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Iniciativa de estudantes de Medicina da UM enaltecida em Vila Pouca de Aguiar

Braga

Iniciativa de estudantes de Medicina da UM enaltecida em Vila Pouca de Aguiar

Estudantes de medicina da Universidade do Minho (UM) vão intervir junto dos idosos mais isolados de algumas aldeias de Vila Pouca de Aguiar, no âmbito do projeto “Aldeia Feliz” que se concretiza entre quinta-feira e domingo.

A vereadora da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Rita Dias, enalteceu o projeto que visa fazer uma intervenção primária junto de pessoas em risco e mais vulneráveis no concelho, como os idosos.

A autarca lembrou que este é um concelho com “um envelhecimento gradual”.

“Nós temos cada vez pessoas mais isoladas, mais distantes do núcleo urbano e este projeto visa minimizar e intervir junto dessas pessoas para que elas se sintam mais acompanhadas”, afirmou.

Os estudantes do 3.º ano de medicina da UM vão trabalhar em grupos e vão espalhar-se, ao longo dos quatro dias, pelas aldeias das freguesias de Bragado, Capeludos, Alvão, Tresminas, Pensalvos e Parada de Monteiros.

O “Aldeia Feliz” centra-se numa intervenção ao nível da prevenção primária de situações de emergência social relacionadas com a marginalização e solidão na terceira idade, em regiões onde o acesso de cuidados de saúde primários é dificultado.

Nas visitas a realizar, os universitários pretendem fazer um levantamento sobre a situação dos idosos, identificar as suas necessidades e referenciar os casos pertinentes às entidades competentes.

Os jovens vão realizar diversos rastreios, bem como alertar os idosos para a toma correta de medicamentos e incentivar à realização de visitas periódicas ao médico de família.

O projeto visa também sensibilizar para a toma de refeições equilibradas a baixos custos e avaliar a habitação relativamente às condições de segurança mínimas de forma a evitar quedas.

Serão ainda analisados os apoios prestados aos idosos (familiares, centros de ação social, juntas de freguesia) e, por fim, os mais velhos serão sensibilizados para a forma como proceder em situações de emergência.

Rita Dias referiu que este trabalho vai complementar a intervenção social que já é feita no concelho, através dos serviços municipais, bem como a Unidade de Cuidados Continuados (UCC) e as juntas de freguesia.

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