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Braga

Já abriu portas em Braga a primeira loja legal de produtos à base de canábis

Franchise

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Fotos: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

As expetativas são altas e a julgar pelo dia de abertura, o sucesso está garantido. A ‘Cannabis Store Amsterdam Braga’ já abriu portas, na Rua dos Biscaínhos e tem mais de 250 produtos disponíveis feitos à base de canabidiol (CBD). O franchise bracarense tem cookies, vinho, acessórios de tabaco, roupa da marca, cosméticos e mais uma panóplia de soluções.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Estrela Paulo é o rosto da loja e a O MINHO contou como se meteu nesta ‘aventura’: “sou uma pessoa que leio bastante e comecei a perceber os benefícios da canábis sobre do CBD, uma substância psicoativa e legal de acordo com as regras europeias”. Depois de ter estado presente na inauguração da loja de Lisboa, “comprei os produtos, adorei e decidi avançar para a abertura de um franchise em Braga”.

Professora no Ensino Superior, a empresária espera que a aceitação da loja “seja igual às 200 que a marca tem espalhadas pela Europa e pela América. É um sucesso porque as pessoas reconhecem a qualidade dos produtos”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

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Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

A sócia da ‘Cannabis Store Amsterdam Braga’ acrescenta que “a loja não tem um público com uma determinada idade. Temos produtos para todo o tipo de pessoas, desde os 18 até aos 70 anos” não temendo as características mais específicas que a cidade possa ter.

“Braga, apesar de ser uma das cidades mais jovens do país, tem gente inovadora, informada e por isso, estou convencida que vão comprar o conceito”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Depois de Lisboa e Braga, no início de julho abre mais um espaço franchisado no Porto.

Uma vista de olhos pelas prateleiras dá para perceber que há produtos para todos os gostos: desde chupa-chupas, passando por chocolates, chá e cerveja e acabando em bolachas para animais.

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Braga

Filho acusado de assassinar empresário de Vila Verde, viúva ilibada

A mulher da vítima foi pronunciada por detenção ilegal de arma e simulação de crime.

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Foto: DR / Arquivo

Um juiz de instrução criminal pronunciou por homicídio o filho de um empresário de Vila Verde assassinado em outubro de 2017, cujo corpo foi encontrado num furgão abandonado em Palmeira, Braga.

Em nota esta sexta-feira publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a mulher da vítima também estava acusada de homicídio, mas o juiz de instrução criminal decidiu não a pronunciar por esse crime, uma decisão de que o Ministério Público (MP) vai recorrer.

De acordo com a mesma nota, o arguido filho está pronunciado pela prática de um crime de homicídio simples agravado pelo uso de arma de fogo, um crime de detenção ilegal de arma, um crime de simulação de crime e dois crimes de condução sem habilitação legal.

A mulher da vítima foi pronunciada por detenção ilegal de arma e simulação de crime.

O MP considerou indiciado que, em 23 de outubro de 2017, o arguido, então com 20 anos, ao regressar a casa em Moure, Vila Verde, com o trator avariado, depois de ter estado a agricultar um campo, “foi verbalmente repreendido pelo seu pai, com insultos”.

Gerou-se uma “violenta” discussão entre os dois, à qual se juntou também a arguida.

Na sequência dessa discussão, e segundo o MP, o arguido foi a casa buscar uma espingarda caçadeira municiada e dirigiu-se na direção do seu pai “com intenção de o matar, passando no trajeto pela arguida, que, ficando ciente desta intenção, nada fez para o demover”.

Ainda de acordo com o MP, o arguido chegou junto do pai, que se encontrava debruçado procurando uma peça de ferramenta, visou-o com a arma de fogo e efetuou um disparo, atingindo-o no pescoço e matando-o.

De seguida, a arguida desfez-se da arma e, conjuntamente com o filho, colocou o corpo da vítima num furgão, que acabaram por deixar abandonado num descampado em Palmeira, Braga.

O corpo só foi encontrado três dias depois do crime.

O MP considerou indiciado que os arguidos “atuaram num estado de desgaste emocional motivado pelas reiteradas agressões de que vinham sendo alvo por parte da vítima, ao longo do tempo”.

O filho da vítima só foi detido em setembro de 2018, porque após o crime ausentou-se para França.

A mulher já tinha sido detida em junho desse mesmo ano.

