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‘Jackpot’ de 100 milhões do Euromilhões saiu em Portugal

Sorte grande

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Foto: O MINHO

O primeiro prémio do concurso 005/2020 do Euromilhões, no valor de cerca de 100 milhões de euros, saiu a um apostador em Portugal, informou esta sexta-feira o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O segundo prémio, de 349.306,00 euros, contemplou quatro jogadores no estrangeiro, enquanto o terceiro prémio, no valor de 65.085,87 euros, vai ser entregue a cinco apostadores, nenhum deles em Portugal.

Já o quarto prémio, de 2.487,14 euros, contemplou 64 apostadores, sete dos quais em Portugal.

A chave vencedora do concurso 005/2020 do Euromilhões, sorteada esta sexta-feira, é composta pelos números 08 – 19 – 20 – 29 – 44 e pelas estrelas 03 e 08.

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Escolas médicas defendem que toda a população deveria usar máscaras

Covid-19

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Foto: DR

O Conselho de Escolas Médicas Portuguesas (CEMP) defendeu hoje o uso generalizado pela população de máscaras, para combater a pandemia da covid-19, com base em artigos científicos internacionais publicados sobre a matéria.

No documento intitulado “Argumentação e Evidência Científica para o Uso Generalizado de Máscaras pela População Portuguesa”, o CEMP diz que os artigos “mostram concordância ao recomendar o uso generalizado de máscara por parte da população como medida de controlo da transmissão de infeções respiratórias, reduzindo o risco de contágio, a taxa de ataque e potencialmente diminuindo o RO [número de médio de casos infetados por cada caso]”.

O uso generalizado de máscaras pode levar, em última análise, “à diminuição da propagação da doença, não só neste momento de surto da pandemia, como futuramente na prevenção de futuros surtos”, sustentam os especialistas, lembrando que não existe “um grau de maior evidência verdadeiramente contra a utilização [de máscaras] de forma generalizada pela população”.

“A utilização de máscaras faciais em larga escala pela população pode ser uma estratégia importante para atrasar ou conter uma pandemia de influenza [gripe], ou pelo menos para diminuir a taxa de ataque da infeção. Por este motivo, recomendamos a inclusão da utilização de máscaras faciais como medida de controlo a adotar em plano de contingência no caso de pandemia”, refere um dos artigos científicos citados no documento do CEMP.

Outro dos artigos citados refere que “qualquer tipo genérico de máscara [cirúrgica, FFP2/N95 ou pano da louça 100% algodão] tem o potencial de diminuir a exposição viral e o risco de infeção ao nível da população, mesmo com adaptação e aderência imperfeitas, tendo os respiradores N95/FFP2 o maior grau de proteção”.

O documento de 26 páginas do CEMP cita outro artigo o qual revela que, “dos nove ensaios acerca da utilização de máscaras faciais na comunidade, as máscaras foram utilizadas para proteção respiratória em oito”, acrescentando que “esses estudos concluíram que o uso de máscaras em conjunção com a higiene das mãos pode prevenir a infeção na comunidade, desde que haja utilização precoce e generalizada”.

O CEMP aponta soluções para combater a escassez de máscaras.

“Com a proposta da obrigatoriedade do uso de máscaras de forma generalizada, e com a escassez existente das máscaras cirúrgicas e respiradores N95/FFP2, propomos, para a população em geral, a realização de máscaras caseiras de eficácia testada, de fácil acesso e confeção, baratas e reutilizáveis”, defende este conselho

Segundo o CEMP, as máscaras caseiras (de tecido) “demonstram ter eficiência satisfatória em termos de capacidade de proteção do utilizador de 50% a 85%, dependendo dos materiais utilizados, e eficiência ligeiramente menor que as máscaras cirúrgicas na prevenção de emissão de partículas do utilizador para o ambiente”.

“Deste modo, ao oferecermos esta possibilidade à população, libertamos as máscaras cirúrgicas/respiradores para os profissionais de saúde e outros trabalhadores que lidam diretamente com doentes covid‐19 (bombeiros, forças de segurança, cuidadores em lares ou no domicílio), e ainda para doentes covid-19 positivos em tratamento domiciliário”, salienta o CEMP.

