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INEM recebeu no ano passado mais de 1,3 milhões de chamadas para emergências

Números do Centro de Orientação de Doentes Urgentes

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM recebeu no ano passado mais de 1,3 milhões de chamadas de emergência para dar resposta a situações de doença súbita ou trauma, segundo um balanço divulgado, esta sexta-feira.

Os dados, divulgados no site do Portal da Saúde, referem que, no total, os meios de emergência foram acionados 1.339.048 vezes.

Já os quatro helicópteros do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) foram acionados para 963 ocorrências, uma média diária de três missões.

Este serviço do INEM disponibiliza cuidados de Suporte Avançado de Vida (SAV) no local das ocorrências e durante o transporte até às unidades de saúde mais adequadas ao estado clínico dos utentes.

As 44 Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER), distribuídas por todo o território continental, foram ativadas por 97.970 ocasiões, o que significa que diariamente foram acionadas 268 VMER e que cada viatura foi acionada seis vezes por dia.

As Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV), tripulada por um(a) enfermeiro(a) e por um(a) técnico(a) de Emergência Pré-hospitalar (TEPH) e que facultam medidas de cuidados diferenciados, contabilizaram 36.616 ocorrências. Diariamente, as 40 ambulâncias SIV foram chamadas a intervir, em média, por 100 ocasiões.

As 56 Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) do INEM foram acionadas, no ano passado, em 140.433 ocasiões, enquanto os Motociclos de Emergência Médica (MEM) foram ativados para 6.110 ocorrências, garantido assim uma chegada mais rápida de um meio de socorro ao local do incidente.

O balanço indica ainda que as quatro ambulâncias de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP), um serviço que se dedica ao transporte de recém-nascidos e doentes pediátricos em estado crítico entre unidades de saúde, efetuaram 1.439 serviços.

Já as Unidades Móveis de Intervenção Psicológica de Emergência (UMIPE), responsáveis por transportarem até ao local das ocorrências os psicólogos do Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise (CAPIC), foram ativadas 610 vezes.

Os dados indicam também que as ambulâncias do INEM sediadas em Postos de Emergência Médica (PEM) das Delegações da Cruz Vermelha Portuguesa e Corpos de Bombeiros foram acionadas por 880.604 ocasiões.

No final do ano passado, para aumentar a capacidade de socorro dos parceiros do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), o INEM celebrou mais 12 protocolos para constituição de posto PEM, passando o SIEM a contar com 371 ambulâncias aptas a prestar cuidados de emergência pré-hospitalar a todos os cidadãos.

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Contribuintes já entregaram mais de um milhão de declarações de IRS

Finanças

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Foto: DR

O Portal das Finanças já recebeu mais de um milhão de declarações de IRS, em menos de uma semana, desde o início do prazo de entrega, segundo indicam os dados publicados pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).

A campanha de entrega da declaração do IRS relativa aos rendimentos obtidos em 2019 começou no dia 01 de abril e de acordo com as estatísticas disponibilizadas no Portal das Finanças até à 01:00 de hoje foram submetidas 1.088 mil declarações.

A maior parte destas declarações (mais de 910 mil) correspondem a pessoas que no ano passado tiveram apenas rendimentos de trabalho e/ou de pensões e que estão entre as que podem estar abrangidas pelo IRS automático.

Já o número de declarações submetidas por pessoas com outras tipologias de rendimentos superou as 178 mil nestes primeiros cinco dias do prazo de entrega.

A este total há, contudo, que descontar as cerca de 48 mil entregas que se tinham verificado antes do início da campanha deste ano do IRS e que correspondem, entre outras situações, a declarações relativas a anos anteriores (de substituição ou que não foram entregues na data devida).

O número de declarações já entregue corresponde a quase um quinto do total das declarações submetidas no Portal das Finanças ao longo do ano passado e sinaliza a rapidez com que os contribuintes estão a cumprir esta obrigação declarativa, na expectativa de acelerar a chegada do cheque do reembolso.

Dados oficiais relativos à campanha de 2019 indicam que o prazo médio de reembolso (contado deste a data da entrega da declaração até à data em que o valor é depositado na conta bancária do contribuinte) foi de 16 dias, menos um que no ano anterior.

“O prazo médio registado [em 2019] decompõe-se em: 11 dias para o IRS Automático e 18 dias para as declarações normais” refere a mesma informação oficial.

Este ano, devido ao atual contexto excecional e com mais de 7.000 dos funcionários da Autoridade Tributária e Aduaneira em teletrabalho, não foi fixada uma meta de prazo médio para o reembolso.

Em entrevista à SIC, na quarta-feira, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, garantiu, contudo, que tudo será feito com a rapidez “que a circunstância atual exige”.

É “muito importante que os portugueses tenham isto em mente, quer quando falamos dos reembolsos do IRS quer quando falamos de todos os outros apoios [que foram aprovados para mitigar o impacto do surto de covid-19 na economia]”, declarou o secretário de Estado.

O prazo para a entrega do IRS termina em 30 de junho, tendo o Estado até 31 de agosto como limite para proceder ao pagamento dos reembolsos.

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Portal ‘online’ divulga negócios de entregas ao domicílio

Covid-19

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Foto: DR

Um portal ‘online’ português de divulgação de negócios de entregas ao domicílio, através da área de residência, pretende ajudar as pessoas que se encontram em quarenta, durante a pandemia da covid-19, revelou hoje à agência Lusa a responsável.

