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Já caíram os primeiros flocos de neve na região do Minho, com as montanhas do Soajo, no concelho de Arcos de Valdevez, e de Castro Laboreiro, no concelho de Melgaço, integrantes no Parque Nacional Peneda-Gerês, a registarem a primeira queda.


Algumas das imagens na Serra do Soajo foram registadas por uma equipa de Sapadores Florestais que faziam vigilância no alto da serra.

A queda de neve poderá manter-se ainda durante esta madrugada em cotas acima dos 800 metros, de acordo com previsões do Instituto Português do Mar e Atmosfera.

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Viana do Castelo

Viana cancela festa de Halloween por causa da pandemia

AEVC

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Foto: Ilustrativa / DR

Seria a primeira festa de Halloween pública em Viana mas já não vai acontecer. A Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC), promotora do evento, anunciou hoje o cancelamento da festa, face ao aumento de contágios de covid-19.

Aquela associação justifica o cancelamento da festa, que juntaria comerciantes e clientes, com vários factores, um dos quais a proibição de circulação entre concelhos, algo que “neste período não faria aumentar a atratividade de Viana do Castelo e da sua atividade comercial para os territórios de proximidade e da vizinha Galiza”,

“Continuam a ser preparadas outras ações, exequíveis no atual quadro pandémico, que apoiem as nossas empresas e afirmem que é seguro visitar e comprar em Viana do Castelo”, reforça a associação.

Para firmar o dito, a AEVC recorda que “já é bem visível a atempada instalação e montagem da ornamentação e iluminação de Natal, alargada a mais ruas da cidade e ainda mais espetacular do que no passado Natal”.

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Braga

PS apela à Câmara para não despejar família carenciada em Vila Verde e pede obras na casa

Polémica

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Foto: Divulgação / PS Vila Verde

Uma família que reside numa habitação social em Vila Verde está em vias de ser despejada, após deliberação do tribunal. Recusavam-se a pagar renda por se queixarem de falta de obras na habitação por parte da Câmara.

O executivo PSD diz que foram esgotadas todas as tentativas possíveis para sanar o diferendo, mas a vereação PS ficou ao lado da família, apontando desleixo à autarquia por ter deixado a casa chegar a condições de quase inabitabilidade.

Em comunicado, o vereador socialista José Morais fala em “estado lastimável” da habitação, apresentando um vídeo a mostrar as condições em que a família vive.

José Morais diz que o teto da casa, em Parada de Gatim, já caiu face ao ‘peso’ da chuva, e que a família, com dois filhos menores, é forçada a colocar baldes para aparar a água quando chove.

“A Câmara deixou a casa chegar a este estado de degradação e, para cúmulo, agora, quer expulsar a família por, alegadamente, ter rendas em atraso”, denuncia o vereador e candidato à presidência de Câmara em 2017 pelo PS.

O vereador afirma que a família “pagou sempre a renda até surgirem graves problemas de humidade” e acrescenta que a “Câmara nada fez”.

“Pensem comigo: Perante este cenário quem não deixaria de pagar a renda?”, questiona José Morais, apontando dedo a Júlia Fernandes, vereadora com o pelouro da ação social, a quem acusa de “falta de humanidade”.

“É desumano deixar pessoas a viver nestas condições e nada fazer para resolver o problema. É desumano pretender pôr uma família a viver na rua, em particular nesta fase tão difícil que atravessamos”, diz José Morais, adiantando que a função dos políticos é “defender todos em geral e os mais desfavorecidos em particular”.

O vereador pede ainda ao presidente da Câmara, António Vilela, que suspenda a ordem de despejo e “ordene a execução imediata de obras nas habitações sociais”.

Câmara nega

Em declarações ao jornal Terras do Homem, a Divisão Jurídica e a Divisão de Educação e Promoção Social afirmam que “foram esgotadas todas as tentativas possíveis para sanar o diferendo”, desmentindo a versão da família.

Explica que o contrato de arrendamento foi celebrado em 2011 e que, em maio do ano seguinte, a família já se atrasava a pagar a renda, “situação que se verificou recorrentemente”.

Diz ainda a autarquia que, a partir de maio de 2016, a família deixou de pagar as rendas, alegando “a existência de problemas de humidade provocados pelo painel solar”.

Diz o Município que “mandou reparar o referido painel no mês seguinte, conforme consta da ficha de cabimento”, mas que, mesmo assim, não voltou a pagar quaisquer rendas desde esse período.

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Ave

Universidade do Minho “aposta forte” em Famalicão

Ensino superior

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

O reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, entregou, esta manhã, a bandeira da Universidade do Minho ao presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, num gesto carregado de simbolismo que marca a presença da Universidade em Famalicão. “Com este gesto não estamos propriamente a querer marcar território”, disse o reitor em tom de brincadeira, “mas estamos a demonstrar a nossa intenção e a nossa ambição de consolidar a Universidade do Minho neste território através de um projeto com futuro”.

Paulo Cunha visitou, esta terça-feira, o Centro de investigação da Universidade do Minho, criado há cerca de um ano no CIIES (Centro de Investigação e Inovação e Ensino Superior de Famalicão), em Vale S. Cosme. Acompanhado por Rui Vieira de Castro, Paulo Cunha inteirou-se sobre o trabalho desenvolvido nos dois laboratórios que já funcionam na estrutura e sobre os projetos para o futuro.

Neste momento, a Universidade do Minho já investiu em Famalicão mais de um milhão de euros em equipamentos para apetrecharem os laboratórios de Biotecnologia Alimentar e de MicroNano Fabricação. De acordo com o reitor, para além do equipamento, “a Universidade trará para o concelho a curto prazo cerca de 30 investigadores e, por arrastamento, estudantes de doutoramento e estudantes de mestrado e outros investigadores que farão aqui os seus estudos”.

“É um número significativo, que tenderá sempre a aumentar por efeito de alargamento da nossa atividade aqui”, afirmou Rui Vieira de Castro, que não escondeu a ambição de criar em Vila Nova de Famalicão “um verdadeiro polo da Universidade do Minho”.

“Nós criamos aqui estas duas unidades instaladas, mas a nossa perspetiva é bastante mais ambiciosa. Verdadeiramente o que nós esperamos é ir construindo a ideia de uma universidade multipolar, com uma presença mais vincada em Famalicão”.

O reitor referiu ainda o ambiente empresarial propicio existente no concelho, salientando que “este é um contexto extremamente favorável à universidade para que ela possa materializar algumas das suas dimensões de atividade. Famalicão é uma aposta forte”.

Satisfeito com as intenções da Universidade do Minho para o concelho, o presidente da Câmara Municipal disse que “Famalicão é hoje um concelho fortemente industrializado e é o epicentro de grandes empresas, reunindo um potencial enorme, para através de parcerias, como esta com a Universidade do Minho, afirmar-se no contexto nacional e internacional”.

O autarca salientou ainda a importância “do ambiente propicio à partilha de conhecimentos e à inovação”, tendo em conta a proximidade destas estruturas ao TECMEAT, Centro de Competências do Agroalimentar, que também está instalado no CIIES, assim como a um conjunto de empresas e entidades ligadas ao agroalimentar. “Temos aqui reunidas as condições essenciais para que o resultado seja o que ambicionamos”, referiu Paulo Cunha, dando conta da aposta do município no setor das Carnes.

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