Seguir o O MINHO

País

Investimento público no SNS atingiu “recordes históricos” em novembro, diz Governo

Saúde

em

Foto: CM Guimarães

O investimento público no Serviço Nacional de Saúde (SNS) cresceu 96,1%, atingindo os 242,4 milhões de euros em novembro, “batendo recordes históricos”, anunciou hoje o Ministério das Finanças.


“Nunca o investimento no SNS foi tão alto”, afirma o ministério num comunicado em antecipação à síntese de execução orçamental que será publicada no dia 29 de dezembro.

A despesa do SNS até novembro “acelerou e cresceu 6% (+578 ME), um crescimento acima o orçamentado”, refere o ministério, explicando que “a contribuir para este crescimento está a resposta à pandemia e o elevado investimento público”.

Segundo a execução orçamental do SNS, as despesas com pessoal cresceram 5,9%, mais 237 milhões, um crescimento se deveu “ao aumento muito significativo do número de profissionais de saúde para dar resposta à pandemia”.

“Estes 5,9% equivalem a mais 7.893 trabalhadores do SNS se compararmos com novembro de 2019”, refere o Ministério das Finanças.

Anúncio

País

Dez distritos de Portugal continental sob aviso amarelo por causa do frio

Estado do tempo

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Dez distritos vão entrar no fim de semana sob aviso amarelo por causa do frio e um outro devido a agitação marítima, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Segundo a informação divulgada pelo IPMA, o aviso amarelo por causa do tempo frio, que pode incluir “persistência de valores baixos da temperatura mínima”, vai vigorar nos distritos de Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Vila Real, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro e Portalegre.

O aviso amarelo vigora entre as 00:00 de sábado e as 09:00 de domingo nestes 10 distritos.

Já sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, com ondas de sueste que podem chegar aos 2,5 metros de altura, estará no fim de semana o distrito de Faro.

Neste caso o aviso amarelo é válido entre as 03:00 e as 12:00 de sábado.

Os avisos do IPMA variam entre o vermelho (o mais grave), o laranja e o amarelo. Este último significa que se está perante uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica e que a população deve acompanhar a evolução das condições meteorológicas.

Na quarta-feira, a Proteção Civil alertou para a descida da temperatura mínima entre quinta-feira e domingo em todo o continente, recomendando uma “especial atenção” às crianças, idosos, pessoas com doenças crónicas e sem-abrigo.

“É necessária especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis – crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas e população sem-abrigo”, referiu a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em comunicado.

Já o IPMA previa para hoje, dia de Natal, uma temperatura mínima entre os -3 e 9 graus e uma máxima que varia entre 4 e 18 graus, assim como vento de quadrante Leste, soprando mais intenso nas terras altas até 80 km por hora, a partir da madrugada.

A Proteção Civil aconselha o uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente, a ingestão de sopas e bebidas quentes e atenção com a proteção por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, assim como uma condução defensiva em locais de provável formação de gelo na estrada.

Recomenda ainda “especial atenção” às braseiras e lareiras, que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte, com a adequada ventilação das habitações.

Continuar a ler

País

Cardeal-patriarca defende que “problema ecológico” deve ser “questão prioritária”

D. Manuel Clemente

em

O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, defendeu hoje que “o problema ecológico” tem de ser levado “muito a sério”, considerando mesmo ser uma “questão prioritária” para que a natureza se possa recuperar e evitar novas pandemias.

“O problema ecológico é um problema para levar muito a sério”, disse Manuel Clemente aos jornalistas, no final da missa de Natal na Sé Patriarcal de Lisboa.

Para o cardeal-patriarca, a Humanidade tem de lutar para que “as coisas não se degradem, antes pelo contrário, para que a natureza se recupere, que não haja mais pandemias e outros problemas que nascem aí, numa ecologia maltratada”.

A preocupação com a natureza é, no seu entender, uma das lições deixada pela pandemia de covid-19 que o mundo está a enfrentar.

“Se nós não cuidarmos com mais prontidão na nossa relação com a natureza, em geral, depois desta poderão vir outras e ficaremos todos menos bem guardados”, disse, frisando que “a questão ecológica é hoje prioritária para se resolver positivamente” estes problemas.

