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Braga

IPSS de Braga vão produzir têxteis para nova marca feitos com materiais reciclados

Instituto de Reabilitação e Integração Social de Braga

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Foto: DR / Arquivo

O Instituto de Reabilitação e Integração Social de Braga vai iniciar a produção de têxteis feitos de materiais reciclados para uma nova marca, contribuindo para a “sustentabilidade social, valorização, autoestima e inclusão social” dos utentes, anunciou hoje a empresa.

A re.store, apresentada hoje em conferência de imprensa, foi desenvolvida por uma empresa bracarense com o apoio da Câmara de Braga e assume-se como “amiga do ambiente e das pessoas, tendo sido criada com base nos pressupostos da economia circular – RE.ciclar, RE.utilizar, RE.duzir – e Responsabilidade Social”.

Os produtos a fabricar serão feitos com tecido “reutilizado a partir dos desperdícios dos processos de produção de empresas de têxteis-lar”.

O primeiro produto será um saco de compras, com a medida de 40 por 40 centímetros, que será produzido por aquele instituto, mas é objetivo da marca é alargar a produção e inclusão no projeto a mais Instituições Particular de Solidariedade Social (IPSS).

O saco de tecido terá uma etiqueta feita de poliéster reciclado, bem como uma outra feita a partir de desperdícios de algodão à qual são acrescentadas sementes.

Esta etiqueta pode ser plantada num vaso e, passados 20 dias, nascerá a planta que corresponde à semente ali colocada, explica a re.store.

Os responsáveis salientam que os consumidores estarão “a contribuir para a sustentabilidade social de várias IPSS porque os produtos são integralmente confecionados pelos seus utentes, valorizando e remunerando o seu trabalho e a sua autoestima, contribuindo para a sua inclusão social e para um sentimento de pertença em todo o processo de construção dos produtos”.

Os sacos estarão à venda, entre outros locais, em algumas farmácias que já compraram o conceito da marca, que “pretendem contribuir para um movimento de consciencialização coletiva para com a responsabilidade ambiental e social”.

Os primeiros sacos, num total de 500, serão para um grupo farmacêutico, estando já no horizonte a produção de mais 500 para a marca vender nos seus canais de distribuição.

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Braga

GNR fiscalizou 530 viaturas no concelho de Braga, durante a manhã, e mandou oito para casa

Covid-19

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Fotos: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Braga fiscalizou, ao longo da manhã desta sexta-feira, 530 viaturas que seguiam em circulação rodoviária, disse a O MINHO fonte oficial daquela guarda.

A ação decorre no seguimento da fiscalização perante a proibição de deslocação entre concelhos durante o período da Páscoa, decretada aquando da renovação do Estado de Emergência face à pandemia de covid-19.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

As operações incidiram na EN 101, na zona da Morreira, fronteira entre os concelhos de Braga e Guimarães, e em Tebosa, na EN 14, em direção a Famalicão.

No total da operação foram sensibilizados 640 passageiros, entre os quais doze com mais de 70 anos. Os militares procuraram explicar as medidas em curso e de que forma é possível a proteção contra o novo coronavírus e que ações adotar para mitigar o seu avanço rápido por entre a população.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mesma fonte disse a O MINHO que apenas oito viaturas seguiam em incumprimento, sem justificação válida para circularem fora do concelho de residência, tendo sido acatada a ordem de regressarem aos respetivos lares.

Braga, com 546 casos confirmados nesta sexta-feira (+25 do que ontem), é o concelho mais atingido pela pandemia no Minho e o quinto do país.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Famalicão com 180 (+12) e Guimarães com 174 (+13) são os restantes que figuram com números mais expressivos no distrito de Braga.

Existem 1.421 casos confirmados no Minho, mais 81 do que ontem.

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Braga

Estudantes deslocados nos Açores pedem medidas para voltarem a casa. Um é de Braga

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Um grupo de estudantes deslocados em São Miguel, no qual se encontra um jovem de Braga, pediu ao Governo Regional que tome medidas que os permita regressar a casa face às limitações nas deslocações devido à covid-19, disse hoje a Associação Académica da Universidade dos Açores.

