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Braga

Já há uma aplicação móvel para reservar lugar nas missas em Braga

Covid-19

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Sé de Braga. Foto: Arquidiocese de Braga

Devido às limitações criadas pela pandemia de covid-19, os criadores da Kyrios Chms, aplicação móvel de gestão de paróquias, criou uma nova funcionalidade que permite a inscrição prévia nas missas e já está a ser usada na Arquidiocese de Braga.


No site da Arquidiocese de Braga, é explicado que a novidade mais pedida pelos utilizadores do Kyrios Chms, nesta fase de pandemia, foi uma ferramenta que permitisse a inscrição de paroquianos nas eucaristias de forma simples e que, ao mesmo tempo, simplificasse a vida a quem tem de gerir essas mesmas inscrições.

“Percebemos que haja quem não goste do sistema de inscrições, mas a verdade é que mais vale a pena uma pessoa inscrever-se e garantir o seu lugar do que depois chegar à igreja e não poder participar na missa por falta de vaga. Aliás, nós conhecemos pessoas que, no fim-de-semana passado, nem sequer chegaram a tentar ir, precisamente por não terem a certeza de conseguirem um lugar. Havendo inscrições, as pessoas já sabem se podem ir”, afirma Nelson Rodrigues, diretor da Peakit, empresa parceira no projecto Kyrios.

A nova funcionalidade permite, entre outras coisas, gerir prioridades entre paroquianos e notificá-los sobre as vagas existentes.

Funcionamento

No software Kyrios já se encontra disponível no menu “eventos” um separador com o nome “inscrições”. É a partir desse campo que são geridas as inscrições feitas ou a fazer, no caso de paroquianos que não instalem a aplicação e prefiram fazer a sua inscrição por telefone, explica a Arquidiocese de Braga no seu site.

Vídeo explica como usar a aplicação.

A funcionalidade permite também à equipa de acolhimento que está de serviço fazer a validação de presenças.
As presenças ou ausências ficarão associadas ao perfil do paroquiano que fez a inscrição, dados que poderão ser importantes na hora de definir prioridades numa eucaristia posterior.

Assim que as inscrições estiverem fechadas, a paróquia pode notificar todos os inscritos de uma vez só.

“O objetivo foi mesmo simplificar a vida a quem está a gerir as inscrições. Se já utilizam o Kyrios, é menos uma ferramenta que têm de dominar, menos uma coisa para aprender. Se ainda não utilizam, nada como experimentarem e perceberem como é intuitivo”, avança o diretor da Peakit.

“Objectivo das inscrições é organizar e nunca vetar”

Miguel Ângelo Oliveira, pároco de Tenões, Nogueiró e S. Pedro d’Este, já começou a testar a nova função, ainda pouco utilizada.

“Esta semana vieram poucas pessoas à missa. Algumas estão doentes, outras pertencem a grupos de risco e ainda não se sentem seguras, outras preferiram aguardar e tentar perceber como se iam desenrolar as coisas. Penso que aos poucos virão cada vez mais pessoas à eucaristia e não quero ser surpreendido por uma grande afluência que me obrigue a negar a entrada a alguém”, afirma, citado no site da Arquidiocese de Braga.

Como usar a aplicação Kyrios Chms para reservar lugar na missa.

“Temos de perceber que o objetivo das inscrições é mesmo o de organizar e nunca vetar. Se, por exemplo, eu vir que tenho demasiadas inscrições, posso sempre mudar o local onde decorrerá a eucaristia de forma a poder acomodar toda a gente. Se vir que tenho poucas pessoas, também me escuso de celebrar num local demasiado grande, que é um desânimo para quem celebra e para os fiéis também. No fim-de-semana estava a equacionar celebrar ao ar livre e depois percebei que não havia essa necessidade”, sublinha.

Os paroquianos interessados em marcar o seu lugar nas missas podem descarregar a App Kyrios Chms gratuitamente para iOS e Android.

Quando o utilizador fizer a inscrição, esta será recebida automaticamente pela paróquia e ser-lhe-á comunicado se pode participar ou não na eucaristia que escolheu.

Se não conseguir as vagas que pretendia, terá prioridade na inscrição de uma próxima eucaristia.

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Braga

Feira do Livro virtual de Braga regista cinco mil visitas

Cultura

em

Foto: Divulgação

A Feira do Livro de Braga, que arrancou virtualmente na sexta feira, dia 03, contou já com a visita de mais de cinco mil pessoas. A este número juntam-se ainda 500 pessoas que assistiram, nestes primeiros seis dias, às várias sessões do programa cultural promovido pelo Município e pelo mecenas do evento, o dstgroup.

