primeiro-ministro, António Costa, admitiu hoje alargar os serviços mínimos e adiantou que o abastecimento de combustível está “inteiramente assegurado” para aeroportos, forças de segurança e emergência.

Na terça-feira, alegando o não cumprimento dos serviços mínimos decretados, o Governo avançou com a requisição civil, definindo que até quinta-feira os trabalhadores a requisitar devem corresponder “aos que se disponibilizem para assegurar funções em serviços mínimos e, na sua ausência ou insuficiência, os que constem da escala de serviço”.

No final da tarde de terça-feira, o Governo declarou a “situação de alerta” devido à greve, avançando com medidas excecionais para garantir os abastecimentos e, numa reunião durante a noite com a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) e o sindicato, foram definidos os serviços mínimos.

Militares da GNR estão de prevenção em vários pontos do país para que os camiões com combustível possam abastecer e sair dos parques sem afetarem a circulação rodoviária.

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Motores

Gabriela Correia em evidência na estreia no Open de Velocidade no Estoril

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Foto: DR

Depois de brilhar na Rampa da Penha, a piloto Gabriela Correia, de Braga, foi uma das surpresas na prova de abertura do novo Open de Portugal de Velocidade, que decorreu no fim de semana no Circuito do Estoril, ao volante do SEAT León Mk3, pela JC Group Racing Team

Numa pista que desconhecia por completo, a jovem piloto de 16 anos conseguiu um notável quarto tempo da geral, à chuva, durante os treinos cronometrados, numa grelha onde estavam carros de GT, TCR e outros Turismos mais evoluídos. Gabriela Correia repetiu essa posição na corrida mais longa do fim de semana, onde só terminou atrás de um TCR e dois GT.

Gabriela Correia sonha com a Fórmula 1 mas para já só quer vencer Nacional de montanha

Sem qualquer referência anterior do traçado, Gabriela Correia aproveitou a chuva para registar o quarto melhor tempo na primeira sessão de treinos cronometrados, só atrás de um GT4, um TCR e um GT3 Cup. Na primeira corrida de qualificação, Gabriela Correia estava novamente a surpreender quando sofreu uma ligeira saída de pista que a deixou presa na gravilha, perdendo tempo precioso até regressar à pista para terminar no 10.º lugar entre os Turismos.

Na segunda corrida de qualificação, Gabriela Correia pôde terminar no 5.º lugar dos Turismos, na frente de carros mais competitivos, enquanto na corrida de Endurance, com 30 minutos de duração, a jovem bracarense voltou a dar nas vistas com o 4.º lugar da geral e 2.º entre os Turismos.

Foto: Zoom/Divulgação

Foto: Zoom/Divulgação

“Nunca tinha estado no Estoril e por isso conseguir o quarto lugar absoluto à chuva nos treinos cronometrados foi algo que me deixou muito contente. Com a chuva no sábado pude estar mais próxima dos pilotos mais experientes, mas no domingo com o piso seco foi mais difícil manter essa diferença”, disse Gabriela Correia.

“O nosso León Mk3 é um carro da primeira versão e não é tão evoluído como outros SEAT que correm neste campeonato. Também por isso o meu balanço geral do fim de semana é muito positivo. Sem dúvida que a aprendizagem que tive no Karting ajuda-me agora a chegar a uma pista que não conheço e ser minimamente competitiva. Mas nunca conseguiria estas performances sem o apoio da Vettra Motorsport, que me ajudou na análise de vídeos para perceber as melhores trajetórias e pontos de travagem”.

O piloto e fundador da JC Group Racing Team, José Correia, não pôde participar nas corridas do Open de Portugal de Velocidade devido a um toque nos treinos de sábado, que danificou o Nissan GT-R Nismo GT3.

Antes de regressar ao Open de Velocidade, a equipa vai agora preparar a participação na mítica Rampa Internacional da Falperra, em Braga, segunda prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, que será disputada entre os dias 10 e 12 de maio.

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Motores

Paulo Gonçalves troca Honda pela Hero Motorsports. Ambição: vencer o Dakar

Motard de Esposende junta-se ao cunhado Joaquim Rodrigues Jr., de Barcelos, na equipa da marca indiana

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Foto: Facebook de Paulo Gonçalves

O motard Paulo Gonçalves é o mais recente reforço da Hero Motorsports, equipa com a qual o piloto português espera lutar pela vitória no Dakar, anunciou hoje o construtor indiano em comunicado.

O piloto de Esposende deixa a Honda, ao fim de cinco anos marcados por lesões, que limitaram as possibilidades de lutar pela vitória no rali Dakar, prova rainha de todo-o-terreno, “o principal objetivo” de cada temporada, disse à Lusa o piloto, de 40 anos.

“Estou bastante entusiasmado. Espero estar à altura do desafio e que a equipa cresça”, comentou Paulo Gonçalves, que se junta ao cunhado Joaquim Rodrigues Jr. na equipa da marca indiana.

Para além dos dois portugueses, alinham ainda com as cores da Hero o espanhol Oriol Mena e o indiano Chunchunguppe Santosh, numa estrutura preparada pela equipa alemã Speedbrain, que já foi responsável pela participação da BMW e Honda no Dakar.

“É uma estrutura que eu conheço bem e com a qual consegui o segundo lugar no Dakar e o título de campeão do mundo de todo-o-terreno em 2013”, sublinhou Paulo Gonçalves.

O piloto português, que mantém o sonho de conquistar a maior maratona de todo-o-terreno do mundo, sobretudo numa altura em que a prova vai mudar, novamente, de cenário: “Sou um privilegiado pois, estando à partida da próxima edição, alinho na prova em três continentes diferentes. Fiz os dois últimos em África e dez dos 11 que se disputaram na América do Sul”.

“O objetivo é trabalhar como até aqui. Nos últimos dois anos não fui feliz no período pré-Dakar, com dois acidentes que me impediram, em 2018, de alinhar, e em 2019 de estar nas melhores condições”, observou o piloto da Hero.

Sobre a mudança para a Arábia Saudita, Paulo Gonçalves acredita que “vai trazer uma nova dinâmica à prova”. “Vamos todos ao desconhecido e em igualdade de condições. Na América do Sul já nos sentíamos em casa, mas agora mudamos todos. Não há pilotos que vivam na região e que possam treinar naquelas pistas até ao dia da prova, enquanto os europeus estavam impedidos de treinar nos seis meses antes da competição”, explicou.

Paulo Gonçalves já treina com a nova mota, que considera “muito interessante”, depois de ter recuperado de uma queda sofrida na edição deste ano do Dakar, que lhe provocou a compressão de vértebras e um traumatismo craniano.

“A próxima corrida será a segunda etapa do Mundial, a Rota da Seda, que tem mais de Dakar do que o próprio Dakar deste ano. São dez dias seguidos e o percurso atravessa três países (Rússia, Mongólia e China), quando, em 2019, o Dakar teve dez dias, mas com um de descanso pelo meio e as pistas desenhadas num único país”, apontou.

A luta pelo Campeonato do Mundo de todo-o-terreno não será um objetivo este ano, até por já ter falhado uma prova.

Em 2018, ainda com a Honda, Paulo Gonçalves foi o único piloto a vencer duas provas do Mundial, no Chile e na Argentina.

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