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Braga

Irmãos de Braga premiados em concurso internacional sobre jornalismo ambiental

Ambiente

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Foto: Diulgação

Os irmãos José Diogo e Luís Martins, estudantes do Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga, foram premiados no concurso internacional sobre jornalismo ambiental “Young Reporters for the Environment 2020”.


Os jovens estudantes do Colégio D. Diogo de Sousa foram distinguidos pelo Júri Internacional desta competição com menção honrosa em Foto Campanha (2.º Lugar em fotorreportagem), Vídeo Campanha (3.º lugar) e menção honrosa em Colaboração Internacional.

Este jovens realizaram investigações acerca de questões de sustentabilidade, com enfoque no ambiente, observando questões, problemas e soluções.

Os dois irmãos já tinham sido premiados no concurso nacional Jovens Repórteres pelo Ambiente, o que lhes valeu a possibilidade de concorrer nesta competição internacional na qual deixaram a sua marca.

Nesta atividade promovida pela Coordenação Internacional, que visa promover e premiar o trabalho dos jovens jornalistas de ambiente, participaram 45 países da rede Young Reporters for the Environment.

Este ano, a coordenação internacional contou com 182 trabalhos a concurso. A representação de Portugal dos JRA contou com nove trabalhos selecionados para a final internacional do YRE 2020, tendo sido distinguidos cinco deles.

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Braga

Monumento a arcebispo Diogo de Sousa será “Porta Aberta” em Braga

Cultura

em

foto: DR

“Porta Aberta” é o nome da proposta vencedora do concurso de ideias para a criação de um monumento evocativo ao arcebispo D. Diogo de Sousa, a instalar na cidade de Braga, anunciou hoje o município.

Apresentada pelo gabinete de arquitetura “Sequeira Arquitetos”, a proposta pretende realçar a “porta visionária” de Diogo de Sousa, que “abriu Braga ao mundo”.

“Diogo de Sousa, ao passar por Braga, engrandeceu esta cidade. Esta porta representa toda a sua visão estratégica que, através da sua passagem por Braga, deixou obras impactantes de extrema importância, que ainda hoje marcam o ADN desta ilustre cidade”, lê-se na memória descritiva do projeto, lembrando que a porta “simboliza a diferença que cada um pode fazer ao passar num determinado local”.

Após a análise dos trabalhos, o júri do concurso atribuiu ainda duas menções honrosas às propostas apresentadas pelos arquitetos Nuno Alexandre Galamba Caeiro Martins e Ângelo Manuel Morgado Ribeiro.

O monumento será instalado no Campo da Vinha, no cruzamento entre a Rua dos Capelistas e a Rua Dr. Justino Cruz.

“Com este monumento, o município pretende evocar a figura mais importante do urbanismo bracarense de todos os tempos”, sublinha o comunicado.

O regulamento prevê a atribuição de 4 mil euros ao vencedor do concurso e mil euros para cada menção honrosa.

Diogo de Sousa foi “arcebispo e senhor” de Braga durante 27 anos, entre 1505 e 1532.

Antes, tinha sido bispo do Porto.

Na proposta que serviu de base ao lançamento do concurso de ideias, lê-se que Diogo de Sousa foi considerado “o novo fundador” de Braga, pela sua atividade pastoral, cultural, humanismo cívico e veia urbanística.

“No seu desejo de rejuvenescer e engrandecer a cidade de Braga e de a transformar numa pequena Roma, D. Diogo de Sousa comprou casas, quintais, campos e vinhas e deu início à grande transformação da cidade, abrindo e alargando praças e ruas, dentro e fora das muralhas”, acrescenta.

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Braga

Atenção, Braga: Variante de Real vai ter lombas. Trânsito condicionado durante 45 dias

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Município de Braga vai dar início amanhã, dia 28 de outubro, aos trabalhos de requalificação integral da Variante de Real, numa empreitada que compreende ainda a requalificação da Rua de São Martinho e da Rua da Feira, foi hoje anunciado.

A intervenção, com um prazo de execução estimado de 45 dias, prevê a “melhoria das condições de acessibilidade e de segurança na circulação rodoviária, repavimentação e execução de sinalização horizontal”, refere a autarquia numa nota publicada no Facebook.

“No decurso das distintas fases de obra, verificar-se-á a necessidade de se implementar diferentes níveis de condicionalismos à circulação rodoviária e pedonal, nomeadamente condicionalismos à circulação pedonal, à circulação viária por supressão de faixa, à circulação alternada de veículos e à implementação de desvios para vias de circulação alternativas”, escreve a Câmara de Braga.

Os trabalhos iniciar-se-ão abrangendo o troço da variante de Real, entre a rotunda de intersecção com a Avenida e São Frutuoso e a Rua da Feira e, por questões de operacionalidade e segurança, os condicionalismos serão coordenados e planeados por agentes de autoridade destacados para o efeito.

A circulação rodoviária deverá fazer-se pelas vias alternativas.

O investimento é de 380 mil euros e traz novo pavimento das vias e introdução de medidas de “acalmia de tráfego”, através da reformulação horizontal existente, com introdução de travessias e cruzamentos sobrelevados.

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Braga

Museu dos Biscainhos, em Braga, vai receber obras de conservação de 700 mil euros

Anunciou a Direção-Regional de Cultura do Norte

em

Foto: DR / Arquivo

O Museu dos Biscainhos, em Braga, vai ser alvo de obras de conservação e restauro orçadas em 700 mil euros, adiantou hoje a Direção-Regional de Cultura do Norte (DRCN) à Lusa.

Em resposta escrita, a DRCN acrescentou que a intervenção incidirá nas coberturas, vãos e arranjos exteriores.

“Este projeto será alvo de uma candidatura ao Programa Operacional Norte 2020, a submeter até ao final do ano”, acrescentou.

A deputada do Bloco de Esquerda Alexandra Vieira visitou há dias o museu, alertando para a necessidade de “obras urgentes”, designadamente ao nível da cobertura e dos respetivos caleiros.

“Há 20 anos que não há qualquer intervenção no edifício e a cobertura está a dar sinais muito preocupantes”, disse hoje aquela deputada.

O Museu dos Biscainhos está instalado no Palácio dos Biscainhos, fundado no século XVII e transformado na primeira metade do século XVIII.

Em 1978, o palácio foi convertido em Museu.

“O palácio, os jardins barrocos e as suas coleções revelam o quotidiano da nobreza setecentista e dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos”, lê-se na página da DRCN.

A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de coleções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, metais), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, escultura/talha, azulejaria e pintura, entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX.

O edifício está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1949.

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