Fonte da empresa municipal InvestBraga adiantou, hoje, que a programação cultural da 29.ª edição conta com várias “Conversas em streaming” com autores nacionais e estrangeiros, passatempos, ofertas de livros e também iniciativas da responsabilidade do patrocinador principal, há mais de 25 anos, o dstgroup, dirigido por José Teixeira.

Nesta edição digital, e para o mundo, é possível visitar entre livrarias, editoras e alfarrabistas, 20 expositores presentes na feira através de um Virtual Tour, e adquirir diversos os produtos a partir da plataforma de vendas online, Dott, que conta com mais de cinco mil livros.

A viagem virtual pela feira inicia-se numa «street view» das avenidas onde a feira tinha usualmente lugar e é nesse espaço que é possível entrar em cada um dos stands dos diferentes expositores para consultar os seus catálogos de livros. Nessa fase, os  visitantes são direcionados para a loja online da Feira, onde podem efetuar todo o processo de compra dos produtos escolhidos. A entrega das encomendas fica, por sua vez, a cargo dos CTT.

De referir que a Feira do Livro é uma organização do Município de Braga e da InvestBraga em estreita colaboração com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, com a The Book Company | Booktailors, os CTT e a DOTT e com o mecenato da dst group.

A feira virtual está disponível desde o dia 3 e prolonga-se até ao dia 03 de setembro de 2020.

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Braga

Advogados querem que brasileira detida na Cairense deixe de se apresentar na PSP

Provas de que se prostituía são “meras conjeturas”

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Imagem via Google Maps

O Tribunal Central Administrativo do Norte rejeitou um recurso do SEF e confirmou a decisão do Administrativo de Braga de suspender a expulsão de uma cidadã brasileira, a qual não chegou a sair de Portugal, devido à interposição de uma providência cautelar.

A imigrante havia sido detida, em dezembro, com outras sete mulheres, numa operação policial na Residencial Cairense em Braga. Agora, o seu advogado de defesa, João Magalhães que representa, ainda, outra cidadã brasileira detida na mesma noite na Cairense, pediu à juíza que anule a obrigatoriedade de as duas se apresentarem semanalmente na PSP.

‘Rusga’ em ‘casa de alterne’ de Braga termina com identificação de 28 mulheres e 50 clientes

No requerimento, o jurista lembra que, e conforme o MINHO noticiou, o Administrativo de Braga já considerara, na sua sentença, não ter ficado provado que a mulher trabalhasse no alterne ou na prostituição já que foi encontrada a tomar café naquela unidade hoteleira.

O Tribunal do Norte, a segunda instância, confirmou esta versão e diz que o SEF a expulsou com base em “meras conjeturas, não demonstradas e apenas com provas indiciárias”.

Embora o advogado não o especifique, a verdade é que, se a medida de coação de apresentações semanais na Polícia não for revogada, as duas imigrantes terão de ali se deslocar ao longo de vários anos, já que, como é sabido e não se prevê que tenha alteração a breve prazo, um processo no Tribual Administrativo de Braga pode durar seis a dez anos a ser decidido, por falta de juízes e de salas.

“É inaceitável e inconcebível que o Estado Português e o Tribunal continue a tratar a aqui Requerente , como uma prostituta. Quando, na verdade, a mesma, tem uma Sentença do Tribunal Administrativo Fiscal de Braga e um Acórdão do Tribunal Central Administrativo do Norte, que prova, inegavelmente, que a mesma não se encontra em território português a prostituir-se. Encontrando-se sim, à procura de emprego, na tentativa de se estabilizar profissional e economicamente”, lê-se no requerimento.

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Braga

Braga prevê investir 11 milhões na requalificação do parque escolar

Investimento público

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Foto: DR

O município de Braga prevê investir, até ao final do próximo ano letivo, cerca de 11 milhões de euros em obras de requalificação do parque escolar concelhio, entre as quais seis “grandes intervenções de fundo”, disse hoje o presidente da câmara à Lusa.

Ricardo Rio adiantou que, naquelas seis escolas, serão investidos oito milhões de euros.

Hoje, foi publicado, em Diário da República, o concurso público para a requalificação da Escola Básica de Figueiredo, pelo preço-base de 1,4 milhões de euros. Os interessados têm 30 dias para apresentação de propostas, sendo o prazo de execução de um ano.

Entretanto, os alunos terão aulas em contentores. “São contentores com todas as condições”, acentuou Ricardo Rio.

Igualmente em concurso está a requalificação da Escola Básica de São Pedro de Este, pelo valor de 1,2 milhões de euros.

Para breve, está previsto o lançamento dos concursos para obras “igualmente de fundo” nas escolas de Nogueira, S. Vicente, Ponte Pedrinha e Bairro Económico.

Segundo Ricardo Rio, estão igualmente previstas intervenções de “menor monta” noutras escolas, que, no total, poderão ascender a perto de três milhões de euros. É o caso da escola de Sequeira, já em concurso público por 177 mil euros.

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