“É uma questão de dar voz aos estudantes e pedir que o Governo [Regional] reaja e tome medidas para colmatar as necessidades dos estudantes, para que os alunos se possam reunir com as suas famílias o mais rapidamente possível”, avançou à agência Lusa a presidente da Associação Académica da Universidade dos Açores (AAUA), Daniela Faria.

A AAUA enviou uma missiva ao presidente do executivo regional, Vasco Cordeiro, pedindo para que se promova o regresso a casa de alunos naturais de várias ilhas dos Açores, da Madeira e do continente, que se encontram em São Miguel.

No documento, a que a Lusa teve acesso, a AAUA anexa uma carta de um grupo de estudantes deslocados que se dizem “sem data de regresso prevista” a casa e sugerem a realização de um “voo extraordinário da SATA” ou de “um avião C295” da Força Aérea.

“A não adoção de uma medida que permita a rápida reunificação familiar dos estudantes deslocados em São Miguel constitui uma forma de tratamento desigual relativamente aos colegas que já regressaram do continente e continuam a regressar, nos voos realizados pela TAP”, assinala o grupo de alunos deslocados.

Os estudantes defendem que deveriam ter a oportunidade de “realizar o período de quarentena nas instituições hoteleiras designadas para tal” nas “respetivas ilhas” de origem, tal como foi decretado a todos os passageiros que chegam a São Miguel.

Na carta, os alunos chamam a atenção para o facto de a residência universitária em Ponta Delgada se encontrar apenas ocupada pelos estudantes e pelo segurança noturno desde 16 março.

“Os alunos é que estão na portaria, na lavandaria e a ser responsáveis pela limpeza de desinfeção dos espaços de isolamento, os quais deveriam estar a ser limpos por serviços fornecidos por uma empresa de limpeza”, frisam.

Os alunos realizaram um formulário para recolher assinaturas de todos os estudantes deslocados retidos em São Miguel, não tendo sido, contudo, “possível recolher as assinaturas por escrito de todos”, devido às limitações de circulação na ilha.

Nesse formulário, a Lusa verificou a existência de 23 estudantes inscritos, sendo 22 da Universidade dos Açores e um da escola profissional EPROSEC.

Dos estudantes inscritos, quatro são naturais da ilha Terceira, cinco são do Faial, quatro de São Jorge, um do Pico, quatro da Madeira, dois de Lisboa, um de Braga, um de Mirandela e outro de Brasília, no Brasil.

No formulário está também o registo de uma mãe de uma aluna deslocada que teve o seu voo para a Terceira cancelado, depois de ter vindo a São Miguel prestar auxílio à filha, que se encontrava com um problema de saúde.

A presidente da Associação Académica avançou ainda que uma “parte significativa” destes alunos viu o seu pedido de deslocação indeferido pela Autoridade de Saúde Regional.

Em 19 de março, o presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, determinou a suspensão das ligações aéreas das empresas do grupo SATA entre todas as ilhas da região e entre a região e o exterior, exceto os voos de transporte de carga ou casos de força maior

A Autoridade de Saúde dos Açores informou hoje que nas últimas 24 horas não foram registados novos casos de covid-19, mantendo-se o número de infetados em 84, com três mortos registados desde o começo da pandemia.

A pandemia do novo coronavírus já matou 96.340 pessoas em todo o mundo e infetou quase 1,6 milhões em 193 países e territórios desde o início da pandemia, em dezembro passado, na China.

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Braga

Sirenes assinalam Sexta-feira Santa em Braga

Em momentos de exceção como o que Portugal e o mundo vivem, ainda há tradições que se mantêm e os Bombeiros Voluntários de Braga não deixaram passar em branco a Semana Santa. Como é tradicional na Sexta-Feira Santa, às 15:00 em ponto, as sirenes dos Bombeiros Voluntários de Braga tocaram alto e bom som para assinalar a morte de Jesus Cristo. Imagens: BVB

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Foto: Bombeiros Voluntários de Braga / Facebook

Em momentos de exceção como o que Portugal e o mundo vivem, ainda há tradições que se mantêm e os Bombeiros Voluntários de Braga não deixaram passar em branco a Semana Santa.

Como é tradicional na Sexta-Feira Santa, às 15:00 em ponto, as sirenes dos Bombeiros Voluntários de Braga tocaram alto e bom som para assinalar a morte de Jesus Cristo.

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