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Famalicão

IP recorre de sentença que obriga a pagar à câmara de Famalicão manutenção de estradas

sentença do Tribunal Administrativo de Braga obriga Infraestruturas de Porugal a pagar à câmara de Vila Nova de Famalicão a manutenção feita nos últimos 16 anos de cerca de 38 quilómetros de estradas

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Foto: DR / Arquivo

A Infraestruturas de Portugal (IP) vai recorrer da sentença do Tribunal Administrativo de Braga que a obriga a pagar à câmara de Vila Nova de Famalicão a manutenção feita nos últimos 16 anos de cerca de 38 quilómetros de estradas.

Fonte da IP adiantou à Lusa que a empresa vai recorrer da sentença da ação interposta pela autarquia em 2011, que reclamava o pagamento de cerca de 1,5 milhões de euros de manutenção de estradas previsto num protocolo assinado entre as duas instituições.

No referido protocolo, o Estado passava para a câmara a responsabilidade sobre os troços da Estrada Nacional (EN) 2015-4, da EN 2014-5, da EN309 e EN310 (cerca de 38 quilómetros) em troca de 4 milhões de euros para uma intervenção imediata e 5 mil euros ano por cada quilómetro.

Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, explicou que a ação foi interposta porque os cerca de 5 mil euros por quilómetro só foram pagos “um ou dois” anos.

“O que esta sentença faz é devolver ao Governo português a responsabilidade pela gestão dessas estradas porque considera o protocolo nulo. Na prática: primeiro, esta decisão quer dizer que a tarefa de conservar as estradas passa para o Governo e, segundo, que a câmara tem que ser ressarcida de todos os encargos ao longo destes anos”, explicou.

Para o autarca “esta sentença é sobretudo justíssima”, referindo que os encargos “ao longo destes 16 anos vão ser apurados e depois exigidos em tribunal”.

Quanto à decisão de recorrer da sentença anunciada pela IP, Paulo Cunha considera que “não é um recurso mas um adiar da situação”.

“Eu sempre tenho dito que não pode a câmara municipal ficar com estadas para conservar sem ser compensada por isso. E portanto se o Governo não paga, que lhe sejam devolvidas as estradas. O que o tribunal decidiu foi exatamente isso”, realçou.

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Famalicão

Adesão em massa ‘entope’ conservatória do registo civil em Famalicão

Famalicão

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Foto: DR

As filas são longas junto da conservatória do registo civil de Famalicão, estendendo-se muito para além das instalações situadas junto aos paços do concelho.

A greve do pessoal de notariado que serviu de ameaça não chegou a iniciar-se, mas o registo civil famalicenses está “à pinha”. O período de férias de vários funcionários e a vinda de emigrantes que procuram este período para tratar de assuntos pendentes tem feito com que as filas se acumulem, havendo mesmo quem chegue ainda de madrugada.

Esta manhã, a fila chegava até bem perto da estrada municipal que atravessa junto à Câmara de Famalicão.

Recorde-se que estava marcada para esta segunda-feira uma greve dos trabalhadores dos registos e notariado a nível nacional. Porém, o Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado desconvocou a mesma na passada sexta-feira, num “gesto de boa-fé” para retomar as negociações com o Governo.

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Famalicão

Mais 10 mil euros na raspadinha para Famalicão

No jogo “10X o Dinheiro”

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Foto: O MINHO

A sorte anda para os lados de Vila Nova de Famalicão. Depois de um apostador ter ganho 180 mil euros com uma raspadinha de três, há cerca de uma semana, desta vez sairam mais 10 mil euros, este sábado, a um homem de 25 anos, no jogo “10X o Dinheiro”.

O prémio saiu num quiosque do hipermercado E. Leclerc. E não foi a primeira vez, este ano, que um apostador ali foi feliz.

 

“Em 2019, é a segunda vez que damos 10 mil euros”, disse a O MINHO o genro do proprietário do espaço Tempo D’Opinião.

O felizardo comprou seis raspadinhas daquele jogo, que têm um custo de um euro.

 

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Famalicão

Homicida de Famalicão dizia nos cafés que ia matar a companheira, mas ninguém fez queixa

Crime em Gondifelos

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Foto: Direitos Reservados (via "Correio da Manhã")

O homem que matou a esposa e suicidou-se de seguida, esta manhã de domingo, em Gondifelos, Famalicão, já teria dito a colegas que iria matar a companheira, por ciúmes, mas nenhum destes denunciou a situação às autoridades.

De acordo com a Polícia Judiciária, citada pelo jornal PÚBLICO, a mulher terá apresentado queixa na passada sexta-feira junto da GNR por violência doméstica, horas antes de ter sido assassinada pelo companheiro.

Ao que O MINHO apurou junto de alguns conhecidos do casal, o homem teria ciúmes da mulher, tendo inclusive garantido a colegas e amigos que a iria matar.

José Carlos Ribeiro, de 61 anos, juntou-se com a vítima há poucos anos, depois de um relacionamento anterior num país da América do Sul, onde deixou filhos.

Regressado a Famalicão, o homem terá tentado refazer a vida, acabando por se juntar com Otília Castro, de 56 anos, mas a relação nunca correu bem.

Também a vítima de homicídio estava divorciada, tendo filhos e netos emigrados em França. Ao que O MINHO apurou, um dos filhos de Otília regressava este fim de semana para visitar a mãe, tendo encontrado o cenário macabro na habitação n.º 711 da Rua Senhor das Penices, em Gondifelos.

Foto: Fernando André Silva/O MINHO

Alguns dos conhecidos do alegado homicida mostraram-se incrédulos devido à utilização de uma arma por parte deste. Apontavam-no como uma pessoa conflituosa e que “arranjava zaragata” com tremenda facilidade, a quem não deveria ser dada permissão de porte de arma.

Foto: Fernando André Silva/O MINHO

Apesar destes testemunhos, o presidente da junta de união de Cavalões, Outiz e Gondifelos, Manuel Novais, descreveu o homem como uma pessoa calma, algo que não foi confirmado pelos conhecidos de José Ribeiro.

No teatro de operações estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses e da GNR de Vila Nova de Famalicão, num total de 11 operacionais e seis viaturas.

O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária do Porto.

*Notícia atualizada às 22h47 com informações adicionais da Polícia Judiciária acerca de uma queixa apresentada na GNR pela própria vítima

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