Este organismo ressalva, contudo, que será necessário realizar uma campanha de sensibilização sobre a correta utilização das máscaras, bem como a instrução sobre os materiais a serem utilizados na sua confeção.

Na sexta-feira, o presidente do Conselho de Escolas Médicas Portuguesas (CEMP), Fausto Pinto, criticou a posição da Direção-Geral da Saúde sobre as máscaras de proteção, face à pandemia da covid-19.

“Está demonstrado que a utilização das máscaras diminui o potencial de contaminação. O que nos incomodou na posição da Direção-Geral da Saúde foi o argumento utilizado: de que não era eficaz. Isto não é verdade. O que temos é que não há máscaras suficientes e, por isso, arranjou-se um artifício, uma desculpa, dizendo que as máscaras não são eficazes”, afirmou, em entrevista à Lusa, o líder do conselho que reúne a academia portuguesa na área da medicina.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 65 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).

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Uso errado de luvas pode potenciar contágio

Covid-19

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Foto: DR

A Direção-Geral da Saúde (DGS) considerou hoje que o uso de luvas na rua pode ser “contraproducente e dar uma falsa sensação de segurança”, avançando que podo potenciar o contágio pelo novo coronavírus.

“Tem havido formação e muita informação, mas nunca é demais repetir. O uso indevido de luvas pode ser contraproducente e dar uma falsa sensação de segurança. Se estivermos com luvas e tocarmos numa superfície contaminada, o vírus fica nas luvas. Se forem levadas as mãos à cara, o vírus será transmitido”, disse aos jornalistas a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, quando questionada sobre o uso do equipamento de proteção pela população em geral.

Graça Freitas voltou a destacar que o uso indevido de material de proteção pode ser mais contraproducente e dar até uma falsa sensação se segurança.

No caso das luvas, a diretora-geral da Saúde afirmou que dão “apenas uma falsa sensação de segurança”, admitindo a possibilidade de serem usadas “uma única vez”, num único ato de contacto, e depois descartadas.

Escolas médicas defendem que toda a população deveria usar máscaras

No entanto, aconselhou a população a não usar luvas.

“A principal medida de proteção é a lavagem frequente das mãos e no intervalo da lavagem não tocar na cara, sobretudo no nariz, olhos e boca”, disse, frisando que as luvas, sobretudo “utilizados frequentemente, seguidamente e constantemente só estão a acumular potencialmente vírus de diversas origens”.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela DGS, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).

Dos infetados, 1.084 estão internados, 267 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado esta semana na Assembleia da República.

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DGS alerta para uso indevido de luvas porque pode potenciar contágio

Covid-19

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Foto: DR

A Direção-Geral da Saúde (DGS) considerou hoje que o uso de luvas na rua pode ser “contraproducente e dar uma falsa sensação de segurança”, avançando que podo potenciar o contágio pelo novo coronavírus.

“Tem havido formação e muita informação, mas nunca é demais repetir. O uso indevido de luvas pode ser contraproducente e dar uma falsa sensação de segurança. Se estivermos com luvas e tocarmos numa superfície contaminada, o vírus fica nas luvas. Se forem levadas as mãos à cara, o vírus será transmitido”, disse aos jornalistas a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, quando questionada sobre o uso do equipamento de proteção pela população em geral.

Graça Freitas voltou a destacar que o uso indevido de material de proteção pode ser mais contraproducente e dar até uma falsa sensação se segurança.

No caso das luvas, a diretora-geral da Saúde afirmou que dão “apenas uma falsa sensação de segurança”, admitindo a possibilidade de serem usadas “uma única vez”, num único ato de contacto, e depois descartadas.

No entanto, aconselhou a população a não usar luvas.

“A principal medida de proteção é a lavagem frequente das mãos e no intervalo da lavagem não tocar na cara, sobretudo no nariz, olhos e boca”, disse, frisando que as luvas, sobretudo “utilizados frequentemente, seguidamente e constantemente só estão a acumular potencialmente vírus de diversas origens”.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela DGS, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).

Dos infetados, 1.084 estão internados, 267 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado esta semana na Assembleia da República.

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