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Instagram anuncia alterações às suas políticas de nudez

Em causa fotos com seios

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Foto: DR

A rede social Instagram anunciou que vai atualizar a sua política de nudez, nomeadamente em relação às fotos de seios, em resposta a uma campanha de uma modelo de tamanho grande, que se queixou de discriminação.


A plataforma é regularmente acusada de excesso de pudor e, sobretudo, de falta de objetividade na aplicação das suas regras sobre a nudez.

As regras proíbem “grandes planos de nádegas totalmente expostas” e “mamilos de mulheres descobertos”, mas em vários casos a moderação removeu fotografias de mulheres nuas mostrando as suas formas e protuberâncias ou cobrindo os seus seios.

Estas regras tinham sido denunciadas numa campanha liderada pela supermodelo britânica Nyome Nicholas-Williams, entre outros, que promove a moda inclusiva.

Com a nova atualização, o conteúdo em que uma pessoa abraça ou simplesmente segura os seus seios será permitido.

“Esperemos que esta mudança de política acabe com a censura dos corpos negros e gordos”, disse a modelo, na sua conta de Instagram.

A porta-voz da rede social frisou que “ter o ´feedback` dos membros da comunidade ´+corpo positivo+`” ajudou o Instagram “a compreender as limitações desta política” e como poderia ser melhorada.

A iniciativa foi também elogiada pela DJ Leslie Barbara Butch, cuja foto de primeira página na revista francesa Télérama, sobre discriminação de pessoas com peso a mais, tinha sido censurada pela rede social.

“Esta regra finalmente caiu” e “estará realmente em vigor na quarta-feira”, a DJ numa publicação em língua francesa sobre o Instagram, desafiando os seguidores a verificar se o funcionamento da rede social está em conformidade com as medidas anunciadas.

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De Frossos para a ribalta: Moura estreia-se a marcar na Liga

Francisco Moura

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O jovem futebolista Francisco Moura, natural da freguesia de Frossos, em Braga, estreou-se hoje a marcar na I Liga, ao finalizar segundo e terceiro golo do SC Braga frente ao Benfica, na Luz. É o segundo jogo da época em que o lateral/extermo de 21 anos alinha a titular.

Moura faz parte do leque de três futebolistas da formação do Braga que se sagraram campeões europeus em sub-19, no ano de 2018, na Finlândia.

Aos 65 minutos, os bracarenses vencem em Lisboa por 0-3.

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Pandemia já provocou mais de 1,12 milhões de mortos em todo o mundo

Covid-19

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Foto: DR

A pandemia de covid-19 já causou pelo menos 1.250.879 mortos em todo o mundo desde que a doença foi conhecida em dezembro na China e até às 11:00 de hoje, segundo a AFP.

Mais de 49.910.930 casos de infeção foram registados desde o início da pandemia e pelo menos 32.492.500 pessoas foram consideradas curadas, adianta o balanço da agência de notícias francesa AFP.

O número de casos diagnosticados apenas reflete uma fração do número real de contaminações já que diversos países apenas testam os casos mais graves, outros privilegiam os testes para rastreio e numerosos países pobres apenas dispõem de capacidades limitadas de despistagem.

Nas últimas 24 horas, registaram-se 7.370 novas mortes e mais 602.036 infetados em todo o mundo, sendo que os países que registaram mais mortes no último dia foram os Estados Unidos (991), a Índia (559), e o México (485).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado pela covid-19, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 237.123 mortos entre 9.861.898 casos, segundo o balanço da universidade Johns Hopkins.

Pelo menos 3.851.465 pessoas foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 162.269 mortos em 5.653.561 de casos, a Índia com 126.121 mortos (8.507.754 casos), o México com 94.808 mortes (961.938 infetados) e o Reino Unido com 48.888 mortes (1.171.441 casos).

Entre os países mais afetados, a Bélgica é o que conta mais mortos em relação à sua população, 111 por cada 100.000 habitantes, seguida do Peru (106), de Espanha (83) e do Brasil (76).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) declarou um total de 86.212 casos (28 dos quais nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortos (0 no último dia), e 81.168 pessoas curadas.

A América Latina e as Caraíbas totalizavam, hoje às 11:00, 411.726 mortos em 11.599.214 casos, a Europa 304.881 mortes (12.549.042 infetados), os Estados Unidos e o Canadá 247.605 mortos (10.120.352), a Ásia 176.524 mortos (11.012.350 infetados), o Médio Oriente 64.398 mortes (2.730.050 casos), África 44.804 mortos (1.870.001 casos) e a Oceânia 941 mortos (29.927 infetados).

O balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial de Saúde.

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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Trump insiste que ganhou as eleições horas após Biden vencer

Presidenciais americanas

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insistiu hoje na rede social Twitter que ganhou as eleições, horas após os principais ‘media’ norte-americanos anunciarem a vitória do candidato democrata Joe Biden.

“Eu ganhei as eleições, tive 71.000.000 votos legais”, escreveu o candidato republicano, voltando a insinuar, numa mensagem já sinalizada pelo Twitter como contendo alegações disputadas, que “coisas más aconteceram” no processo eleitoral que os observadores republicanos não foram autorizados a ver.

Numa mensagem posterior, Trump refere que 71 milhões é o número máximo de votos que qualquer Presidente em funções obteve até hoje.

O democrata Joe Biden derrotou hoje o republicano Donald Trump nas eleições presidenciais e deverá tornar-se o 46.º Presidente dos EUA, segundo noticiaram os maiores ‘media’ norte-americanos cerca das 11.30 em Washington (16.30 em Lisboa).

Com 74,5 milhões de votos contabilizados até ao momento, o democrata Joe Biden já é o candidato presidencial mais votado da história dos Estados Unidos. O Presidente incumbente, Donald Trump, recebeu 70,3 milhões de votos, segundo a página eletrónica da CNN.

Mais de quatro horas depois do anúncio da vitória, Trump escreveu hoje no Twitter que os observadores republicanos não foram autorizados a entrar nas salas onde são contados os votos e reitera: “Coisas más aconteceram que os nossos observadores não foram autorizados a ver. Nunca aconteceu antes”.

“Milhões de boletins de voto por correio foram enviados para pessoas que nunca os pediram!”, acrescenta.

Há vários meses que o Presidente Donald Trump lança suspeições sobre a legitimidade do resultado final das eleições, alegando não ter confiança nos votos por correspondência, que este ano bateram máximos, com mais de 100 milhões de eleitores a escolherem esta opção, por causa, entre outras razões, da pandemia de covid-19.

O Presidente e candidato republicano tem mesmo usado a expressão “fraude eleitoral”, pedindo aos seus apoiantes para estarem “muito atentos” ao processamento das votações e das contagens de votos.

Já hoje, depois de conhecida a vitória de Biden, o advogado de Donald Trump, Rudy Giuliani, disse que a campanha do ainda Presidente dos Estados Unidos vai avançar com processos contra o processo eleitoral devido a “fraude”.

“Os processos vão começar a ser levados a tribunal na segunda-feira”, disse Rudy Giuliani, advogado do candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, numa conferência de imprensa transmitida em vários meios de comunicação social, em que estava rodeado por alegados observadores republicanos que, disse, terão sido impedidos de inspecionar boletins de voto enviados por correio.

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