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Itália mantém baixa de contágios com 1.392 novos casos

Covid-19

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Itália manteve hoje a baixa de contágios registada na segunda-feira, com 1.392 novos casos nas últimas 24 horas, apesar do aumento de testes realizados em relação ao dia anterior, anunciou o Ministério da Saúde.


Desde o início da pandemia, em fevereiro, Itália totaliza 300.897 casos de infeção pelo novo coronavírus e 35.738 mortes associadas à covid-19, 14 delas ocorridas nas últimas 24 horas.

Na segunda-feira, o país registou 1.350 novos casos, uma descida em relação aos 1.587 de domingo, 1.638 de sábado ou 1.907 de sexta-feira, segundo dados oficiais.

Na segunda-feira, as autoridades apontaram a possibilidade de o número de novos casos ter descido devido à realização de menos testes no domingo (55.862), mas a tendência manteve-se hoje, apesar da média diária mais elevada de testes que são realizados em dias de trabalho (87.303 entre segunda-feira e hoje).

Voltaram no entanto a aumentar as hospitalizações, com mais 129 doentes internados hoje, que elevam o total a 2.604 pessoas hospitalizadas.

Os doentes em unidades de cuidados intensivos também aumentaram, sete em relação a segunda-feira, totalizando hoje 239 pessoas.

A região com maior número de casos foi a Lácio, cuja capital é Roma, com 238, seguida da Lombardia (norte), com 182, da Campânia (sul), com 156, e Veneto (norte), com 103.

“A circulação do vírus vai subir, é inegável. As infeções vão continuar a aumentar, mas de forma paulatina, com o crescimento controlado através de testes e vigilância. Haverá muitos surtos e também haverá uma sobreposição com síndromes gripais”, afirmou o vice-ministro da Saúde, Pierpaolo Sileri, numa entrevista à emissora InBlu Radio.

“Mas não devemos preocupar-nos”, assegurou Sileri, acrescentando que “a segunda vaga que já se está a viver em todo o mundo dificilmente será como a de fevereiro, porque agora as pessoas usam máscara e há uma vigilância através de testes”.

O responsável disse ainda que não o preocupam os contágios nos hospitais e lares de idosos, porque há protocolos que os evitam, mas antes “os jantares com familiares ou amigos”.

O novo coronavírus já infetou mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, quase um milhão das quais morreram.

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Papa Francisco defende união civil entre casais homossexuais

Igualdade

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Um documentário que estreou esta quarta-feira no Festival de Cinema de Roma mostra o chefe máximo da igreja católica no mundo a defender a união civil entre casais homossexuais.

O filme, de nome “Francesco”, relata temas de profundo interesse do Papa Francisco, como a pobreza, o ambiente, a migração, racismo e discriminação.

No documentário, o Papa refere que os homossexuais “têm o direito de pertencer a uma família”.

“Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou ser miserável por isso”, disse o Papa.

“O que temos que criar é uma lei de união civil. Dessa forma, estarão legalmente abrangidos. Eu defendo isso”, disse ainda Francisco, citado pela agência Reuters.

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Estados Unidos com 701 mortos e 59.740 casos nas últimas 24 horas

Covid-19

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Os Estados Unidos registaram 701 mortes por covid-19 e 59.740 casos nas últimas 24 horas, de acordo com uma contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país totalizou 8.100.662 infeções e 219.156 óbitos, segundo os números contabilizados pela universidade norte-americana, sediada em Baltimore (leste), até às 20:00 de sábado (01:00 de hoje em Lisboa).

Embora Nova Iorque já não seja o estado com o maior número de infeções, continua a ser o que contabiliza mais mortes, mais de 33 mil, um número semelhante ao de países como Peru, Espanha ou França.

Seguem-se, em número de vítimas fatais, os estados do Texas (17.437), Califórnia (16.942), New Jersey (16.204) e Florida (15.917).

A Califórnia é o estado com mais casos confirmados (873.324), seguindo-se o Texas (847.605), Florida (752.481) e Nova Iorque (482.891).

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Brasil regista 461 mortes e 24.062 casos em 24 horas

Covid-19

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O Brasil registou 461 mortes e 24.062 novos casos de covid-19 em 24 horas, segundo o balanço divulgado hoje pelo Ministério da Saúde do país.

Ao todo, o maior país da América do Sul já contabiliza 153.675 óbitos e 5.224.362 infeções provocadas pelo novo coronavírus.

As autoridades de Saúde também informaram que 4.635.315 pessoas infetadas já recuperaram da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, enquanto que 435.372 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.

Neste sábado, o Governo brasileiro realiza uma campanha nacional para vacinar gratuitamente crianças e adolescentes contra diversas doenças, como sarampo, febre amarela, rubéola e hepatite, entre outras, perante os baixos índices de vacinação registados este ano devido à pandemia.

O executivo informou que até ao início de outubro a cobertura vacinal infantil no país em 2020 estava em torno de 57%, quando o ideal é imunizar entre 90% e 95% do público-alvo para garantir a eficácia das vacinas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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