De acordo com Patrícia Rodrigues, a ideia surgiu após analisar “demasiados pedidos, nas redes sociais, de pessoas que não queriam sair de casa e saber quais os serviços que estavam abertos e que poderiam entregar em casa”.

O projeto “Na minha Comunidade” surgiu há cerca de uma semana e já conta com 55 negócios disponíveis no sítio oficial da Internet (https://naminhacomunidade.pt), desde alimentação, animais, bebidas, ensino, entretenimento, limpeza, mobiliário, ourivesaria, saúde, serviços, tarot e vestuário.

“Neste momento, estão cerca de 55 negócios disponíveis no ‘site’ e estamos com uma lista de 20 para colocar hoje”, disse a mentora do projeto, revelando que, em poucos dias, o portal já teve “600 visitas”.

Para a também ‘designer’ gráfica, a plataforma é a forma de ajudar os negócios que se tiveram de reinventar, por causa do novo coronavírus, e começaram a fazer ‘take-away’ ou entregas em casa.

“Achei que seria muito produtivo ter um portal que pudesse divulgar o maior número possível de comerciantes que estão em funcionamento, porque a economia não pode parar”, realçou Patrícia Rodrigues.

Com cada vez mais inscrições de comerciantes, o portal está dependente de fundos próprios e tem procurado outros meios de subsistência.

“Está a ser criado com fundos próprios e tudo o que está criado, até agora, foi desenvolvido apenas por mim”, destacou a responsável, acrescentando que procura “algum tipo de apoio ou patrocínio para que possa crescer mais”.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 452 em relação a domingo (+4%).

Dos infetados, 1.099 estão internados, 270 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 140 doentes que já recuperaram.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 70 mil.

Dos casos de infeção, mais de 240 mil são considerados curados.

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Tráfego aéreo cai 36% em março, quebra em abril pode chegar a 95%

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A NAV Portugal anunciou hoje que geriu menos 24,3 mil voos em março, uma quebra de 36% face ao mesmo mês de 2019, tendo-se registado um total de 42,8 movimentos, devido ao impacto da pandemia da covid-19.

Segundo os dados preliminares da gestora aeroportuária, “os números evidenciam o impacto da pandemia de covid-19 e das diversas medidas assumidas por vários Estados para conter o ritmo de contágio, medidas que determinaram quedas abruptas no setor da aviação civil a nível global”.

A NAV espera quedas “mais pronunciadas” em abril, depois do tráfego em janeiro e fevereiro ter estado em linha com 2019.

Tendo em conta apenas a última semana do mês, a quebra do tráfego superou os 85%, sendo expectáveis em abril quebras a rondar os 85% e 95%.

“A queda acentuada do tráfego aéreo é bastante preocupante, por tudo o que tal representa em termos de impactos na economia”, diz presidente da NAV´, citado no comunicado.

O total de voos geridos pela NAV, ou “movimentos”, inclui não apenas os voos com origem/destino em aeroportos portugueses, mas também aqueles que sobrevoam o espaço aéreo sob responsabilidade portuguesa, que totaliza mais de 5,8 milhões quilómetros quadrados (Km2).

“Apesar da quebra do tráfego no mês de março, como um todo, se ter situado em 36%, sublinhe-se que foi a partir do dia 16 que se iniciou um ciclo de quebras cada vez mais acentuadas à medida que diversas ligações começaram a ser suspensas. Desta forma, e dividindo o mês de março em dois, nota-se que na primeira metade a NAV Portugal geriu perto de 31,8 mil voos, uma redução de apenas 2% face ao mesmo período de 2019. Já na segunda metade do mês, a NAV controlou perto de 12 mil voos”, refere.

A Região de Informação de Voo (RIV) de Lisboa, com 671.000 km2, abarca Portugal Continental e o Arquipélago da Madeira e a Região de Informação de Voo de Santa Maria, com 5,18 milhões de km2, inclui uma vasta área do Oceano Atlântico Norte e o Arquipélago dos Açores.

A NAV Portugal recorda que em 10 de março foram suspensos os voos para Itália.

Seguiu-se a suspensão de voos europeus para os Estados Unidos, no dia 13, e no dia 17 as ligações entre Portugal e Espanha. Por fim, em 19 de março, a União Europeia suspendeu os voos extracomunitários.

Perante a “bateria de suspensões”, continua, várias companhias aéreas decidiram cancelar grande parte ou a totalidade das suas operações, com destaque para a TAP, Ryanair e easyJet, no caso português.

As suspensões de ligações aéreas irão provavelmente manter-se, isto além do encerramento temporário dos aeroportos em Portugal, e várias companhias já anunciaram que manterão a maioria dos aviões em terra até maio.

“Em relação ao resto do primeiro trimestre de 2020, é de salientar que o tráfego aéreo gerido pela NAV Portugal mostrava sinais de estabilização em janeiro e fevereiro, com os perto de 119 mil movimentos geridos nesses dois meses a situarem-se praticamente ao mesmo nível do período homólogo de 2019”, refere.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 70 mil.

Dos casos de infeção, mais de 240 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 452 em relação a domingo (+4%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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