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Braga

Populares ajudam autoridades a procurar mulher desaparecida em monte de Braga

Bombeiros e GNR fazem buscas na Morreira

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Dois elementos dos Bombeiros Sapadores de Braga e três militares da GNR de Braga, ajudados por populares, fazem buscas por uma mulher desaparecida em Morreira, Braga.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Maria da Conceição Antunes, de 83 anos, foi vista pela última vez às 09:30 de quinta-feira, num caminho florestal a cerca de dois quilómetros de casa, na Rua Nova da Naia, em Morreira.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mulher terá desaparecido com algum dinheiro, numa altura em que o marido se deslocou a Braga.

As buscas, até agora infrutíferas, incidem nos caminhos florestais e na área adjacente daquela freguesia.

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Braga

UMinho quer “criar modelos preditivos” de riscos nas vias de transporte europeias

Projeto da Escola de Engenharia

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Foto: O MINHO

Uma equipa da Universidade do Minho (UMinho) quer criar “modelos preditivos” do impacto e frequência de acidentes naturais na rede rodoferroviária da Europa e conceber uma aplicação “de alerta”, desenvolvendo sensores para comboios que detetem anomalias.

Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho explica que a equipa, da Escola de Engenharia, está a analisar o “funcionamento da rede rodoferroviária na Europa perante riscos naturais e humanos, como incêndios, tempestades, derrocadas, atos de suicídio e choques”.

Segundo o texto, os investigadores querem “criar modelos preditivos do impacto e frequência daquelas ocorrências, conceber uma ‘app’ de alerta com a melhor via a seguir após um evento extremo, bem como inserir sensores em comboios e outros equipamentos para detetar anomalias nas infraestruturas, aperfeiçoar as barreiras em áreas críticas e, ainda, capacitar a sociedade neste âmbito”.

O grupo da UMinho, coordenado por José Campos e Matos, que lidera também o Atlantic SIRMA, que tem até 2021 dois milhões de euros do programa Interreg e junta entidades do Reino Unido, Irlanda, França e Espanha.

“Queremos desenvolver ferramentas e tecnologias para reforçar a gestão de risco nestas vias. Um suicídio, por exemplo, obriga a parar uma linha ferroviária e isso traz muitos custos sociais e económicos”, realça, no texto, o investigador, que assinalou que a origem dos riscos humanos tem um quadro psicológico e cultural próprio.

O projeto SIRMA está definido em três fases: “Mitigar rapidamente os problemas detetados, conceber modelos com a performance histórica das infraestruturas, estimando em gráfico quando ficarão ameaçadas, e criar soluções de prevenção e manutenção – por exemplo, desenvolvendo uma aplicação para alertar o cidadão sobre um caminho alternativo perante uma intempérie”, enumera.

Além disso, aponta como objetivo “a monitorização inovadora da ferrovia pelos próprios comboios que, através de sensores e vibrações, poderão detetar irregularidades e materiais em falta e a formação de técnicos para saber como agirem nos eventos extremos e junto das populações”.

“Na verdade, cada zona estará mais suscetível aos seus problemas específicos: as marítimas estão sujeitas a tempestades, as fluviais a cheias, as despovoadas a incêndios, os vales a torrentes, deslizamentos e descarrilamentos, as cidades a terrorismo”, enumera o investigador do Instituto de Sustentabilidade e Inovação em Engenharia de Estruturas (ISISE), no campus de Azurém, em Guimarães.

Segundo refere a UMinho no comunicado, as alterações climáticas têm afetado o Atlântico europeu, como sucede com tempestades tropicais ou grandes incêndios, levando à degradação imediata de certas infraestruturas de transporte.

“Os carris da ferrovia do Sul da Europa, face à subida das temperaturas, terão mais casos de dilatação, logo dificuldade de manutenção e disponibilidade do serviço, aumentando custos diretos e indiretos. Já a ferrovia na Irlanda, por exemplo, tem sofrido muitas cheias, ameaçando a segurança e as infraescavações em pontes”, descreve a universidade.

Campos e Matos assinala ainda a “má opção” pela construção de certos trajetos na proximidade marítima, afirmando ser “um problema sério, devido à subida progressiva do nível da água do mar”.

No caso das estradas e autoestradas, a prevenção aposta nas passagens hidráulicas (‘box culverts’) ou no corte temporário do acesso, como em derrocadas e no deslizamento de aterros.

“Há de facto uma grande interdependência das redes rodoviárias e por vezes passa despercebida; em muitos dos fogos, os sistemas de comunicação falham porque a via também ficou destruída, incluindo esta cabos de comunicação em fibra ótica”, refere o investigador.

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