Questionado sobre as palavras do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sua mensagem de Natal, em que apelou a “um consenso alargado” para enfrentar a pandemia económica e social que irá dominar 2021, quando a pandemia “se for esbatendo”, Manuel Clemente recordou a solidariedade a que se vem assistindo desde o aparecimento do coronavírus.

“Tudo aquilo que tem sucedido e felizmente acrescentado desde março em termos de solidariedade, não só na redobrada eficácia e presenças dos serviços dos profissionais dos diversos setores que mais diretamente respondem à pandemia, quer até da população em geral, com iniciativas muito bonitas da parte de gente mais nova e de gente mais idosa, de vizinhanças reencontradas, de apoio prestados de gratuitidade maior, eu creio que tudo isto nos vai garantir para o futuro uma maneira mais solidária, mais próxima e mais capaz de enfrentar os problemas”, adiantou.

Para Manuel Clemente, o país tem “realmente muitos problemas pela frente”, muitos deles causados pelo “isolamento forçado, que teve mesmo de ser assim, de tanta gente, sobretudo, de mais idade”, que deixa “mazelas” não só na mente, mas também no coração e no afeto.

O desemprego causado pela pandemia é “um enorme problema” que agora se levanta, salientou, defendendo que “são tantas as frentes de combate […] que só uma solidariedade reforçada como aquela que se foi ganhando nestes meses no pode garantir um bom futuro”.

A pandemia obrigou a mudanças na Missa de Natal, nomeadamente o tradicional beijo ao Menino Jesus no final da cerimónia, que deu lugar a uma vénia, o abraço da paz que não aconteceu e a Sé de Lisboa, outrora cheia, hoje tinha poucos católicos e todos de máscara.

Sobre com a Igreja Católica tem reagido a estas mudanças, o cardeal-patriarca afirmou que tem sido de “uma maneira positiva”.

“Desde março, reduzimos tanto as nossas atividades presenciais, tivemos que arranjar outras maneiras de chegar junto das pessoas e tanta coisa se fez” com o apoio da comunicação social.

Manuel Clemente lembrou que, quando foi a celebração da Semana Santa, nunca teve “tanta gente” consigo: “Foram dezenas de milhares de pessoas através dos media, mas não é a mesma coisa”, confessou.

“Fomos reinventando novas maneiras de atuar, também como na sociedade em geral, também nos deixamos de cumprimentar, de beijar e passamos a ser tratados de outra maneira”, disse, considerando que algumas dessas mudanças são saudáveis em termos de higiene e “vão ficar”.

“Não é por acaso que essas referências à diminuição da gripe este ano são constantes, porque também estamos mais resguardados e por isso infetamos menos os outros”, observou.

Durante a homília, o cardeal-patriarca lembrou os profissionais de saúde que se “desdobram no tratamento dos doentes”, os responsáveis de vários setores se “mantêm vigilantes e ativos para que a vida de todos se mantenha segura e sustentável” e os cuidadores que se desvelam para que não falte conforto aos idosos que não podem receber visitas.

Manuel Clemente recordou ainda os “refugiados e imigrantes forçados que têm inegável direito de ser acolhidos e respeitados em qualquer lugar onde cheguem”.

Continuar a ler

País

GNR regista três mortos e 442 acidentes em dois dias da Operação Natal

Sinistralidade rodoviária

em

Foto: Ilustrativa

Três pessoas morreram e 120 ficaram feridas, 13 das quais estão em estado grave, nos 442 acidentes de viação registados pela GNR desde o início da operação Natal-Ano Novo de 2020 na quarta-feira.

Segundo fonte oficial da GNR, além dos três mortos foram registados 13 feridos graves e 107 feridos ligeiros.

Os militares da guarda detetaram ainda 71 infrações rodoviárias por excesso de álcool durante a condução, 1.080 condutores em excesso de velocidade, 77 infrações por falta de uso do cinto de segurança e 119 por utilização indevida do telemóvel.

A GNR intensificou o patrulhamento rodoviário entre quarta-feira e 04 de janeiro

Em contexto de pandemia, a GNR alerta os condutores para que se abstenham de ações, atitudes e comportamentos que poderão potenciar a propagação do novo coronavírus, devendo seguir e garantir o cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde.

Pede também que se cumpram as regras de circulação decorrentes dos normativos aprovados no âmbito do atual estado de emergência e que as pessoas mantenham o distanciamento físico.

Continuar a ler

Populares