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Viana do Castelo

Já terminou a Escola de Verão do Politécnico de Viana

Ensino superior

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Foto: IPVC

A “Escola” do Projeto “Verão Com Ciência” do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), “Renovação de Coberturas Revestidas a Amianto em Edifícios Escolares – Soluções Pró-Sustentabilidade Ambiental” já terminou e envolveu 15 estudantes que alternaram entre aulas teóricas e práticas. Ao todo foram 60 horas de lecionação, repartidas por 30 sessões com 2 horas lecionadas em contexto de sala de aula. Na sequência da formação foram ministradas “oficinas de formação prática” no terreno, num contexto de aprendizagem in situ, proporcionando aos formandos a experiência de aprendizagem num “laboratório vivo”, em condições de estrita segurança.

O Projeto foi executado tendo como base um caso de estudo, neste caso a obra de reabilitação das coberturas do edifício da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC, originalmente revestido a fibrocimento com amianto, e totalmente renovado com solução revestida a naturocimento sobre camada contínua de isolamento térmico.

Os 15 bolseiros do Projeto, durante os 3 meses desta Escola de Verão, tiveram a oportunidade de receber formação de caráter técnico proporcionada por um conjunto de investigadores da Unidade de Investigação proMetheus (Unidade de Investigação em Materiais, Energia e Ambiente para a Sustentabilidade), assim como formação de caráter prático dada por um leque alargado de convidados para as sessões de formação específicas, designadas por “oficinas de formação” como: projetista, diretor-de-obra do empreiteiro-geral, subempreiteiros, equipa de fiscalização, técnicos de higiene e segurança no trabalho, técnicos de medição da qualidade do ar exterior e empresas fornecedoras de materiais de construção.

Os bolseiros efetuaram ainda um conjunto de visitas a empresas responsáveis pela fabricação das soluções construtivas aplicadas in situ. Neste contexto, foram visitadas a fábrica de produção do novo revestimento de cobertura em naturocimento, a empresa de pré-fabricação da estrutura de suporte em madeira tratada, e a fábrica de produção da lã mineral aplicada como solução de isolamento térmico no desvão de cobertura.

O Politécnico de Viana do Castelo garantiu que todas as ações realizadas, tanto internas como externas, pudessem ser desenvolvidas em condições de máxima segurança para todos os participantes, nomeadamente no que diz respeito às normas impostas pela pandemia da Covid- 19.

No final, o projeto produziu um conjunto de especificações técnicas desenvolvidas pelos bolseiros, sob a forma de Plano de Inspeção e Ensaio, e um artigo científico produzido no âmbito das “oficinas de formação” in situ.

O programa “Verão Com Ciência” pretendeu estimular “Escolas de Verão” em Politécnicos e Universidades, em 2020, através de iniciativas integradas de I&D e formação superior.

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Viana do Castelo

Econtrada com vida (a 12 quilómetros de casa) mulher que desapareceu em Viana do Castelo

Buscas

Foto: DR

A mulher de 82 anos que estava dada como desaparecida desde a tarde desta sexta-feira foi encontrada com vida por uma sobrinha, e encontra-se bem de saúde.

Fonte da família disse a O MINHO que a senhora terá saído de casa, na zona da Abelheira, na cidade de Viana, e se terá desorientado, acabando por caminhar em “direção a Melgaço”.

Ao final da tarde, uma sobrinha que já andava há várias horas a percorrer ruas do concelho com uma viatura encontrou a senhora na zona de Afife, a cerca de 12 quilómetros da residência.

De acordo com a sobrinha, a senhora estaria desorientada e acabou por caminhar rumo a Norte. Neste momento está já em casa e encontra-se bem de saúde, consciente e cooperante.

Nas buscas participaram os Bombeiros Voluntários de Viana, os Bombeiros Sapadores de Viana, a PSP e vários familiares e populares que se mobilizaram para este desfecho feliz.

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Viana do Castelo

Mulher desaparece em Viana. Polícia e bombeiros fazem buscas

Em Abelheira

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO (Arquivo)

ATUALIZAÇÃO

Econtrada com vida (a 12 quilómetros de casa) mulher que desapareceu em Viana do Castelo

Uma mulher de 82 anos está dada como desaparecida desde a tarde desta sexta-feira, em Viana do Castelo, apurou O MINHO junto de fonte das autoridades.

