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Valença

Intervenção de 3,2 milhões na principal escola de Valença

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Câmara de Valença disse hoje que a requalificação da escola EB 2,3/Secundária, já iniciada, num investimento de 3,2 milhões de euros é a “primeira grande intervenção” naquele edifício em mais de 30 anos.

“Era uma obra há muito ansiada. Há 30 anos que o edifício não sofria uma intervenção desta dimensão. Foram feitas algumas remodelações, mas nada tão profundo como a empreitada que começou, oficialmente, na segunda-feira”, afirmou Jorge Mendes, em declarações à agência Lusa.

O autarca social-democrata da segunda cidade do distrito de Viana do Castelo explicou que o arranque das obras sofreu atrasos por falta de empresas interessadas na empreitada.

“Foram lançados três concursos públicos que fecharam desertos. Só à quarta tentativa é que conseguimos fechar o processo”, explicou Jorge Mendes.

O primeiro concurso público foi lançado em abril de 2017, por um valor de 2,5 milhões de euros.

A intervenção de reformulação da escola básica e secundária Muralhas do Minho, com mais de 800 alunos, irá permitir melhorar as salas de aula, a cantina, os espaços desportivos, e criar salas de informática, uma nova biblioteca e um auditório de grandes dimensões.

A sessão simbólica de lançamento da primeira pedra daquele investimento está marcada para sexta-feira, pelas 14:30, na sede do agrupamento Muralhas do Minho, com a presença prevista do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que visitará ainda a Academia de Música da Fortaleza de Valença.

Segundo o presidente da Câmara de Valença, “as obras estão planeadas de modo a causar o mínimo impacto no normal funcionamento das atividades letivas do complexo”.

“Um plano de obra vai regular a intervenção, bloco a bloco, de modo a garantir a continuidade da obra e o normal funcionamento da escola. Um plano de segurança detalhado e rigoroso dará todas as condições para o bem-estar de alunos, professores e funcionários durante os períodos em que as obras coincidam com as atividades letivas”, frisou.

A obra, com um prazo de execução de 15 meses, “contemplará a criação de um novo edifício, que permitirá uma nova ligação entre os atuais e que acolherá um auditório com capacidade para 120 lugares, uma nova biblioteca e mais salas de aula”.

A obra prevê também “a criação de uma nova ligação coberta entre os edifícios, a sua requalificação, bem como das infraestruturas desportivas e espaços verdes envolventes”.

A obra é suportada financeiramente pela Câmara de Valença, com apoios do programa Norte 2020, através do Plano de Desenvolvimento de Coesão Territorial do Alto Minho e do Governo.

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Caminha

Padre “motard” enche igrejas nas primeiras missas em Valença

Depois de 10 anos em Caminha

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Foto: Facebook de Padre Ricardo

Após 10 anos em Caminha, Ricardo Esteves, conhecido como o “padre motard”, estreou-se este fim de semana nas freguesias de Valença que será responsável, e encheu os locais.

O padre celebrou a primeira missa em Boivão, quando até chegou a cometer uma pequena gafe ao trocar o nome de Valença por Caminha, sem incomodar em nada a assistência.

O padre Ricardo Esteves foi pároco nas freguesias de S. Martinho de Lanhelas, Sta. Eulália de Vilar de Mouros e S. Pedro de Seixas durante quatro anos, e apesar de uma petição com cerca de 1900 assinaturas a pedir a permanência, o reverendo foi transferido para as freguesias de Divino Salvador de Gandra, Sta Marinha de Taião, S. Félix de Sanfins, S. Tiago de Boivão e S. Cristóvão de Gondomil, no arciprestado de Valença.

O pároco, famoso por gostar de andar de mota, ir ao ginásio e sair à noite, mostrou-se ansioso por iniciar os novos projetos e disse que traz as antigas paróquias no coração.

Durante a missa de Boivão, o pároco garantiu que “não estou aqui para alterar nada, estou aqui para dar um pouco melhor de mim e para vos ajudar no que for necessário”.

O padre Ricardo Esteves foi substituído pelo padre Manuel Joaquim Rodrigues Pinto em Caminha.

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Alto Minho

Feira dos Santos de Cerdal leva 400 feirantes a Valença: “Vendem de tudo”

A última grande feira romaria do calendário anual do Noroeste Peninsular

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Foto: DR / Arquivo

A Feira dos Santos de Cerdal, em Valença, considerada a última grande feira romaria do calendário anual do Noroeste Peninsular, vai voltar a realizar-se nos dias 01 e 02 de novembro, informou hoje a Câmara local.

A feira secular de Valença, “que aparece documentada em 1758 como ponto de confluência de portugueses e galegos, atrai todos os anos “milhares de visitantes das duas regiões vizinhas”.

Cerca de 400 expositores “vendem de tudo, desde vestuário, louças, calçado, gado, produtos do campo, maquinarias agrícolas, sendo que a feira dispõe ainda das tradicionais tasquinhas, parques de diversões entre outras iniciativas.

No dia 01 de novembro realiza-se a feira dos Santos e no dia 02 a feira das Trocas, que como o nome indica permite trocar os produtos adquiridos na véspera que por alguma razão não serviram.

Manda a tradição que nas noites de 31 de outubro e 01 de novembro, a feira dos Santos seja o destino para provar os vinhos novos e saborear os petiscos locais. Nas tasquinhas animam-se as noites, ao som das concertinas e as cantigas de desgarrada.

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Valença

Banda Sinfónica do Exército atua sexta-feira em Tui

No âmbito da eurocidade Tui e Valença

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Foto: DR/Arquivo

A Banda Sinfónica do Exército Português atua na sexta-feira, pelas 21:30, no teatro municipal de Tui, em Espanha, num concerto de homenagem ao maestro Sousa Morais.

O espetáculo, com entrada gratuita, “realiza-se pela primeira vez, no âmbito da eurocidade Tui e Valença num concerto com a principal banda do Exército português, evocativa de tantas memórias das bandas militares e músicos que, ao longo de séculos, fizeram o seu percurso, também, na Praça-Forte de Valença”.

A atuação da Banda Sinfónica do Exército “abre um ciclo de concertos, em Valença e Tui, de homenagem ao maestro Sousa Morais, um dos principais compositores portugueses de sempre, com mais de 300 obras”.

“O percurso do maestro Sousa Morais começou em 1872, no Batalhão de Caçadores N.º 7, aquartelado na Praça-Forte de Valença, tendo percorrido Portugal sempre ligado à música, como músico, maestro, professor e compositor”, especifica o município minhoto.

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