O alerta foi dado via Bombeiros de Viana que transmitiram a ocorrência às autoridades policiais.

Ao que apurou O MINHO, tanto os Voluntários de Viana como os Sapadores estão a proceder a buscas pela idosa na zona de Abelheira, nas imediações do monte de Santa Luzia, com apoio da PSP.

Não são conhecidas mais informações até ao momento.

O alerta foi dado às 17:29.

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Viana do Castelo

Família de homem morto a tiro em Viana recorre e pede 18 anos para homicida

Justiça

Foto: DR

A família do homem morto a tiro em Viana do Castelo em 2013 recorreu da sentença aplicada ao homicida e pediu o agravamento para os 18 anos de prisão, disse hoje o advogado Francisco Morais da Fonte.

“Pretendemos que o arguido seja condenado pelos crimes de ofensa à integridade física qualificada ao irmão da vítima, pagando a respetiva indemnização, homicídio qualificado, e não simples, e por detenção de arma proibida, como está acusado pelo Ministério Público (MP)”, disse hoje o advogado à agência Lusa.

“Pedimos uma pena única de 18 anos de prisão e não de 12 anos, como foi aplicada pelo tribunal de Viana do Castelo”, afirmou Francisco Morais da Fonte, que representa a mãe e o irmão da vítima.

Segundo o advogado, “o MP também recorreu da sentença”, acrescentando ter interposto recurso junto do Tribunal da Relação de Guimarães no passado dia 07.

Francisco Morais da Fonte adiantou que o recurso visa ainda “a repetição do julgamento”.

“O objetivo é apurar todas as características da arma que foi usada no homicídio, através de exame pericial da bucha e dos grãos de chumbo encontrados no corpo da vítima, se for julgado necessário pelo Tribunal da Relação”, especificou.

“A arma nunca foi encontrada. O tribunal de Viana deu apenas como provado que o disparo foi feito com uma arma de fogo de canos compridos e, não concordamos com isso”, destacou.

Em dezembro último, o Tribunal de Viana do Castelo condenou o arguido, a 12 anos de prisão.

O homem estava acusado de homicídio qualificado, mas acabou por ser condenado por homicídio simples, por não ter sido encontrada a arma do crime.

Durante a leitura do acórdão, a juiz presidente do coletivo adiantou que o arguido, que se encontra em prisão preventiva após sete anos em fuga, foi absolvido de outros dois crimes de que estava acusado, designadamente um crime de ofensa à integridade física qualificada e o outro de detenção de arma proibida.

A magistrada explicou não ter sido suficiente para a condenação daqueles dois crimes “a prova documental e testemunhal” produzida durante o julgamento, que teve início em outubro.

O coletivo que julgou o caso decidiu ainda condenar o homem a pagar uma indemnização à mãe da vítima mortal no valor total de 141 mil euros.

Na quinta-feira, fonte do gabinete do advogado Aníbal Pinto informou que recorreu da sentença, insistindo que o arguido agiu em legítima defesa.

Em outubro, no início do julgamento, Aníbal Pinto disse que o seu constituinte “lamenta a morte, mas que agiu em clara e legítima de defesa” e que “o que fez foi para repelir agressões, defendendo a sua integridade física e a sua vida”, bem como a “da mulher e do filho”.

O tribunal rejeitou a tese de legítima defesa invocada pelo advogado do arguido, por considerar ter ficado provado que o arguido, “antevendo eventuais agressões”, após o esfaqueamento de um dos irmãos, “preparou-se com uma arma de fogo” para a chegada do irmão que viria a morrer e de outros familiares à sua residência.

“Já ia munido de uma arma de fogo quando se deslocou para a alameda onde ocorreram os factos”, sublinhou.

Os factos remontam a 15 de janeiro de 2013, em Viana do Castelo, e vitimaram dois irmãos.

Segundo a acusação do MP, “o primeiro foi atingido por golpes de arma branca e o segundo foi atingido mortalmente com um tiro de uma espingarda caçadeira, quando, acompanhados por outros familiares, procuravam o arguido, junto da respetiva residência.

Na sequência dos factos, e ainda nessa noite, o homem hoje condenado a 12 anos de cadeira, “colocou-se em fuga, ausentando-se para o estrangeiro onde tinha familiares emigrados”.

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